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Arknights: Endfield, da Hypergryph, já está disponível mundialmente. O título chegou ao PlayStation 5, PC e dispositivos móveis, abandonando o foco individual no tower defense para apostar em uma experiência híbrida que combina RPG de ação em tempo real, exploração estratégica e um sistema de construção e automação industrial.
Ambientado no planeta Talos-II, o jogo foi reformulado desde seus primeiros testes e está disponível gratuitamente para jogar. Mas antes de encetar a se aventurar, listamos algumas informações importantes que você precisa saber!

Desde o primeiro beta, realizado em janeiro de 2024, Arknights: Endfield passou por grandes mudanças. Sistemas de combate, movimentação, câmera, ritmo e efeitos visuais foram ajustados para tornar a ação mais dinâmica e responsiva.
Assim, a proposta deixou de parecer um experimento derivado da série original e passou a se assumir uma vez que um RPG de ação completo, projetado desde o início para partidas em tempo real.


Talos-II funciona uma vez que um espaço hostil e em manente disputa, onde a exploração está diretamente ligada à progressão. Durante as incursões, o jogador coleta recursos, estabelece rotas de travessia, constrói postos avançados e enfrenta ameaças conhecidas uma vez que Aggeloi.
Essas entidades surgem a partir de estruturas misteriosas chamadas Ankhors, que impedem a expansão das colônias humanas. Explorar, portanto, significa também estabilizar o território e prometer a sobrevivência da infraestrutura criada.


O jogador atua uma vez que segmento da Endfield Industries, organização liderada pelo Endministrador, com foco em pesquisa, exploração e industrialização. Ao longo da campanha, diversas facções entram em cena, cada uma com objetivos e ideologias próprias.
Entre elas estão a Ordem do Juramento de Aço, uma força militarizada dedicada à resguardo contra os Aggeloi, e a Liceu de Ciências de Hongshan, que pesquisa formas de sofrear a Praga, anomalias que corrompem o envolvente e dificultam a expansão.
No campo de guerra, os inimigos variam entre unidades comuns, elites e chefes, além dos Quebradores de Terras, saqueadores humanoides liderados pelo místico Nefarith. Cada grupo exige abordagens diferentes, forçando o jogador a harmonizar estratégias continuamente.


Apesar da graduação, Arknights: Endfield não adota um mundo acessível contínuo. O jogo é estruturado uma vez que um sandbox constituído por grandes regiões interconectadas. Essa decisão veio depois feedbacks que apontavam dificuldade de navegação nos primeiros testes.
O resultado é um mundo mais organizado, onde exploração, combate e gerenciamento de fábricas se conectam de forma lógica.


O combate acontece em tempo real e exige atenção manente ao posicionamento, esquivas, ataques leves e pesados, além do uso de habilidades especiais. O ritmo é rápido e favorece a ofensiva, com o trabalho em equipe sendo principal para manter a pressão sobre os inimigos.
Defesas mais tradicionais entram em cena por meio de estruturas invocáveis, uma vez que torretas e escudos, que ajudam a controlar áreas e proteger pontos estratégicos.


O jogador controla esquadrões compostos por quatro operadores. Cada personagem pertence a uma classe específica e possui habilidades próprias, criando inúmeras possibilidades de sinergia. Dessa forma, a elaboração do time influencia diretamente o desempenho em combate.
O jogo conta com 24 personagens jogáveis, com raridades entre 4 e 6 estrelas. Embora personagens mais raros ofereçam mais flexibilidade tática, operadores de menor raridade continuam viáveis dentro de uma boa estratégia.


As Artes funcionam uma vez que habilidades elementais e divididas em cinco tipos: físico, calor, elétrico, criogênico e natureza. Elas consomem Pontos de Habilidade, que precisam ter um bom gerenciamento durante os confrontos.
O sistema de Ataques em Masmorra permite ações coordenadas entre os membros do esquadrão, ativadas ao satisfazer condições específicas. Essas sequências causam cimeira dano, não consomem recursos e reforçam o paisagem estratégico do combate.


Fora do combate, Arknights: Endfield apresenta um sistema de construção de fábricas. Linhas de produção modulares permitem automatizar coleta, processamento e fabricação de recursos.
Inimigos podem estrebuchar essas estruturas, exigindo planejamento defensivo. Elementos herdados do tower defense surgem cá de forma integrada, com escudos, torretas e barreiras protegendo a infraestrutura.


Além das fábricas, o jogador constrói ferramentas de travessia, retransmissores de virilidade e fortalezas. Algumas dessas estruturas podem beneficiar outros jogadores de forma indireta, lembrando sistemas de cooperação assíncrona vistos em jogos uma vez que Death Stranding.
O design do mundo influencia diretamente a estratégia industrial. Regiões uma vez que a cidade de Wuling, inspirada em ciclos naturais e recursos hídricos, moldam o uso de materiais uma vez que o Xiranite, principal para melhorias e expansão.


O Combo Infinito acompanhou de perto o lançamento de Arknights: Endfield e realizou uma transmissão ao vivo de gameplay, na qual testamos as mecânicas, a dinâmica dos personagens, o mundo do jogo e os confrontos contra inimigos. Assim, para quem quiser encetar a jogar agora, o entrada solene ao jogo pode ser feito por meio deste link.
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