Início » Control Resonant Hands-off: Maior e ambicioso, mas sem perder a…
Control Resonant Hands-off: Maior e ambicioso, mas sem perder a…
6 minutos04/03/2026
O Combo Infinito participou recentemente de uma apresentação hands-off de Control Resonant, novo capítulo do universo da Remedy, a invitação da Remedy Entertainment.
Saí da experiência com a clara sensação de que o estúdio pretende entregar alguma coisa maior, mais crédulo e cobiçoso do que o primeiro jogo, mas sem transfixar mão da identidade único que tornou Control tão marcante.
Logo de início, ficou evidente que a proposta de Resonant é a de um RPG de ação com identidade própria. Na presença do Diretor Criativo Mikael Kasurinen e Designer Principal de Jogabilidade Sergey Mohov, em vez de apresentarem uma missão longa e contínua, foi apresentado vídeos curtos, cada um devotado a um paisagem específico do jogo: mundo, geração de builds e combate. Na prática, foi porquê uma versão muito mais aprofundada daquele vídeo de três minutos exibido no State of Play, só que agora com muro de 30 minutos voltados a explicar sistemas e a filosofia de design.
Jesse Faden estará de volta
Uma das primeiras confirmações importantes, e que certamente deve fomentar rumores e teorias, é que Jesse Faden não será jogável em Control Resonant. Ela terá um papel relevante na história, mas a experiência é totalmente centrada em Dylan. A equipe fez questão de deixar isso simples para evitar interpretações equivocadas.
“Trata-se da jornada de Dylan, não de uma prolongamento direta da trajetória de Jesse. Essa mudança de foco, inclusive, também se mostra na ambientação.” , disse Thomas, diretor de comunicações.
Assim, se o primeiro Control explorava o isolamento dentro da Oldest House, agora a proposta mostra o que o Rumor provocou do lado de fora da FBC. Uma vez que já vimos anteriormente, Manhattan está de cabeça para grave, tomada por forças paranaturais, enquanto o Federalista Bureau of Control tenta moderar a crise à medida que a cidade se fragmenta em zonas distintas. Já não estamos confinados a corredores claustrofóbicos, e sim diante do caos crédulo de uma metrópole em colapso.
Um mundo dividido
Durante a apresentação, vimos que o mundo foi dividido em áreas com identidades próprias, porquê a Zona de Invasão Oeste, onde a influência paranormal é mais intensa, e a zona de evacuação. Há também uma base de operações do FBC que evolui conforme a crise avança, permitindo interagir com NPCs e até mudar o figurino de Dylan. A presença dessas bases espalhadas por Manhattan traz a teoria de que o departamento permanece ativo, ainda que o entrada à sua sede principal esteja comprometida.
Outro ponto interessante é o novo sistema de diálogos, pensado para funcionar de forma pouco intrusiva, inclusive enquanto o jogador se movimenta. Ele permite moldar a forma porquê Dylan interage com outros personagens, mormente Zoe DeVera, novidade figura na trama interpretada por Frankie Kevich (Rinko, de Silent Hill f). Zoe atua porquê supervisora de campo de Dylan e cria um contraste interessante com o protagonista, enquanto o jogo explora essa troca de perspectivas entre os dois.
Mas o que mais chamou atenção foi o aprofundamento do sistema de builds
Control Resonant abraça de vez a estrutura de RPG de ação. Dylan pode herdar habilidades ao derrotar os chamados Resonants, entidades que já foram Pessoas de Poder transformadas pelo fenômeno que distorce o mundo. Essas escolhas impactam diretamente a construção do personagem, e algumas decisões são permanentes.
Sua build se divide em três pilares: habilidades, formas de arma e talentos. A arma de Dylan (a Defeituoso) é transformável, com formas primárias e secundárias que variam bastante, sendo desde alguma coisa expediente, porquê adagas duplas, até opções pesadas, porquê o enorme martelo visto no trailer. Já os talentos funcionam porquê uma ponte entre habilidades e ataques físicos, criando sinergias que ampliam as possibilidades de combate.
