Beast of Reincarnation – Análise – Vale a Pena – Review

Beast of Reincarnation – Análise – Vale a Pena – Review

9 minutos 03/08/2026

Game Freak é a lendária desenvolvedora por trás da série Pokemon, mas fora essa franquia que todos conhecem, o estúdio teve poucas oportunidades para mostrar estilos e jogos diferentes, Beast of Reincarnation é uma dessas raras oportunidades onde os talentos da Game Freak estão livres para testar com coisas novas. Mas Beast of Reincarnation é realmente bom? É o que vamos deslindar na estudo de hoje.

Beast of Reincarnation é um jogo de ação e proeza ambientado num Japão pós-apocalíptico com um combate mais cadencioso e preciso, num estilo muito similar a Sekiro, mas com uma ambientação e direção de arte que remete diretamente a jogos uma vez que Nier Automata e Stellar Blade.

Nós controlamos Emma, a última esperança da humanidade contra a Besta da Reencarnação, ser mítico que reencarnou e procura destruir tudo. Emma é capaz de controlar a pestilência, umas espécie de praga que assola o mundo e agora ela tem a missão de permanecer poderoso o suficiente para conseguir vencer a Besta da reencarnação.

Beast of Reincarnation – Análise – Vale a Pena – Review

Na sua jornada ela faz amizade com Ko, um lobo pestilento que luta ao nosso lado e é um suporte ativo nas batalhas, tal qual Torgal em Final Fantasy 16. Vai ser difícil falar sobre Ko sem atiçar a quinta série interno, já que o jogo traz muitas mecânicas para ele dentro e fora de combate, com Emma precisando amimar, fomentar e limpar o Ko incessantemente para ele permanecer mais poderoso. Ele é um companheiro extremamente útil no combate, portanto dê atenção ao Ko sempre que verosímil que com certeza vai te ajudar na jornada.

De forma universal, a história é competente o suficiente para te fazer prestar atenção, ela até tem uma premissa muito interessante mas já foi usada tantas vezes em tantos jogos recentes que meio que vira “Mais do mesmo”, mas pelo menos os personagens tem um manifesto nível de carisma que ajudou a me manter interessado no que estava acontecendo.

O jogo é dividido em mapas de semi mundo acessível onde você pode explorar com Emma enquanto enfrenta diversos inimigos no caminho, o combate é muito interessante e é o ponto mais cumeeira do jogo. Emma usa Katanas e tem uma quantidade absurda de golpes que vamos desbloqueando ao longo da jornada e ao combinar certas ações com Ko, o firmamento é praticamente o limite.

Beast of Reincarnation também tem uma verticalidade muito subida, Emma tem um pulo duplo muito generoso através da pestilência que cresce do cabelo e também uma espécie de progresso frontal ao fazer uma ponte de madeira para você mesmo passar, isso da uma extra para a exploração muito interessante e também pode ser usado no combate de forma agressiva.

Apesar das inúmeras habilidades que podemos desbloquear para Emma, o combate realmente se resume a uma única coisa: parry. Os inimigos tem uma barra de postura que é preenchida com ataques e defesas perfeitas, a árvore de habilidades gigantesca no término não importa muito porque desde que você consiga ajustar o parry, o jogo fica muito fácil. Joguei na dificuldade padrão e senti que apesar de um magnífico sistema de combate muito multíplice e robusto, o jogo irregularidade em te incentivar a usar ele, já que acabamos sempre voltando ao substancial no parry por eficiência e por quão inviável é jogar sem usar essa mecânica. É uma vez que se você tivesse uma Ferrari monstruosa na garagem mas a sua cidade tem um limite supremo de 40km/h em toda estrada e você não tem incentivo para usar todo o potencial do que tem.

Infelizmente sinto que essa segmento de “potencial esbanjado” permeia por todos os aspectos do jogo. Por exemplo, o primeiro planta me empolgou bastante ao ver a verticalidade que Emma tem para explorar e o quão lícito seria olhar cada cantinho para buscar upgrades, melhorias e permanecer mais poderoso de forma universal. Nesse momento senti que o jogo tinha o potencial para ser incrível e um dos melhores do ano. Acontece que Ko estraga completamente a vontade de explorar, pois ele enxerga tudo o que tem no planta a vários metros de intervalo e marca pra você na HUD, tirando completamente o tesão da invenção. Entendo que essa seria uma mecânica útil uma vez que opção de acessibilidade no menu, mas sequer tem uma vez que desligar,. Pra mim, não faz sentido ter um planta lícito de olhar e só de trespassar andando eu vou ver 90% das coisas sem nem precisar procurar.

Beast of Reincarnation – Análise – Vale a Pena – Review

Outro agravante da exploração é uma vez que o jogo não só tem zero incentivo para o jogador ser curioso, uma vez que ele te penaliza diretamente por essa curiosidade. No primeiro planta estava muito empolgado e fui olhando cada cantinho, acontece que encontrei 2 lugares que a quest principal me levaria no horizonte para pegar chaves essenciais para seguir pro segundo planta, mas essas chaves não estavam lá e só apareceram depois que a missão delas se tornou ativa, fazendo a exploração prévia de antes se tornar quase que uma completa perda de tempo.

Isso leva ao outro tópico que acredito ser o maior defeito do jogo, Beast of Reincarnation é grande demais pra sua proposta e tem um inchaço tão grande no meio da jornada que não faz sentido subsistir. O jogo leva muro de 20 a 30 horas para zerar, dependendo do ritmo e estilo de jogo do jogador, mas a verdade era que dava pra trinchar metade ou até mais disso e ser um jogo de 10-15 horas.

