Crimson Desert é criticado por executivo de Baldur’s Gate 3 por misturar tudo em uma “amalgamação cínica de mecânicas emprestadas”

Crimson Desert é criticado por executivo de Baldur’s Gate 3 por misturar tudo em uma “amalgamação cínica de mecânicas emprestadas”

2 minutos 01/04/2026

O RPG Crimson Desert foi chamado de “liga cínico de mecânicas” por Michael Douse, diretor de publicação de Baldur’s Gate 3, em comentários publicados no X (Twitter).

Segundo Douse, o jogo da Pearl Abyss reúne uma grande quantidade de sistemas inspirados em outros títulos, criando uma experiência que tenta deleitar todos os públicos ao mesmo tempo. Ele comparou o projeto a uma colagem de ideias, afirmando que é “recreativo de jogar”, mas construído a partir de várias mecânicas já conhecidas.

Apesar da sátira, o executivo deixou evidente que não considera o jogo ruim. Pelo contrário, destacou que Crimson Desert consegue ser envolvente justamente pela variedade de atividades disponíveis.

Os comentários de Michael Douse também apontam para um movimento maior na indústria. Segundo ele, esse tipo de design deve se tornar ainda mais geral tanto em jogos premium quanto gratuitos, já que oferece menos riscos para as empresas.

Crimson Desert exemplifica muito essa abordagem. O jogo reúne uma quantidade incomum de sistemas e atividades, incluindo combate, exploração, economia, construção e até minigames variados, criando uma experiência próxima de um “sandbox completo”.

Ainda assim, Douse reconhece que essa prática não é exclusiva do título. Muitos jogos de mundo ingénuo seguem a mesma lógica de reutilizar ideias já consolidadas, com pequenas variações.

Ele também comparou o potencial do jogo ao de Dragon’s Dogma: Dark Arisen, sugerindo que Crimson Desert pode lucrar status cult no horizonte caso evolua em seguida o lançamento.



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