Cofundador da Warhorse, de Kingdom Come, sai em defesa da Larian…

Cofundador da Warhorse, de Kingdom Come, sai em defesa da Larian…

3 minutos 18/12/2025

Daniel Vávra sai em resguardo da Larian

Divinity acabou se tornando o meio de um debate muito maior do que um simples proclamação de jogo. Em seguida a Larian Studios confirmar o uso pontual de lucidez sintético em fases iniciais de desenvolvimento, a reação negativa de secção da comunidade reacendeu uma discussão antiga sobre o papel da tecnologia criativa na indústria.

A polêmica ganhou força depois que Swen Vincke explicou que a IA serve unicamente porquê pedestal em ideias preliminares, textos temporários e apresentações internas. Ainda assim, muitos jogadores interpretaram a prática porquê um risco direto ao trabalho criativo humano.

Diante da repercussão, Daniel Vávra, cofundador da Warhorse Studios e diretor da franquia Kingdom Come: Deliverance, decidiu se posicionar publicamente. Em uma longa publicação nas redes sociais, ele defendeu a Larian e afirmou que praticamente todos os estúdios já utilizam ferramentas de IA de forma semelhante.

Segundo Vávra, a reação exagerada lembra movimentos históricos de repudiação tecnológica. Ele comparou o momento atual à resistência contra máquinas a vapor no século XIX e afirmou que a lucidez sintético não vai desvanecer, independentemente da oposição.

Vávra deixou evidente que não é entusiasta de arte gerada por IA. Ainda assim, ele acredita que a tecnologia pode mitigar tarefas cansativas e repetitivas, permitindo que artistas, escritores e designers foquem no que realmente importa.

Para o diretor, a IA pode ajudar principalmente em conteúdos genéricos, porquê falas menores de NPCs ou variações de diálogo sem peso narrativo. Já cenas principais, atuações importantes e momentos-chave continuariam sob responsabilidade humana.

Uma visão pragmática sobre o porvir

Aliás, Vávra apontou que o maior problema da indústria atual está no tempo e no dispêndio de produção. Jogos levam anos, envolvem centenas de pessoas e consomem orçamentos gigantescos. Nesse cenário, qualquer utensílio que reduza desgaste pode furar espaço para projetos mais criativos.

Ele também destacou que a IA pode permitir o retorno de gêneros nichados e reduzir a obediência de grandes publicadoras. Na visão do diretor, isso pode resultar em mais jogos, mais variedade e novas ideias, mesmo que nem todas tenham subida qualidade.

Para Vávra, resistir ao progresso da IA é inútil. Ele acredita que a tecnologia vai redefinir funções, transformar fluxos de trabalho e mudar completamente a forma porquê jogos são feitos. O repto, portanto, não é impedir seu uso, mas estabelecer limites claros e responsáveis.

Comente o que você acha do uso de IA no desenvolvimento de jogos, compartilhe com os amigos e não deixe de seguir nossas últimas notícias e análises de séries e jogos.

Fontes: Daniel Vávra (X)



Fonte

Conteúdos que podem te interessar...