Autora de Gachiakuta nega ser não binária após boatos

Autora de Gachiakuta nega ser não binária após boatos

2 minutos 17/01/2026

A autora de Gachiakuta, Kei Urana, veio a público para desmentir uma informação que passou a circunvalar com força nas redes sociais, atribuída de forma equivocada por secção do fandom da obra.

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A própria Kei Urana, autora de Gachiakuta, usou seus stories no Instagram para ironizar o boato. Na publicação, ela escreveu: “Internet: Urana é não binária! Eu: Sério?”, deixando simples que a asseveração não corresponde à verdade.

A enunciação ganhou ainda mais repercussão posteriormente a viralização de um tuíte que afirmava que fãs estariam comemorando sem saber que Kei Urana seria não binária e que o anime teria uma abordagem “queer”. O problema é que a própria autora já havia refutado anteriormente outras suposições semelhantes, porquê a teoria de que um de seus personagens seria trans, um tanto que também não procede segundo ela.

A origem da confusão remonta a 2023, a partir de uma publicação do Manga Mogura. Na ocasião, foi divulgado que Kei Urana preferia o uso de pronomes neutros ao se referirem a ela, um tanto perfeitamente verosímil na língua japonesa. No entanto, ao mourejar com traduções para o gálico, linguagem que não possui pronomes neutros, a editora optou inicialmente por pronomes masculinos e, posteriormente, passou a utilizar pronomes femininos.

Esse pedido por neutralidade acabou sendo interpretado de forma equivocada por secção do público, porquê se fosse uma confirmação de identidade não binária. Na prática, o que ocorre com frequência entre autores japoneses é a procura por anonimato, evitando expor gênero, fisionomia ou detalhes pessoais, sem que isso tenha relação direta com identidade de gênero.

Um exemplo clássico citado em discussões semelhantes é o caso da autora ou responsável de Kimetsu no Yaiba, cuja identidade permanece oficialmente não confirmada. Apesar de especulações recorrentes, o instituidor prefere manter completo anonimato, um tanto geral na indústria de mangás.

No caso de Kei Urana, essa postura mudou em 2024, quando ela decidiu se revelar publicamente. Desde portanto, uma foto solene foi divulgada e a autora passou a manar com mais frequência em eventos e materiais promocionais, confirmando que é uma mulher.

O incidente reforça a valor de evitar teorias e afirmações categóricas sobre criadores e criadoras sem que eles próprios se manifestem. No término, a vocábulo final sobre identidade pessoal sempre deve partir do próprio quidam.

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