Início » 007: First Light Review – A luz que a franquia precisava nos games

Por anos a IO Interactive esteve ocupada com a franquia Hitman, que começou com um reboot em 2016 e ganhou duas sequências (em 2018 e 2021), formando a trilogia World of Assassination. Depois de entregar excelentes jogos com uma experiência versátil de gameplay, o estúdio dinamarquês decidiu expandir sua visão criativa ao desenvolver um jogo fundamentado na popular franquia de filmes 007.
A IOI tinha um grande repto pela frente, pois os jogos que antecederam oriente novo projeto não foram muito recebidos pela sátira e suas experiências eram zero agradáveis, com exceção de 007: GoldenEye do Nintendo 64.
Diante de toda a pressão e de prévias positivas, 007: First Light chegou ao mercado no último dia 27 de maio de 2026 nas plataformas PS5, Xbox Series e PC. Uma versão para Switch 2 chega ainda oriente ano. Dito isso, o Combo Infinito jogou a mais novidade passagem de James Bond nos games e eu lhe contarei se 007: First Light é tudo isso mesmo.

Um dos grandes desafios da IO Interactive em reprofundar no universo de 007 era fabricar uma história de origem do agente mais famoso do mundo da ficção. Todas as produções cinematográficas disponíveis nunca abordaram, de roupa, o “dia zero” de James Bond porquê 007. A MGM, em Casino Royale (2006), até explora esse território apresentando a primeira missão de Bond. Porém, em First Light, há de roupa a gênese de um novo James Bond de uma maneira nunca vista antes.
Em 007: First Light, James Bond não é um soldado ou um órfão que decidiu entrar para o serviço do MI6. Pelo contrário, James cai no mundo da espionagem de forma indireta. Tudo começa com James, que é um aviador da Marinha Real Britânica, levando um grupo de engenheiros para qualquer lugar na Islândia e acaba se envolvendo em uma situação mortal. Posteriormente evadir e salvar segmento dos engenheiros, os feitos de Bond chamam a atenção do MI6, que decide recrutá-lo para o programa 00.
Todo o início de First Light traz um tom e uma narrativa inéditos para a franquia. Esse novo James Bond desconhece tudo que esteja ligado aos ensinamentos militares, mas irá aprender tudo isso. E as circunstâncias que o colocaram nesta veras são o que mais se destaca nesta novidade história. Protagonizado por Patrick Gibson (da série de TV Dexter: Perversão Original), ele entrega o que se espera de um James Bond em sua juventude, com suas piadas e índole.
Ou por outra, personagens porquê M (Priyanga Burford), Greenway (Lennie James, de The Walking Dead), Moneypenny (Kiera Lester) e Q (Alastair Mackenzie) entregam cenas incríveis e atuações impecáveis. Por término, é simples, não podiam faltar as “Bond Girls”, que entregam momentos sedutores ao lado de Bond.


Diante de todos os feitos narrativos e de seu elenco marcante, First Light não possui um vilão memorável e digno da franquia. Todo o roda de invenção do contraditor é repleto de mistério que, quando revelado, não traz tanto impacto. As duas figuras vilanescas dentro do jogo não conseguem trazer a tensão e o carisma que vimos nos filmes. E o personagem que parecia ser o vilão é totalmente esquecido no churrasco.
De um modo universal, mesmo com estes pontos negativos em sua narrativa, First Light seguiu a silabário e os pilares do que é ser um James Bond e o que todos os seus personagens representam. A cena de rombo, particularidade da franquia de filmes, nasce sob a cantiga “First Light”, escrita e interpretada pela cantora Lana Del Rey em parceria com o famoso compositor britânico David Arnold, responsável pelas trilhas dos filmes; é um espetáculo e um presságio para a jornada incrível e explosiva que lhe aguarda. 007 sempre teve a trilha sonora porquê elemento vital e motriz de suas aventuras, e First Light foi impecável neste paisagem. Os momentos de perseguição e de subida ação entregam, além de um grande apelo visual, uma presença sonora apoteótica.
Explorar um território virgem dentro da franquia foi alguma coisa ousado da IOI, que felizmente entregou momentos dignos dos filmes, momentos dramáticos e a certeza de que veremos mais de James Bond nos games. Patrick Gibson, por sua vez, deixou sua marca interpretando um James Bond jovem. Se no cinema ainda estão em procura de uma versão jovem do personagem, nos games ele veio para permanecer.


