Baldur’s Gate vai virar série da HBO e continuará a história

Baldur’s Gate vai virar série da HBO e continuará a história

3 minutos 06/02/2026

🕹️ RumbleTech senta na mesa da taverna, pede uma caneca suspeita e já avisa: isso cá é estudo com sarcasmo, reverência à obra… e pânico legítimo de adaptação de videogame pra TV (traumatismo coletivo que não passa).

🐉 Baldur’s Gate vai virar série da HBO

(ou: quando o oferecido rola perceptível… e mesmo assim a gente desconfia)

Segundo o Deadline, Baldur’s Gate vai lucrar uma série de TV, e não é qualquer uma: o projeto está nas mãos de Craig Mazin, o mesmo sujeito que comandou The Last of Us e provou que, sim, dá pra harmonizar videogame sem cometer crimes narrativos.

Até cá, tudo ótimo. Palmas. Oferecido originário 20.

Mas calma. Respira. Porque estamos falando de Baldur’s Gate, uma franquia onde escolhas importam, personagens são moldados pelo jogador e finais variam mais do que build de mago maluco.

📜 Não é remake: é prolongamento (ousado… perigosamente ousado)

Dissemelhante de The Last of Us, que recontou a história dos jogos, a série de Baldur’s Gate vai se passar depois os eventos de Baldur’s Gate 3.

Ou seja:

Isso é corajoso.
E também perigoso.

Porque BG3 terminou de milénio formas diferentes, dependendo de decisões, romances, traições, sacrifícios e escolhas moralmente duvidosas feitas pelo jogador às três da manhã.

Agora a pergunta que não quer embatucar:
👉 qual final vira “o solene”?

🎲 Mazin promete reverência (e diz que jogou 1000 horas)

Craig Mazin afirma ter pretérito quase 1000 horas em Baldur’s Gate 3. Isso é importante. Não garante zero, mas afasta o pânico repentino de alguém que só leu o resumo da Wikipédia.

Ele também declarou ser fã de Dungeons & Dragons, o que ajuda a entender o espírito da coisa:
personagens falhos, decisões cinzentas, consequências reais.

No papel, é o nome perceptível.

🧙 A escassez da Larian (e o silêncio constrangedor)

Cá entra o ponto sensível: a Larian Studios, responsável por Baldur’s Gate 3, não está diretamente envolvida na geração da série.

Isso dói um pouco?
Dói.

Mas o próprio Swen Vincke tentou acalmar os ânimos, dizendo que Mazin entrou em contato, conversou com o estúdio e demonstrou ser fã de verdade.

Tradução RumbleTech:

“Não é perfeito, mas pelo menos não ignoraram quem entende do tópico.”

🎭 Personagens, dubladores e fan service controlado

Outro ponto positivo: Mazin quer conversar com os dubladores do jogo para possíveis participações, um pouco que funcionou muito muito em The Last of Us.

Isso não é só fan service barato — é ininterrupção de identidade. A voz, no universo de Baldur’s Gate, é secção necessário do personagem. Mudar tudo sem critério seria pedir problema.

🧠 Estudo fria (com o coração apreensivo)

Essa série pode dar muito perceptível ou muito inverídico, sem meio termo.

Por quê?

  • Baldur’s Gate não é linear

  • não tem protagonista único definido

  • não tem “história solene” clara

  • e depende muito da liberdade do jogador

Transformar isso em narrativa fixa exige escolhas duras. Alguém vai se sentir traído. Sempre.

Mas… se alguém tem histórico recente de saber mourejar com material sensível, é a HBO com Mazin.

🧾 RumbleTech fecha com ceticismo saudável

A teoria é supimpa.
O nome é potente.
O instituidor parece respeitar a obra.

Mas adaptação de RPG não perdoa erro.

Se a série entender que Baldur’s Gate não é sobre salvar o mundo, mas sobre uma vez que você escolhe salvá-lo (ou não), pode transpor um pouco histórico.

Se virar só “fantasia genérica com orçamento cocuruto”… aí o oferecido cai em 1.

E o RumbleTech encerra com a sabedoria eterna do jogador veterano:

“Se tirar a escolha do RPG, sobra só o dragão.” 🐉🎲

Fonte

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