Criador de God of War critica Sons of Sparta e o define como…

Criador de God of War critica Sons of Sparta e o define como…

3 minutos 16/02/2026

Críticas diretas ao tom e à proposta

O proclamação surpresa de God of War: Sons of Sparta chamou atenção por levar a franquia para uma direção pouco explorada. O novo título abandona a estrutura tradicional dos jogos principais e aposta em uma experiência 2.5D inspirada em metroidvanias.

A proposta apresenta versões jovens de Kratos e Deimos, explorando eventos anteriores à trilogia clássica. A mudança de estilo e foco narrativo rapidamente gerou discussões entre fãs. Porém, entre as reações mais fortes está a do pai original da franquia, David Jaffe, que criticou duramente o novo God of War depois jogar murado de uma hora do título.

Em um vídeo publicado no YouTube, Jaffe afirmou que não gostou do jogo e não o recomenda. Segundo ele, o título não é tecnicamente ruim, mas falta em conquistar o espírito da franquia. Ou por outra, o desenvolvedor questionou a própria existência do projeto e criticou o foco em diálogos e na juventude do protagonista. Para ele, isso tornou o personagem genérico e distante da identidade construída nos jogos clássicos.

Jaffe também declarou que o jogo não representa o que os fãs esperam da marca, e notou que seu preço (US$ 30) é exagerado e não faz sentido com o que o resultado oferece.

“Eu joguei exclusivamente uma hora e nunca mais vou voltar a jogar. […] Isso não é God of War. Quem achou que era isso que o público queria? […] A qualidade de produção não é muito boa.”

“Talvez melhore com o tempo, não tem zero de ofensivo no jogo. A única coisa ofensiva é o quão genérico ele é. O que é ofensivo é a incapacidade de respeitar a marca. É uma vez que comprar a licença de John Wick e fazer um filme sobre ele sentado em uma cafeteria conversando”

Para testemunhar o observação completo de David Jaffe, veja o vídeo a seguir:

Mudança radical?

Dissemelhante da ação cinematográfica em terceira pessoa dos títulos modernos, God of War: Sons of Sparta aposta em progressão lateral, exploração de planta interconectado e combate em ritmo mais metódico. A estrutura se aproxima de jogos do estilo metroidvania, com áreas desbloqueáveis, habilidades progressivas e foco na exploração.

A narrativa se passa durante o treinamento brutal de Kratos na Agoge espartana, período em que ele lutava ao lado de seu irmão Deimos. O enredo explora temas uma vez que obrigação, honra e irmandade, e conta com participação da equipe narrativa ligada aos jogos modernos da franquia.

A mudança de tom e jogabilidade gerou opiniões distintas. Secção da comunidade demonstrou curiosidade com a expansão da mitologia e a exploração de períodos pouco mostrados. Outros jogadores, porém, questionam se a novidade direção preserva a identidade da franquia, mormente pela carência do tom brutal e homérico associado aos títulos clássicos.

Vale sobresair que o título já está disponível para compra na PlayStation Store, saindo por R$ 169,90 na Edição Padrão, e por R$ 229,90 na Edição Deluxe. Oriente último conta com um livro de arte do dedo, trilha sonora original, avatares da PSN e itens para ajudar no jogo.

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Fontes: YouTube

Fonte

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