Desde os primeiros vídeos de gameplay de First Light, atribuem-se a ele as grandes influências de jogabilidade de Hitman e de Uncharted. E isso é uma grande verdade. O jogo é um híbrido de momentos de espionagem com procura de provas e explorações por caminhos alternativos, que aprendemos com a franquia Hitman, e de sessões explosivas com grandes tiroteios, que podem sim ser comparados com Uncharted 4.
Desta forma, First Light vai te levar por missões que serão um mix destas duas abordagens, com as quais não me vi cansado ao longo das mais de 20 horas de jogo. Pois, a todo momento, estive mudando de abordagem, com o jogo evitando ao sumo me colocar em um loop fadigoso de mecânicas. Essa combinação acontece de uma forma tão orgânica que mesmo no combate há variações de abordagens. Prova disso é porquê o jogo trabalha o tutorial: ele é alguma coisa conectado à narrativa, onde você aprende as mecânicas conforme James Bond aprende a ser um espião dentro do MI6.
Primeiramente, durante os momentos de espionagem nos quais não há a premência de expelir inimigos, First Light herda conceitos que Hitman fez muito muito com as informações dos alvos. Cá, ou você seguirá alguém, onde deve encontrar uma maneira de proceder em cenários com acessos limitados, ou focará na coleta de informações, onde será necessário distrair civis usando seus equipamentos não letais, ou ouvindo conversas.
Mas o grande trunfo deste gameplay é que você pode seguir um roteiro roteirizado com etapas a se fazer através de dicas, ou pode simplesmente pular todas essas etapas e chegar ao objetivo. Toda essa versatilidade possibilita abordagens distintas, fazendo do gameplay de 007: First Light um organização vivo e resiliente às ações do jogador, o que se alastra para os eventos de combate.


Partindo para o combate, James Bond não possui somente sua icônica revólver. Nos momentos em que Bond deve colocar seus ensinamentos de combate em prática, é provável usar uma infinidade de armas, porquê também seus punhos e seus equipamentos tecnológicos. Com o uso das armas de incêndio, você pode ativar um efeito de câmera lenta que vai te ajudar muito nos momentos em que há muitos inimigos em tela. E devo manifestar que a gunplay é satisfatória e entrega excelentes animações dos alvos eliminados. Caso sua munição acabe, o combate corpo a corpo de First Light ganha forma com movimentos, golpes e animações empolgantes. E se nenhuma destas alternativas for o suficiente, use seu relógio para explodir elementos do cenário para te ajudar a evadir ou ser responsável por grandes explosões.
Em resumo, a variedade de abordagens no combate é responsável por fabricar momentos únicos para cada tipo de jogador. Se você quiser ter uma abordagem furtiva, é provável. Da mesma forma, é provável ser um sinônimo de caos e não vincular para o popular termo dentro do mundo da espionagem, a “licença para matar”, onde em ambientes privados você só pode atirar se atirarem primeiro em você. Quanto a esse termo usado dentro do jogo no contexto de gameplay, a IO poderia ter se aprofundado mais, fazendo com que, se você atirasse primeiro, sofresse qualquer tipo de punição.


