Início » Avatar: Frontiers of Pandora – From The Ashes – Análise – Vale a Pena – Review

Desenvolvido pela Massive Entertainment, mesmo estúdio responsável pela série The Division, Avatar Frontiers of Pandora mostra que poucas empresas dão tanto suporte a seus games quanto a Ubisoft. Três anos posteriormente o lançamento da proeza single player, a empresa trouxe a ele a expansão From the Ashes, que acompanha os eventos do terceiro longa da franquia, Lume e Cinzas.
No entanto, embora ver ao longa possa enriquecer sua experiência, ele não é necessário para entender a novidade história. De roupa, até mesmo ter jogado o jogo-base de 2023 é desnecessário, visto que a novidade proeza funciona uma vez que um teor à segmento e que traz um novo protagonista. Mas será que vale a pena investir seu tempo e moeda nessa novidade proeza?
Começando pouco posteriormente o término da história original de Avatar: Frontiers of Pandora, From the Ashes mostra a chegada desastrosa dos Mangkwan, o Povo do Lume, ao mundo do jogo. Conhecidos pelas táticas agressivas, eles não demoram a se coligar aos humanos que fazem segmento da RDA, que veem Pandora uma vez que uma grande natividade de recursos naturais a serem explorados.
Nesse contexto, assumimos o controle de So’lek, um guerreiro poderoso que já havia aparecido anteriormente uma vez que um coligado da proeza de 2023. Ele tem uma vez que objetivo tanto evitar que a ruína causada por esse novo inimigo aumente, quanto se vingar do sofrimento que já foi causado a seus aliados e ao mundo em universal.
Essa premissa permite que From the Ashes se apresente uma vez que uma história bastante focada na ação, e que deixa de lado alguns elementos mais fracos do jogo original. Enquanto Avatar: Frontiers of Pandora tinha a intenção de oferecer a experiência completa de ser um Na’vi — o que inclui apresentar a filosofia do povo e invitar o jogador a realmente entender os ciclos, frutas e animais de seu mundo —, a expansão tem foco nos combates.
Em outras palavras, você não vai mais perder seu tempo coletando frutas ou caçando animais, mas sim elaborando táticas e reunindo equipamentos para enfrentar várias hordas de inimigos. Embora So’lek comece com uma árvore de evolução zerada, não morosidade muito até que ele se mostre um guerreiro bastante possante e que não depende tanto da furtividade para completar suas missões.
Assim, From the Ashes permite uma abordagem muito mais direta e divertida do universo criado pela Massive. Se no jogo original havia momentos em que a furtividade parecia a única opção viável, agora é verosímil adotar novas abordagens e não há momentos em que você sente que falhou porque não conseguiu conjecturar o que o jogo queria que tivesse sido sua decisão.
Ao mesmo tempo, o grande foco no combate também pode fazer com que a expansão se torne um pouco cansativa em sessões de jogo mais prolongadas. No entanto, esse não é um sentimento que se torna exagerado, principalmente oferecido o roupa de que o teor complementar tem uma duração concisa, de aproximadamente 10 horas.


O lançamento de Avatar: Frontiers of Pandora – From the Ashes aconteceu poucos dias posteriormente a Ubisoft lançar um update massivo para o jogo, que pode ser conferido mesmo por quem não comprar a expansão. Uma das mudanças que ele trouxe foi a soma de um modo em terceira pessoa, que muda bastante a experiência — e, por isso mesmo, precisa ser comentado.
Ao ser ativada, a novidade opção permite ter um controle mais completo sobre a movimentação e o posicionamento de seu personagem. Com isso, fica mais fácil entender uma vez que funcionam os sistemas de furtividade, muito uma vez que alguns dos desafios de plataforma e a navegação vertical que marca o game.
Em ressarcimento, pode permanecer um pouco mais complicado mirar nos inimigos, e o game perde um pouco a sensação de velocidade que tem no modo em primeira pessoa. O saldo final é positivo, principalmente porque a novidade é completamente opcional e é verosímil interpolar entre as duas visões simplesmente segurando um botão por alguns instantes.


Três anos posteriormente me aventurar por Avatar: Frontiers of Pandora, considero que From the Ashes foi uma ótima forma de retornar ao título. Com um novo protagonista e mais foco no combate, a expansão consegue funcionar muito muito uma vez que um pouco separado da proeza principal.
Ajuda muito o roupa de que o teor deixa de lado algumas atividades mais burocráticas do jogo original, uma vez que a procura por recursos em caçadas e os minigames necessários para coletar frutas. No entanto, zero disso funcionaria não fosse o roupa de que a Massive conseguiu fazer uma história interessante, que chega combinada a bons desafios de combate e de plataforma.
O único ponto realmente fraco da expansão é sua dublagem brasileira, que é bastante estranha — uma anomalia para a Ubisoft, que costuma ser muito boa nesse sentido. De resto, a proeza é uma bela opção focada na ação e que agrada tanto quem é fã dos Na’vi quanto aqueles que podem não ser tão familiares com esse universo.
Jogamos Avatar: Frontiers of Pandora – From the Ashes no PC com uma chave fornecida pela Ubisoft Brasil.
Avatar: Frontiers of Pandora – From the Ashes é um belo complemento para o jogo original. Com um foco maior na ação e deixando de lado alguns minigames, a expansão não é exatamente a melhor introdução ao mundo de Pandora, mas cumpre muito o papel de oferecer uma proeza com bons momentos de combate e exploração. Seu único grande perversão é a dublagem em português, que infelizmente ficou muito estranha.

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