Início » Crimson Moon Review

Eu tinha uma certa barreira com jogos do gênero roguelike e/ou roguelite. Essa indiferença desapareceu recentemente depois jogar Absolum ao lado de um colega, em grande segmento pela subida qualidade do jogo, que juntou a terapia que é jogar com um colega às mecânicas do gênero e sua subida variedade de gameplay.
Dito isso, um novo jogo roguelite está chegando ao mercado com uma experiência similar à que Absolum ofereceu. Desenvolvido e publicado pela ProbablyMonsters, Crimson Moon é um RPG de ação e façanha com elementos de roguelite e co-op, ambientado em um universo onde figuras angelicais enfrentam criaturas demoníacas.
Com lançamento para o dia 1º de setembro de 2026 nas plataformas PS5, Xbox Series e PC, o Combo Infinito teve a oportunidade de jogar o game previamente, e agora eu posso expor se Crimson Moon é tudo isso mesmo ou não.
Mas antes:
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Em Crimson Moon, você assume o papel de um Nephilim — um ser meio humano e meio querubim vinculado a uma profecia sombria — que fica encarregado de varar uma prenúncio maligna na cidade de Gildenarch. Com uma pegada que explora bastante a religião, onde figuras angelicais enfrentam as forças das trevas, a ambientação lembra muito a franquia Diablo. Oriente concepção influencia também a estética que o jogo adota em seu visual. Mas sobre isso eu falo depois.
Muito da história — já que, dentro do salão para onde você retorna depois concluir cada missão, os personagens presentes não entregam quase zero sobre a narrativa — ganha forma através de pergaminhos espalhados pelos cenários e de uma estátua que conta mais sobre o pretérito do protagonista e o caos que habita na cidade.
Não há zero multíplice em entender essa narrativa. Tudo é muito simples e de fácil compreensão, ganhando apêndices durante o gameplay.
Quanto aos personagens, não há quem se destaque. Todos possuem uma personalidade estereotipada de guerreiros.
Enquanto a narrativa não é um grande atrativo, o gameplay de Crimson Moon é a força motriz de sua experiência.


Crimson Moon é um roguelite, o que por si só já ameniza as severas penalidades presentes no roguelike. Porém, o jogo dá um passo além em sua intenção de tornar o subgênero o mais alcançável e convidativo provável para os jogadores novatos. No gameplay, você possui uma certa quantidade de revives que te dará chances de sobreviver à sua run. E esse número aumenta conforme você progride.
Outro paisagem convidativo deste roguelite está no indumento de você poder trazer consigo armas e equipamentos caso morra em uma run, através de uma mecânica de purificação. Toda essa iniciativa de tornar a experiência o mais convidativa provável é louvável e muito bem-vinda. Já para quem é apreciador do subgênero, o game dispõe de níveis de dificuldade que se desbloqueiam conforme você avança.
Uma das grandes dádivas de um roguelike e/ou roguelite é a variedade de recompensas em equipamentos e vantagens que você irá obter. No entanto, há pouca variedade de escolhas na hora de pilhar (lootear), o que, ao longo das tentativas em uma mesma run ou enquanto se avança, se torna um pouco muito repetitivo e sem novidades. De todo modo, essas mesmas opções, com sua aleatoriedade que às vezes oferece as mesmas recompensas, têm uma potente influência que pode mudar sua run drasticamente.


Os cenários de Crimson Moon são um híbrido de ambientes abertos, que sempre serão o cartão de visitante de toda tempo. Conforme você avança, estes ambientes mais abertos dão lugar a corredores, e é aí que o combate começa a mostrar suas arestas. A câmera, que até portanto funcionava de forma normal, começa a não escoltar finalizações que atravessam os limites das paredes e os cenários estreitos.
Essa problemática da câmera ganha ainda maiores proporções negativas nas batalhas contra chefes de grande graduação. As ligeiras movimentações dos inimigos, que às vezes são desconcertantes, acabam puxando a câmera junto. Estes momentos são o ponto plebeu do jogo.


Concebido na Unreal Engine 5, Crimson Moon passa uma atmosfera voltada às divindades, com suas estruturas internas banhadas a ouro e subida ração de clarão. Prova disso é a arquitetura interna do cenário que representa o hub do jogo, para onde você retorna toda vez que cumpre uma missão ou morre nela. Oriente lugar, em específico, é impressionante pelo quão iluminado e suscetível a reflexos ele é.
Essa identidade da pureza dos seres celestiais retratada pelo ouro é o grande charme visual de Crimson Moon, estando sempre em contraste com a veras devastada da Terreno. Essa dualidade de direção de arte embeleza o jogo através de seus cenários, muito uma vez que nas armaduras que estão disponíveis para uso.
Ao mesmo tempo, sinto que faltou mais obstinação no design dos inimigos. Há falta de texturas e de elementos destacáveis, além de pouca variedade. Há muita repetição de inimigos de menor porte e de chefes mais desafiadores.
Oriente review aconteceu na versão de PC do game em uma RTX 4070 Super, e tive diversos problemas de crash. E não foram poucos: havia momentos em que o jogo fechava várias vezes seguidas. Diante deste problema, espera-se que um patch de Dia 1 resolva essas instabilidades.
Crimson Moon aposta em ocupar aquele jogador que tem interesse no subgênero roguelike/roguelite, mas tem temor de sua progressão punitiva. Com seus elementos de gameplay mais brandos que o normal, o título se torna uma recomendável porta de ingresso para os curiosos. Por outro lado, o jogo sofre com sua câmera em batalhas contra chefes e com seus problemas técnicos.
É tudo isso mesmo?:
Crimson Moon funciona uma vez que uma porta de ingresso incrivelmente alcançável para o gênero roguelite, combinando de forma inteligente uma estética celestial inspirada em Diablo com mecânicas de progressão mais permissivas, uma vez que a retenção de equipamentos purificados e vidas extras. Suas opções flexíveis de dificuldade e as builds de saques de grande impacto garantem uma ação convidativa para novatos, ao mesmo tempo em que oferecem um ciclo de jogo satisfatório para jogadores experientes. Porém, falhas recorrentes de câmera em espaços estreitos e batalhas contra chefes, somadas ao design pouco inspirado dos inimigos e aos frequentes travamentos no PC, limitam seu potencial. Apesar desses tropeços técnicos, sua impressionante dualidade visual e seu design amigável para iniciantes o tornam um ponto de partida deleitável para quem tem curiosidade no gênero.
– João Antônio
von 10
2026-09-01T14:21:52-03:00
Recebemos Crimson Moon gratuitamente para review e agradecemos à ProbablyMonsters pela crédito.

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