Início » Borderlands 4 e o Switch 2: Nintendo obriga melhorias

A Nintendo agradece, o fã de PC ri e o jogador de console paga o pato.
Olha, não importa se o Switch 2 veio com tela de OLED 2.5, carregador vendido separado e preço que faz até RTX 5090 parecer promoção. Se é Nintendo, a comunidade vira párvulo em loja de rebuçado: ninguém questiona, só compra.
E aí vem o Randy Pitchford, o mágico da Gearbox, pra expressar que a máquina é “awesome, awesome”. Bicho, se esse face elogia com duas palavras repetidas, é porque tá tentando convencer até a si mesmo. Mas venustidade: marketing é isso aí, e a Gearbox não é novata nesse joguinho.
Enquanto todo mundo ainda tá brigando na internet se o Switch 2 é portátil, console de mesa ou calculadora tunada, a Gearbox já aproveitou a deixa: Borderlands 4 vai rodar nele.
Aí o fã fica naquela esperança: “Caraca, agora vou poder jogar Borderlands até na fileira do banco!”. Spoiler: vai, mas com a bateria derretendo mais rápido que sorvete em Cuiabá.
O Pitchford deixou evidente que o Switch 2 “não vai desacelerar tão cedo”. Óbvio, né? Seis milhões de unidades vendidas em três dias. Isso não é console, é tráfico de felicidade legalizado.
A segmento mais engraçada é o exposição: “O Switch 2 mantém os cartuchos físicos porque os jogadores querem sentir o jogo na mão”. Irmão, eu senhoril físico, tenho prateleira enxurro cá. Mas cartucho em 2025 é tipo fita VHS: nostálgico, bonito, mas quem usa mesmo é porque tá recluso no tempo.
E a galera da Nintendo ainda vende isso uma vez que feature revolucionária. Enquanto isso, no PC, eu instalo Borderlands 3 em SSD NVMe em 14 segundos e ainda sobra tempo de fazer miojo.
O face manda: “Eu senhoril a plataforma e quero trazer mais jogos pra ela.” Tradução: “Enquanto tiver fã comprando, vou portar até Borderlands: The Pre-Sequel Director’s Cut Remastered Turbo Deluxe”.
É sempre assim: quando a base de usuários é gigante, as empresas aparecem com aquele sorriso de tio vendedor de enciclopédia.
Mas, evidente, não falou de outros projetos. Isso aí só quando tiver Nintendo Direct, com o logo da Gearbox explodindo na tela e fãs chorando uma vez que se fosse final de Champions League.
Uma coisa é inegável: a Nintendo acertou no formato híbrido. Quer jogar na TV? Vai. Quer jogar no metrô? Vai também. Quer jogar no banheiro? Parabéns, o Switch foi feito pra isso. O Switch 2 é o mesmo esquema, só que com mais potência e menos desculpas pra rodar a 30 FPS.
Mas olha só: quando a Nintendo fala em “portabilidade revolucionária”, eu lembro que o meu Steam Deck já fazia isso anos detrás, rodando Elden Ring na privada enquanto o Switch suava pra segurar Pokémon sem liquefazer.
Agora, tecnicamente falando, o Switch 2 tem:
Chip customizado (porque Nintendo adora dar nome bonito pra hardware da NVIDIA reciclado).
Suporte a cartuchos de maior capacidade (basicamente, Blu-Ray de bolso).
Uma livraria que mistura nostalgia de Game Boy com tentativas modernas de ser adulto.
E Pitchford vem elogiar uma vez que se fosse a oitava maravilha do mundo. O face fala de “estabilidade entre moderno e físico”. Traduzindo: “É velho, mas parece permitido, e vocês vão remunerar por isso”.
No Switch 2: você coloca o cartucho, espera a atualização de 12 GB e reza pra não faltar espaço no microSD.
No PC: você baixa 100 GB em 15 minutos (se tiver fibrilha), mete mod de textura 4K e pronto.
Switch 2 tem charme? Tem. Mas PC é aquele companheiro que chega na resenha com sege turbo, ar-condicionado e banco de pele. O Switch chega de bicicleta com buzina engraçada. Todo mundo acha fofo, mas só um leva você de verdade pra longe.
CD Projekt Red elogiou o Switch 2 dizendo que vai manter lançamentos físicos. Aham. A mesma empresa que lançou Cyberpunk bugado até em PC Master Race agora vai bancar o tradicionalista com cartucho. Isso é igual político em campanha: exposição lindo, verdade caótica.
Vamos ser sinceros: Borderlands sempre foi um festival de loot, piada ruim e tiro pintado. Funciona? Funciona. Mas no Switch 2 a gente sabe uma vez que vai ser:
Solução adaptativa: ou seja, vira PowerPoint portátil quando tem explosão demais.
FPS instável: 60 prometido, 40 na prática, 20 se tiver quatro players em co-op.
Cartucho Deluxe de R$ 499 com capote metalizada e chaveiro de Claptrap.
E o fã vai comprar sorrindo, porque Nintendo tem esse superpoder de hipnotizar.
Pitchford promessa que o Switch 2 não vai perder ritmo. Rostro, todo console perde. O primeiro Switch foi hit, mas depois ficou dependendo de port e remake. Vai ser igual cá. A diferença é que o Switch 2 tem mais fôlego inicial, mas não espere que ele vire um PC gamer de bolso.
É console de Pokémon, Mario e Zelda. Borderlands é só visitante.
A real é a seguinte:
Nintendo vende hardware com espírito de nostalgia e preço de horizonte distópico.
Gearbox aproveita a carona pra empuxar Borderlands 4.
Pitchford aparece uma vez que rabino de cerimônias, vendendo esperança uma vez que se fosse show de mágica.
E a fanbase compra tudo, feliz, porque no termo o que vale é gritar: “Nintendo fez de novo!”.
Enquanto isso, no PC, a gente só dá risada, instala mod, paga mais barato e ainda roda no Ultra.
O Switch 2 é sim uma máquina competente, com design híbrido esperto e força de marca absurda. Mas vamos parar de fingir que é o Santo Graal da tecnologia. É mais do mesmo, mas muito embrulhado.
E o Borderlands 4? Vai ser risonho, caótico e referto de loot. Mas não importa o que digam, no Switch 2 vai rodar com jeitinho de demo técnica otimizada no susto.
Moral da história: a Nintendo vende charme, a Gearbox vende hype, e quem realmente ganha é o PC Master Race, porque a gente vai rodar Borderlands 4 a 120 FPS, enquanto o Switch 2 segura as pontas a 720p no busão.

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