Início » 1001 Threads of Mizan mistura As Mil e Uma Noites, co-op e tapete voador

Existem conceitos que videogame deveria ter explorado muito mais.
Tapete voante é um deles.
Temos cavalos.
Carros.
Naves.
Dragões.
Motos.
Dinossauros.
Pranchas.
Até cabra já virou veículo em videogame.
Mas alguém aparentemente precisou esperar até 2026 para perguntar:
“E se fizéssemos um jogo de ação inteiro em que o tapete voante realmente fosse secção importante da jogabilidade?”
Pois esse é um dos grandes argumentos de 1001 Threads of Mizan, jogo de estreia do recém-criado MBC Game Studio, apresentado durante a Gamescom 2026. O título será lançado para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, embora ainda não tenha recebido uma data de lançamento.
E não, apesar da inspiração evidente, isso não é “Aladdin: Agora com Skill Tree”.
Ainda muito.
Assista o trailer clicando aqui.
1001 Threads of Mizan se apresenta uma vez que uma proeza de fantasia sarraceno inspirada nas histórias de As Milénio e Uma Noites e no folclore da região.
O MBC Game Studio afirma que está construindo um mundo artesanal fundamentado nessas tradições, misturando exploração, combate e grandes criaturas sobrenaturais.
Isso é importante.
Porque videogame passou décadas resumindo cultura sarraceno a:
deserto,
mercado,
palácio,
tapete,
gênio.
Acabou.
O estúdio, ligado ao MBC Group e com raízes em Riad e Londres, quer usar histórias e referências culturais da região uma vez que base de uma propriedade original. A equipe reúne profissionais com experiência anterior em empresas uma vez que BioWare, Bungie, Ubisoft Montréal e Hi-Rez Studios.
Evidente que “veteranos de estúdios famosos” hoje aparece em proclamação de videogame com a mesma frequência que “ingredientes selecionados” aparece em pacote de bolacha.
Logo currículo sozinho não garante zero.
Mas pelo menos existe gente ali que já viu projeto AAA por dentro.
Provavelmente ainda carrega algumas cicatrizes.
A história começa com uma cultura antiga que entrou em guerra com os jinn, criaturas posteriormente aprisionadas em seu próprio reino juntamente com seu rei.
Séculos depois, porque ninguém em história fantástica consegue deixar objeto mágico quieto, um pescador liberta acidentalmente o Rei dos Jinn.
Naturalmente ele não acorda dizendo:
“Obrigado, camarada. Vou transfixar uma pousada.”
O sujeito quer vingança.
Seu projecto envolve fundir os dois reinos e destruir a humanidade.
No núcleo da história está Shahrazad, a lendária contadora de histórias de As Milénio e Uma Noites, que aparentemente possui relação com um poder capaz de mudar os acontecimentos. O rei acredita que ela pode reescrever sua história.
Para impedir a catástrofe, Shahrazad reúne três prisioneiros:
Yusra, Sufyan e Malik.
Zero uma vez que entregar o sorte da humanidade a três pessoas que, cinco minutos antes, estavam provavelmente perguntando quando seria o almoço da calabouço.
A estrutura foi pensada para até três jogadores em cooperativo, com sistema drop-in/drop-out.
Ou seja, seu camarada pode entrar e trespassar sem precisar sacrificar uma cabra, reiniciar a campanha ou esperar você chegar até o próximo checkpoint.
As primeiras demonstrações da Gamescom também ajudam a entender uma vez que o trio funciona.
Sufyan é mais rápido e voltado ao combate próximo. Sua punhal pode assumir uma forma semelhante a um chicote de pujança para atingir vários adversários.
Malik é o tanque do grupo, literalmente o sujeito grande que entra primeiro, recebe pancada e devolve alguma coisa ainda pior.
Yusra trabalha mais à intervalo, utilizando um círculo mágico e ataques de alcance maior.
É o clássico estabilidade cooperativo.
Expediente.
Tanque.
