Avatar Frontiers of Pandora: Das Cinzas surpreende no DLC

Avatar Frontiers of Pandora: Das Cinzas surpreende no DLC

4 minutos 29/12/2025

🌿🔥 Avatar: Frontiers of Pandora – Das Cinzas é o DLC que finalmente fez meu cérebro expressar “AGORA SIM”

Eu vou ser honesta, do jeitinho Magali de ser: quando anunciaram mais um DLC para Avatar: Frontiers of Pandora, meu coração ficou meio “tá, Ubisoft, senta lá”. Mas aí veio Das Cinzas — sim, esse é o nome solene em português, anota aí — e ele chegou daquele jeito perigoso: sem fazer muito fragor, mas entregando exatamente tudo que o jogo base prometia e nem sempre cumpria.

É aquele DLC que parece olhar pro jogo original e falar: “calma, deixa eu consertar umas coisas cá rapidinho”.

🌋 Das Cinzas não é adaptação de filme (mas chega BEM perto)

Antes de qualquer confusão: Das Cinzas não é a versão jogável do novo filme do Avatar, mas a história acontece um ano depois os eventos do jogo base e logo depois dos acontecimentos do terceiro longa. Ou seja: ele mora naquele espacinho narrativo delicioso onde dá pra expandir o universo sem estragar o cinema.

Cá, o protagonismo muda de mãos. Sai o personagem personalizável, entra So’lek, um Na’vi tão intenso que parece caminhar com trilha sonora própria. Sabido uma vez que o Caçador de Dog Tags, ele tem uma coleção zero saudável delas roubadas da RDA — o que já diz muito sobre o clima da coisa.

A floresta de Kinglor está sendo atacada, animais estão sendo mortos, Na’vi estão sendo perseguidos, e a sensação universal é de urgência emocional. Não é só “tutelar Pandora”. É tutelar pessoas que você conhece, e isso muda completamente o peso da narrativa.

🫀 Sarentu, Mangkwan e aquela sensação de “isso ficou pessoal”

Narrativamente, Das Cinzas é mais envolvente que a campanha base. E não porque seja revolucionário, mas porque é mais humano. Os Sarentu voltam ao núcleo da história, e agora o conflito não é exclusivamente contra humanos da RDA.

Pela primeira vez, enfrentamos Na’vi hostis, membros do clã Mangkwan, ligados diretamente à vilã Varang. Isso gera um desconforto maravilhoso, porque quebra aquela teoria simples de “bons contra maus”. Cá, Pandora está rachada por dentro.

O próprio Quaritch paira sobre a história uma vez que uma sombra (literalmente), mesmo sem romper diretamente. Tudo é mais conectado aos filmes, mais emocional, mais tenso. Não é uma narrativa inolvidável, mas funciona, e funciona muito.

👀 FINALMENTE: STEALTH DE VERDADE (ALELUIA)

Agora vamos falar da secção onde eu bati palminha sozinha: Das Cinzas finalmente adiciona stealth funcional e bem-feito.

Sim, agora você pode:

  • marcar inimigos com sentidos Na’vi (alô, Far Cry, tudo muito?)

  • realizar eliminações furtivas

  • tombar do sobranceiro igual predador elegante

  • errar por meio segundo e ainda ser perdoada pelo jogo

As execuções são brutais, rápidas e passam a sensação de que So’lek é um guerreiro experiente, não um turista em Pandora. E tem mais:

  • bullet time curtinho pra tiros precisos

  • modo fúria, que transforma o Na’vi numa máquina de ruína temporária

Tudo isso pode ser rebuscado usando pontos de habilidade. Finalmente dá vontade de montar build, testar estilos e se sentir realmente poderosa.

🧟‍♂️ Boss fights existem (e fazem diferença)

Outra coisa que fazia falta no jogo base: chefes. Eles não são absurdamente épicos, mas cumprem o papel de quebrar o ritmo e produzir momentos memoráveis.

Tem:

  • um mastodonte gigante (sim, eu travei)

  • uma sniper Mangkwan, que exige paciência e estratégia

Agora… os inimigos Na’vi comuns ainda deixam a desejar. São poucos tipos, todos meio parecidos, armados com rifle e virando esponja de projéctil. Funciona, mas dá pra melhorar.

🎥 Terceira pessoa: agora faz sentido de verdade

A visão em terceira pessoa, adicionada antes via atualização gratuita, cá parece nativa. Joguei quase tudo assim e foi ótimo. Não quebra o ritmo, não atrapalha a ação e deixa o combate mais cinematográfico.

Exceto quando você entra na chuva. Aí o jogo força primeira pessoa. Provavelmente limitação técnica, mas dá aquela quebradinha chata.

🦅 Ikran: de Uber desatento a parceiro de guerra

O Ikran finalmente virou um tanto além de transporte:

Invocar o Ikran no meio do salto e trespassar voando continua sendo uma das experiências mais satisfatórias do jogo. Nunca cansa. Nunca.

💭 Peroração da Magali (emocional, porém sincera)

Avatar: Frontiers of Pandora – Das Cinzas é, sem excesso, o melhor teor já lançado para o jogo. Mais focado, mais intenso, mais jocoso e muito mais muito pensado.

É aquele DLC que faz você pensar: “ok… ERA ISSO.”

Se você gostou minimamente do jogo base, vale muito a pena voltar. Se você queria um tanto mais próximo do clima dos filmes, é cá que Pandora brilha de novo.

Agora, se me dão licença… vou voltar pro meu Ikran. Pandora ainda tá em chamas 🌿🔥

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