ChromaGun 2: Dye Hard Review – Para os órfãos de um novo Portal

ChromaGun 2: Dye Hard Review – Para os órfãos de um novo Portal

5 minutos 12/02/2026

Ter um supimpa gameplay é o suficiente para fazer a experiência de um jogo ser bem-sucedida, embora sua narrativa e outras alegorias não sejam. ChromaGun 2 é esse tipo de exemplo, em que toda a sua espírito está no gameplay e no seu maleável level design, que lembra muito a experiência da franquia Portal, da Valve.

Tivemos a oportunidade de jogar ChromaGun 2 na Gamescom do ano pretérito e saímos com uma ótima sentimento, mas agora chegou a hora de revelarmos se a sequência vai conseguir manter nossa subida expectativa pelo game.

Com lançamento para o dia 12 de fevereiro de 2026 para as plataformas PC (Steam e Epic Games Store), PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, será que ChromaGun 2 vai conseguir a atenção dos jogadores fascinados por jogos baseados em puzzles, e principalmente dos órfãos de Portal?

Confira mais uma estudo do Combo Infinito e descubra se ChromaGun 2: Dye Hard é tudo isso mesmo!

Um noção para justificar a experiência

ChromaGun 2 não possui uma história muito desenvolvida, com um grande elenco de personagens e um desfecho marcante. Cá o jogador estará diante de um noção que justifica a experiência de gameplay que o jogo quer proporcionar. Todavia, há um elemento de destaque, nosso guia. O protagonista do jogo acorda em uma espécie de laboratório, cuja função é realizar testes com a arma ChromaGun.

Uma irregularidade no universo ramificado colapsa as linhas do tempo, e o jogador empunha uma ChromaGun aprimorada para estabilizar as realidades quebradas, enquanto a gerência da ChromaTec insiste que tudo está completamente sob controle. Posteriormente uma breve apresentação, fica clara a inspiração deste guia, que nos seguirá por diversos cenários fazendo piadas ruins e explicando mais sobre o papel do protagonista, em clara referência à GLaDOS da franquia Portal.

Entre capítulos, o jogador deve viajar por diversas realidades alternativas semelhantes à sua, mas com uma estética dissemelhante, e coletar um item bastante importante. E é exatamente isso que ChromaGun 2 propõe porquê narrativa para o jogador. Enfim, seu grande foco está na solução de puzzles e momentos de plataforma que exigirão bastante do seu raciocínio.

Por termo, o grande destaque está no carisma desses guias, que se diferenciam para cada verdade que você visitante.

É cá que a magia acontece

Se você jogou Portal e nutriz a forma porquê a Valve criou aquele game design, ChromaGun 2, dadas as devidas proporções, vai te aprazer. Para quem desconhece essa franquia, o primeiro jogo foi lançado em 2015 e usa as cores porquê artifício de mecânicas. Embora o primeiro game tenha recebido uma recepção mediana pela sátira, esta sequência corrigiu erros de seu predecessor, ampliou as mecânicas, as ideias e o nível de duelo para os jogadores. Isso, na prática, é uma lição de game design criativo, maleável e totalmente mutável. Cada cor tem uma combinação, e essa combinação irá agir de uma forma dissemelhante dentro do cenário. Um pormenor, é principal entender as combinações das cores primárias. Volte ao primordial, onde você aprendeu que a cor virente misturada com a cor amarela dá vida à cor azul. Toda essa teoria de memorização de combinação das cores é a espinha dorsal da experiência deste jogo.

Basicamente você deve usar as cores presentes em sua ChromaGun, vermelho, azul e amarelo. Inicialmente você só usa a amarela para cromatizar uma esfera flutuante e também cromatizar quadros espalhados pelo cenário com a mesma cor para furar portas. É basicamente isso o núcleo de gameplay de ChromaGun 2. Todavia, conforme você avança, o nível de dificuldade aumenta e as combinações de cores começam a lucrar mais espaço dentro dos cenários.

Todo o uso de cores tem influência nos cenários e não exclusivamente na solução de puzzles com as bolas flutuantes que você deve cromatizar. É verosímil acessar locais secretos usando as cores em pontos específicos, porquê dutos de ventilação e caixas específicas. Essa dinâmica suplementar te levará a áreas secretas que recompensarão o jogador com colecionáveis ou servirão porquê forma de caminho para seguir na solução de puzzles do cenário.

Mas enfim, ChromaGun 2: Dye Hard é tudo isso mesmo?

Uma vez que um resultado que melhora seu predecessor, ChromaGun 2: Dye Hard é o título a ser recomendado para os amantes de games de puzzles. Com claras influências da franquia Portal, ele consegue ser real e criativo usando as cores porquê o elemento meão de toda sua experiência.

Esqueça narrativa e trilha sonora, o foco cá é o gameplay reptante, que exigirá um siso de memorização de combinações de cores e te punirá se errar qualquer combinação. Embora sua fraca presença narrativa traga momentos engraçados, porquê eu disse anteriormente, não é o grande foco do jogo. Se você é um órfão da franquia Portal, mas curte jogos de puzzles, ChromaGun 2 é uma ótima pedida.

Minha única salvaguarda é a falta de um save recorrente entre uma sala e outra. Às vezes você não consegue seguir no puzzle por erros na hora de usar as cores, e não consegue recarregar um ponto próximo. O jogo só recarrega o capítulo inteiro. Outro ponto que me incomodou é a falta de variedade nos aspectos dos cenários, tudo é branco e segue a mesma risca de raciocínio das realidades anteriores. O jogo poderia mudar a perspectiva dos cenários, a forma porquê se comportam, muito porquê sua caracterização, e oferecer mais nuances.


Veredito:

ChromaGun 2: Dye Hard entrega uma experiência focada em puzzles inteligentes e level design criativo, claramente inspirado em Portal. A narrativa é simples, mas o gameplay brilha com mecânicas de cores desafiadoras. Falta variedade visual e checkpoints melhores, mas é altamente recomendado para fãs do gênero.
João Antônio

von 10

2026-02-12T17:47:23-0300

Fonte

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