Diante de todo esse combate explosivo e multifacetado, há um problema crônico que não é individual da IOI: a IA dos inimigos. Sinceramente, eu esperava que a IO iria manter o nível da IA que vimos nos games de Hitman, onde os inimigos não te deixam proceder em sua jornada até expelir o mira.
Em First Light, nas sessões de combate quando se usa a furtividade e até mesmo em momentos de troada, a IA decepciona. É muito geral você fazer uma realização barulhenta ou, quando sua ação furtiva nequice, os demais inimigos não escutam ou não reagem. E isso quebra, de certa forma, o elemento de urgência que o jogo oferece com a mudança de gameplay quando o jogador nequice em alguma das abordagens. Pois, mesmo errando, você consegue contornar a situação não por seu préstimo, mas pela IA dos inimigos, que às vezes é sua grande aliada.
Um pormenor simples que também me desagradou foi o uso dos golpes indefensáveis (simbolizados com a cor vermelha) ser um agarrão que razão um dano desproporcional. Muitas vezes você será seguro e jogado na parede ou em elementos do cenário, e isso será a razão de sua morte, o que não faz sentido e soa até apelativo e injusto. Faria muito mais sentido um golpe indefensável geral (porquê vimos em muitos outros jogos) do que um agarrão que te mata por simplesmente te prender no cenário.
No universal, o gameplay de 007: First Light é um playground que une os elementos de Hitman à ação frenética e explosiva de jogos porquê Uncharted 4, conseguindo entregar aquilo que esperamos de uma obra da franquia: ação, explosão e a desenvoltura de James Bond para entrar onde não se deve.


Um dos grandes trunfos desta atual geração tem sido ver estúdios que utilizam sua engine proprietária para dar vida aos seus mundos. Alan Wake 2, Death Stranding 2, Horizon Forbidden West e Kingdom Come: Deliverance 2 são alguns dos exemplos de experiências visuais que não se renderam aos manjares da Unreal Engine 5. E 007: First Light, felizmente, se junta a esse seleto time.
Desenvolvido sob o motor gráfico Glacier, o mesmo da franquia Hitman, a IO Interactive atingiu um patamar visual surpreendente. Tanto os detalhes físicos, porquê o tom da pele e as expressões faciais em cinemáticas e em diálogos in-game, quanto os detalhes ambientais entregam uma fidelidade visual nunca alcançada antes pelo estúdio dinamarquês. Ao longo dos capítulos do jogo, James viaja para diversos locais: paradisíacos, gélidos ou pelas ruas de Londres. Cada um destes cenários possui um nível técnico notável.
Falando nisso, 007: First Light é muito muito otimizado no PC, versão que recebemos para review, entregando um desempenho técnico consistente, sem quedas bruscas de FPS mesmo para predefinições gráficas elevadas. Rodando em uma RTX 4070 Super, ousei jogar com tudo no Ultra e DLSS no modo DLAA ou sem usar a tecnologia (jogando nativamente em 1440p) e obtive 60fps constantes. De roupa, alguma coisa impressionante. Mesmo em momentos de grande estresse dentro do jogo, porquê explosões e diversas partículas em tela, o jogo conseguiu manter os fps.
A IOI conseguiu não somente por meio de sua narrativa e gameplay entregar uma experiência digna de 007, mas também uma vitrine visual e técnica formidável e invejável.
007: First Light é o melhor jogo fundamentado na franquia já feito, com uma narrativa que agrega à marca 007 um território que até portanto não havia sido explorado. Com um gameplay dinâmico e versátil, First Light te coloca, de roupa, na pele de James Bond, onde você é proprietário das suas ações, entregando-me uma das melhores experiências que tive com games em 2026.
A IO Interactive conseguiu fazer um jogo do 007 digno e tão bom quanto os filmes.
É tudo isso mesmo?:
007: First Light é a experiência definitiva de James Bond nos videogames. Ao mesclar com maestria a liberdade furtiva de Hitman com o dinamismo explosivo de Uncharted, a IOI entrega uma origem memorável e tecnicamente impecável no PC, superando facilmente as falhas pontuais de sua IA.
– João Antônio
von 10
2026-05-29T04:53:25-03:00

A publisher Restituir Do dedo e a desenvolvedora Heart Machine anunciaram que Possessor(s) será lançado em 11 de novembro para PS5 e PC via Steam. Veja uma descrição: Em Possessor(s), você joga ...

Revelação solene já tem data marcada Em seguida uma sequência de vazamentos, Ubisoft confirmou quando apresentará oficialmente Assassin’s Creed Black Flag Resynced. O pregão acontece no dia 23 de ...

Um dos modos introduzidos em Battlefield 2042 foi o Portal. Com a expectativa de reviver mapas clássicos e trazer novas experiências, muito do potencial do modo ficou esperdiçado graças à ...