A equipe apresentou dois estilos distintos. Um deles é ofensivo, focado no combate corpo a corpo, com investidas e golpes pesados. O outro é mais tático: prioriza intervalo, invocação de aliados e efeitos de status para controlar o campo de guerra. Ficou simples também o tom frenético e brutal do jogo, evidenciado pelas animações de realização e pela grande quantidade de inimigos em tela. Supra de tudo, a proposta que incentiva a experimentação, e o estúdio já deixou simples que não será verosímil desbloquear tudo em uma única campanha.
Para erigir sua build, é preciso acessar o “The Grap”, um espaço metafísico que representa a psique de Dylan. É ali que o jogador desbloqueia habilidades e talentos, e o entrada só ocorre fora de combate. Na prática, o “The Grap” funciona porquê a versão de Control Resonant para o Mind Place e a Sala do Redactor vistos em Alan Wake 2, servindo porquê um hub mental onde o protagonista organiza seus poderes e evolução.
Boss Fight
Antes de fechar, a equipe exibiu uma versão estendida da luta contra um gerente chamado “Dancer” (nome provisório), que já havia aparecido brevemente no State of Play. Ainda assim, reforçaram que o material não representa a guerra completa. Um dos destaques, inclusive, foi a trilha sonora intensa que elevou a tensão do confronto.
Saí da apresentação com a sentimento de que Control Resonant quer expandir o universo sem depender exclusivamente da nostalgia do primeiro jogo. A mudança para Manhattan, o foco em builds mais profundas e a ênfase na conexão humana entre personagens mostram que a Remedy está tentando evoluir a fórmula, e não somente repeti-la.
Posteriormente a apresentação, houve um momento devotado a perguntas, e foi ali que alguns pontos importantes ficaram ainda mais claros.
Por que não Control 2?
Questionei diretamente a equipe sobre a decisão de fazer um jogo não invocar o jogo de Control 2. Por fim, sendo uma prolongamento direta, isso poderia indicar que ele ocupa o lugar de uma sequência numerada, ou que um “verdadeiro” Control 2 ainda pode subsistir no horizonte. Segundo os desenvolvedores, segmento dessa escolha está ligada à acessibilidade.
“A teoria é permitir que qualquer pessoa entre em Control Resonant sem sentir que precisa, obrigatoriamente, jogar o título anterior. Embora o primeiro jogo amplie a compreensão da história e dos personagens, o estúdio não quer gerar a sensação de “preciso revisitar tudo antes de encetar”, disse Mikael Kasurinen (Diretor Criativo).
Mikael acrescenta:
“o foco cá não é a segunda lanço da jornada de um único herói. Não se trata da prolongamento da trajetória de Jesse, mas da expansão do universo de Control sob outra perspectiva, diferentes portas de ingressão para o mesmo mundo.”
Também perguntei sobre os desafios de desabitar os corredores brutalistas da FBC para apostar em uma Manhattan ensejo e fragmentada.
MIkael explicou:
“isso exigiu repensar ferramentas internas, formas de erigir edifícios, horizontes e cenários mais amplos. A atualização da Northlight Engine se tornou um dos maiores desafios do desenvolvimento, principalmente porque o time passou a produzir muito mais teor, em graduação maior e com maior velocidade. Ou por outra, todos precisaram se conciliar às novas ferramentas criadas para viabilizar essa expansão.”
Ainda oriente ano!
No termo, a sensação que fica é a de um projeto que procura ampliar horizontes sem desabitar suas raízes. Control Resonant mantém o estranho, o inquietante e o siso de mistério que definem esse universo. Porém, ele aposta em novas perspectivas, maior graduação e sistemas mais profundos para renovar a experiência.
Oriente guia traz códigos para itens gratuito de Roblox Infinite Script Fighting. Infinite Script Fighting é um jogo de batalhas no Roblox onde os jogadores utilizam scripts porquê habilidades ...
Se prepara, tropinha! A quebrada vai invadir a BGS com o estande mais brabo do rolê — pleno de torneio, brinde, gameplay e aquela resenha de quem vive no drop. E aí, tropa do frango frito! Cês ...
Teste gratuito inclui campanha, multiplayer e Zumbis — e nem precisa de passaporte pra entrar no conflito. Atenção, recruta! De 9 a 16 de outubro, a Activision vai te colocar de volta na Guerra ...