CEO da Larian Studios propõe que jornalistas de jogos também deveriam receber notas e gera polêmica

CEO da Larian Studios propõe que jornalistas de jogos também deveriam receber notas e gera polêmica

2 minutos 30/01/2026

O CEO da Larian Studios, Swen Vincke, voltou a motivar controvérsia com declarações publicadas nas redes sociais, sugerindo que jornalistas e críticos de jogos também deveriam ser avaliados por um sistema de notas semelhante ao Metacritic. A teoria, segundo ele, seria incentivar mais “moderação” nas críticas. O observação provocou reações negativas imediatas da comunidade e de profissionais da prelo especializada.

A publicação original foi apagada, mas o teor permaneceu disponível e gerou grande repercussão. Nela, Vincke afirma que palavras duras causam danos reais e que ninguém deveria precisar “produzir calos na psique” somente para publicar um tanto. A proposta de qualificar jornalistas de harmonia com a recepção de seus textos foi interpretada porquê uma tentativa de deslegitimar a sátira profissional.

Diversos nomes da indústria de jogos responderam de forma sátira à sugestão de Vincke. O jornalista Jeff Gerstmann, ex-GameSpot e Giant Bomb, ironizou a fala, afirmando que o executivo não suportaria o tipo de hostilidade que críticos enfrentam por anos a fio. Chris Tapsell, do Eurogamer, também comentou sarcasticamente, apontando o paradoxal de se julgar a sátira com critérios subjetivos.

You can review me, but the moment you let your personal opinion get in the way of objectively reviewing my wordread, just know you’ve just lost all credibility as a critic critic!

Chris Tapsell (@christapsell.bsky.social) 2026-01-28T09:36:05.358Z

A discussão em torno das declarações ocorre em seguida outras falas polêmicas de Vincke sobre o uso de perceptibilidade sintético na produção de jogos. Ainda que ele tenha recuado parcialmente em situações anteriores, o novo posicionamento reacende o debate sobre a relação entre criadores de jogos e a prelo.

O cerne da polêmica está na tentativa de controlar a narrativa sobre os jogos, mormente em um mercado onde a sátira profissional ainda é uma utensílio importante para o consumidor. A teoria de calcular jornalistas não leva em conta o papel da subjetividade e da estudo técnica envolvida em uma resenha, além de transfixar margem para retaliações públicas.

Vincke não explicou quem seriam os avaliadores dos jornalistas ou porquê esse sistema funcionaria na prática. Por ora, o incidente contribui para a crescente tensão entre desenvolvedores e a prelo especializada, principalmente em um envolvente online onde críticas negativas muitas vezes geram ataques coordenados.

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