Ranged.
A humanidade inventou milhares de sistemas políticos ao longo da história.
Videogame concluiu que três classes resolvem tudo.
O sistema que mais labareda atenção é a movimentação.
Cada personagem pode invocar um tapete voante, usado não exclusivamente para cruzar o cenário, mas também em combate.
O próprio MBC Game Studio descreve o sistema de voo uma vez que elemento mediano do jogo, permitindo intercalar entre movimentação terrestre e aérea durante exploração e confrontos.
Isso muda bastante o esboço tradicional de um action RPG.
Em vez daquela estrutura em que você vê uma serra e imediatamente procura uma parede pintada de amarelo para desvendar onde o desenvolvedor permitiu subir, existe a promessa de exploração vertical muito mais livre.
Quer subir?
Tapete.
Quer fugir?
Tapete.
Quer entrar voando numa guerra contra um monstro gigante?
Tapete.
Finalmente uma solução de transporte que não depende de invocar montaria e desvendar que ela não pode transpor uma pedra de 12 centímetros.
Outro foco do projeto são os confrontos contra jinn de grande graduação.
A prova presente na Gamescom termina justamente contra Nazjush, indivíduo gigantesca criada para mostrar a mistura entre combate cooperativo e movimentação aérea.
As primeiras impressões também indicam confrontos que alternam momentos no pavimento e no ar.
E cá o tapete deixa de ser exclusivamente meio de transporte e começa a parecer um tanto realmente integrado ao combate.
Essa é a secção que mais quero ver funcionando.
Porque trailer com três pessoas voando ao volta de indivíduo de cinquenta metros fica maravilhoso.
Na prática, basta colocar câmera ruim, excesso de partículas e um camarada perguntando:
“ONDE VOCÊS ESTÃO?”
para toda aquela coreografia virar reunião de condomínio.
Uma prévia da Gamescom chegou a indicar justamente problemas de legibilidade e desempenho na versão ainda inicial apresentada ao público, embora o projeto esteja claramente em desenvolvimento.
Zero alarmante nessa lanço.
Mas é um tanto para seguir.
Apesar de toda a ênfase no cooperativo, 1001 Threads of Mizan poderá ser jogado solo.
As primeiras demonstrações indicam, porém, que a estrutura parece principalmente desenhada ao volta do trio e da complementaridade entre os personagens.
O jogo também terá cross-play entre a maioria das plataformas, embora o estúdio ainda não tenha explicado exatamente quais combinações estarão disponíveis. Haverá ainda chat interno para facilitar notícia entre jogadores.
Isso é particularmente importante em co-op.
Porque zero destrói director gigantesco mais rapidamente que coordenação.
E zero destrói coordenação mais rapidamente que:
“Meu Discord caiu.”
Ainda sabemos pouco sobre duração, progressão, equipamentos, estrutura de missões e tamanho do mundo.
Também não existe data.
Logo calma.
A Gamescom mostrou um noção, não um resultado final embalado.
Mas 1001 Threads of Mizan chamou minha atenção por dois motivos.
Primeiro, usar o folclore sarraceno uma vez que base de uma grande proeza criada por um estúdio diretamente ligado à região abre espaço para histórias e criaturas que videogames ocidentais normalmente deixam de lado.
Segundo:
tapete voante.
Desculpe.
Tenho prioridades.
Se o MBC Game Studio realmente conseguir erigir exploração e combate ao volta dele, em vez de tratar o negócio uma vez que cavalo com animação dissemelhante, já temos uma mecânica capaz de dar identidade própria ao jogo.
Por enquanto, 1001 Threads of Mizan está confirmado para PC, PS5, Xbox Series X|S e Switch 2, sem janela de lançamento anunciada.
E eu só tenho um pedido.
Por obséquio, não transformem o tapete em item que precisa de stamina.
Passei décadas esperando videogame finalmente me deixar voar num desses.
Não me façam pousar a cada 14 segundos porque a barrinha azul acabou.

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