Blizzard pode lançar novas expansões para Diablo II

Blizzard pode lançar novas expansões para Diablo II

3 minutos 12/02/2026

🧙‍♂️ Diablo II pode lucrar mais expansões… e eu estou tentando não chorar de emoção…

Eu estava lá.

1999 com monitor de tubo. Mouse com bolinha. Internet discada berrando no fundo. E no meio daquele ritual tecnológico caótico… surgia o portal vermelho.

Diablo II não foi exclusivamente um jogo. Foi uma quadra. Foi a gênese de madrugadas farmando Mephisto, discutindo builds de Bárbaro e tentando entender por que diabos aquele item único nunca caía.

E agora, em pleno 2026, depois o lançamento de Reign of the Warlock, a Blizzard simplesmente sugere que… talvez… possamos ter mais expansões.

Respire comigo.

🔥 Reign of the Warlock foi só o início?

O DLC Reign of the Warlock, que trouxe a inédita classe Bruxo para Diablo II: Resurrected, pegou todo mundo de surpresa.

Uma novidade classe em Diablo II depois de quase 25 anos?

Isso já seria ousado.
Mas agora a Blizzard indica que, dependendo da recepção da comunidade, isso pode furar portas para:

  • Novas expansões.

  • Ajustes de classes antigas.

  • Teor suplementar estruturado.

  • Evolução do próprio Resurrected.

E cá fala o fã veterano: isso é território sagrado.

🗣️ A Blizzard está ouvindo — e isso importa

Segundo Timothy Vasconcellos e Matthew Cederquist, tudo dependerá da crédito da comunidade.

Eles deixaram simples:

Se os jogadores sentirem que o legado foi respeitado…
Se acreditarem que o espírito de 1999 foi preservado…
Logo o horizonte pode ser maior do que imaginamos.

E esse é o ponto-chave.

Mexer em Diablo II não é porquê atualizar um live service moderno. É mexer em uma relíquia. É tocar numa pedra rúnica que sustentou uma geração inteira de ARPGs.

⚔️ Dois Diablo II coexistindo — e isso é genial

Talvez o pormenor mais importante da enunciação da Blizzard seja nascente:

Agora existem dois “espaços” distintos:

  • O Diablo II: Resurrected original, preservado.

  • O Reign of the Warlock, onde mudanças e expansões podem evoluir.

Isso significa que quem quiser jogar o D2 clássico, intocado, poderá fazê-lo.

E quem quiser testar o novo ciclo evolutivo poderá entrar no “ramo expandido”.

Isso é perceptibilidade de arquimago.

Preserva o pretérito.
Permite testar o horizonte.

Sem sacrificar a núcleo.

🪓 E se mexerem nas classes clássicas?

Cederquist chegou a mencionar a possibilidade hipotética de modificar classes porquê o Bárbaro.

E cá, porquê alguém que fez build Whirlwind antes de muita gente saber o que era meta, eu digo:

Mexer em classe clássica é mandinga frágil.

Mas a Blizzard garantiu que qualquer mudança seria feita com:

E isso é fundamental.

Porque Diablo II não é exclusivamente sistema. É memória coletiva.

🌋 O que isso pode valer no horizonte?

Se Reign of the Warlock for muito recebido, podemos estar diante de um pouco inédito:

Uma risca opção de expansão contínua para Diablo II.

Não exclusivamente patches.
Não exclusivamente eventos sazonais.
Mas teor real, estruturado.

Novas áreas?
Novos chefes?
Novos sistemas endgame?
Rebalanceamentos ousados?

O potencial é gigantesco.

E, francamente… emocionante.

🧙‍♂️ O peso da nostalgia — e a responsabilidade

Há um pouco quase poético nisso tudo.

Enquanto Diablo IV evolui com temporadas, sistemas complexos e expansões modernas…

Diablo II permanece porquê o grimório original.

O livro que ensinou o mundo a amar loot, builds e progressão infinita.

Se a Blizzard conseguir expandir esse universo sem quebrar sua espírito… estaremos vivendo um dos momentos mais raros da indústria:

A evolução respeitosa de um clássico integral.

💀 Eu, porquê fã dos anos 90…

Eu já passei horas tentando dropar uma Windforce.

Eu já fiz runs de Baal até o amanhecer.

Eu já perdi personagem Hardcore por incúria.

E saber que Diablo II ainda pode crescer… ainda pode surpreender… ainda pode receber novas expansões…

É um pouco que eu nunca imaginei há 20 anos.

Se esse é o início de uma novidade era para o jogo que definiu os ARPGs modernos…

Logo preparem seus grimórios.

Porque o Inferno pode ter mais capítulos do que pensávamos.

Fonte

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