Temos muro de 13 mapas no totalidade (contando com as áreas pequenas da história que são obrigatórias), com o primeiro sendo muito lícito causando um grande impacto com as possibilidades de exploração, combate e direção de arte, mas depois disso o jogo é a mesma coisa por pelo menos uns 7 a 8 mapas pra só portanto na reta final as coisas ficarem interessantes de novo, tanto do ponto de vista da história, direção de arte e até mesmo combate, já que muitos chefes da história principal são reciclados dentro da própria história posteriormente, mudando exclusivamente a cor mas mantendo até a mesma animação de morte.

Esteticamente falando, o primeiro planta é muito bonito com toda aquela floresta decaída em cima dos sobras da cultura humana e tal, aí o segundo é a mesma coisa, o terceiro, o quarto, o quinto…. Não demorou muito para fustigar o cansaço visual e as coisas simplesmente nunca mudavam. Somente no término que o jogo traz alguma variação lícito de cenários. Junte isso ao veste do combate não escalonar muito muito nas coisas básicas, reciclagem de chefes na história, a exploração ser tediosa e você terá a fórmula perfeita da mediocridade, com 15 horas de jogo sendo a mesma coisa e eu torcendo pra que simplesmente acabasse logo.

Não me entendam mal cá, eu não achei o jogo de todo ruim, as primeiras e últimas horas são boas e o combate de forma universal diverte, mas essa barrigada de mesmice que ele tem muito no meio prejudicou demais a percepção uma vez que um todo. Não adianta o primeiro planta suscitar uma boa sensação com a direção de arte se o jogo vai te cansar de ver a mesma coisa pelas próximas 15 horas.

Sinto que decidiram intumescer o jogo pelo simples veste de querer intumescer, seja porque o diretor queria um jogo maior pra aprazer um público que se não tiver 30 horas de exploração nem compra, ou executivo que não entende muito muito de videogame e quer impor esse tipo de coisa mesmo assim, mas o veste é que o resultado final do jogo uma vez que um todo não reflete a qualidade das primeiras e últimas horas.

A única coisa nesse meio do jogo que realmente dava um resplendo e amenizavas os problemas era a trilha sonora, que é muito marcante e tem claras inspirações na trilha de Nier. Passear pelos cenários com aquela musiquinha calma é uma sensação muito boa, uma pena que o jogo decidiu saturar isso de todas as formas.

Beast of Reincarnation – Análise – Vale a Pena – Review

Por término, temos um último problema sério que é a performance, a estudo foi feita em um Playstation 5 base e apesar de não encontrar quase nenhum bug no percurso da jornada, o jogo tava quase se desfazendo na minha frente de tão mal que rodava. O FSR é usado de forma extremamente agressiva mesmo selecionando o modo qualidade no PS5, ao ponto de que artefatos de todos os tipos surgem. Não consigo fincar qual versão do FSR o jogo utiliza por não ter as ferramentas necessárias pra uma estudo mais minuciosa, mas definitivamente não é a mais recente que o PS5 consegue usar já que existem artefatos de reconstrução de imagem que era problema lá nas primeiras versões da tecnologia e estão presente cá.

Ao usar o FSR com uma solução tão baixa para fazer upscaling pra 4K, o lumem, tecnologia de traçado de luz da Unreal Engine, também quebrou completamente, caminhar na base de noite mostrava uma vez que zero na iluminação funcionava recta e ao tentar limpar o Ko você sequer via o que estava acontecendo.  Na estudo em vídeo você vai poder ver bons exemplos do que citei supra: artefatos de reconstrução, problemas de nitidez devido ao FSR invasivo e o Lumem tão quebrado que o cenário todo começa a piscar parecendo que o jogo vai liquidificar muito na sua frente.

Game Freak não é conhecida por seu esplendor técnico, mas todos pensavam que era por conta de ter que trabalhar incessantemente com o Nintendo Switch que é um hardware muito fraquinho, mas mesmo no PS5 eles entregaram um tanto que até da pra tolerar se você tiver com muita força de vontade, mas chegou muito próximo do injogável em muitos momentos.

Mas e aí, Beast of Reincarnation vale a pena?

Beast of Reincarnation – Análise – Vale a Pena – Review

Beast of Reincarnation tem um combate muito jocoso para quem gosta de um tanto mais cadencioso, mas a exploração e variedade de mapas caiu numa mediocridade tão grande que é difícil fazer uma recomendação imediata para aqueles que não são tão fãs desse tipo de gameplay. Dê uma olhada nos vídeos para ver se o combate é o suficiente para te vender o jogo, a performance também é um problema portanto pode valer a pena esperar uns patches de correção antes de comprar.

É sem dúvidas um jogo que, com algumas ressalvas, vai divertir e é recomendável desde que você saiba o que está comprando. Não espere uma jornada super engajante com vários personagens legais, mas com as expectativas certas é um bom jogo para passar o tempo.

Estudo feita com uma chave para PS5 cedida pela publisher.

Resumo para Preguiçosos

Desenvolvido pela Game Freak, Beast of Reincarnation é um jogo de ação com combate marcante focado em parry, mas que acaba prejudicado por uma exploração cansativa e um inchaço desnecessário de teor em sua campanha de até 30 horas. A jornada de Emma ao lado de seu lobo Ko traz momentos brilhantes no início e no término, além de uma magnífico trilha sonora inspirada em Nier, mas peca pela subida reciclagem de cenários e chefes ao longo do meio da proeza.

Prós

  • Combate muito feito com uma ritmo deleitável
  • Trilha sonora deleitável

Contras

  • Chefes reciclados
  • Jogo é inchado demais e cai na mesmice por mais da metade do tempo
  • Performance quase no limite do intolerável

Fonte

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