Clair Obscur: Expedition 33 perde prêmios em evento indie após…

Clair Obscur: Expedition 33 perde prêmios em evento indie após…

3 minutos 22/12/2025

Uso de IA levou à desqualificação

Clair Obscur: Expedition 33 foi um dos maiores destaques de 2025, acumulando elogios da sátira, prêmios importantes e uma recepção extremamente positiva do público. No entanto, mesmo em seguida uma campanha consagradora e uma presença marcante em premiações globais, o RPG acabou se tornando o núcleo de um novo debate: o uso de perceptibilidade sintético generativa no desenvolvimento de jogos.

Essa discussão iniciou quando Clair Obscur: Expedition 33 foi desqualificado do Indie Game Awards, perdendo dois prêmios que já havia conquistado, incluindo o de Jogo do Ano. O motivo foi a constatação do uso pontual de IA generativa durante o processo de produção. Segundo os organizadores do evento, o estúdio Sandfall Interactive não informou previamente o uso de recursos gerados por perceptibilidade sintético no desenvolvimento.

De combinação com o transmitido solene do evento, existe uma política rígida contra o uso de IA generativa em qualquer lanço do processo criativo. Uma vez que resultado, ao confirmar que houve esse tipo de utensílio envolvida, o jogo foi maquinalmente desclassificado.

Com isso, Clair Obscur: Expedition 33 perdeu oficialmente os prêmios de Jogo do Ano e Jogo de Estreia, mesmo em seguida já ter sido anunciado uma vez que vencedor.

Estúdio se pronuncia e esclarece situação

Posteriormente a repercussão, a Sandfall Interactive divulgou um transmitido explicando o ocorrido. Segundo o estúdio, a IA generativa foi usada exclusivamente de forma experimental e limitada, ainda em 2022. Essas ferramentas serviram exclusivamente para a geração de texturas provisórias, utilizadas internamente durante o desenvolvimento inicial. O estúdio destaca que essas texturas não faziam secção da versão final planejada para o jogo.

De combinação com a desenvolvedora, os recursos provisórios acabaram passando pelo controle de qualidade e chegaram à versão de lançamento por miragem. Logo que o problema foi identificado, as texturas foram removidas em até cinco dias e substituídas pelas versões finais criadas por artistas humanos.

“Quando as primeiras ferramentas de IA ficaram disponíveis em 2022, alguns membros da equipe experimentaram brevemente com elas para gerar texturas provisórias. Posteriormente o lançamento, as instâncias de textura provisória foram removidas em até cinco dias e substituídas pelas texturas corretas que sempre estiveram previstas para o lançamento, mas que foram omitidas durante o processo de controle de qualidade.”

No mesmo transmitido, a Sandfall Interactive também esclareceu que não há nenhum elemento criado por IA generativa presente atualmente em Clair Obscur: Expedition 33. O estúdio explicou ainda que utilizou recursos 3D pré-existentes do Unreal Engine Marketplace, um tanto generalidade na indústria, e que nenhum desses materiais acabou gerado por perceptibilidade sintético.

Um debate que vai além

A situação trouxe debates sobre os limites do uso de IA generativa nos games, mormente em produções independentes. Enquanto alguns defendem que essas ferramentas podem apressar processos e reduzir custos, outros argumentam que a IA prenúncio diretamente o trabalho criativo e artístico humano.

Nomes importantes da indústria já se posicionaram sobre o tema, uma vez que Swen Vincke, da Larian Studios, Daniel Vávra, da Warhorse, e Hideo Kojima, que recentemente afirmou que a IA é um caminho sem volta.

Independentemente do posicionamento, o caso de Clair Obscur: Expedition 33 mostra uma vez que o debate está longe de rematar.

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Manancial: IGN

Fonte

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