Diablo 4: Lord of Hatred – Análise – Vale a Pena – Review

Diablo 4: Lord of Hatred – Análise – Vale a Pena – Review

4 minutos 12/05/2026

Diablo 4 acaba de receber sua mais novidade expansão intitulada Lord of Hatred. Com a volta de Mefisto, você precisará encontrar antigos aliados e inimigos e desbravar uma novidade região para evitar que o mundo seja escravizado por oriente temível contendor. Será que essa expansão consegue juntar um pouco novo ao jogo?

Em Diablo 4: Lord of Hatred, seu personagem viaja até uma novidade região, Skovos, o causa da humanidade, para dar um termo a Mefisto, que assumiu a identidade de Akarat, um falso vate que está arrecadando cada vez mais seguidores e que usará suas almas para findar com o mundo num eclipse.

Diablo 4: Lord of Hatred - Análise - Vale a Pena - Review

O jogo conta com uma boa campanha de tapume de 8 horas para ser concluída que adiciona uma série de novos inimigos e unidades, além de algumas cooperações muito legais durante oriente trajeto, e que certamente nos deixa pensando em porquê a história vai continuar depois disso, já que a primeira grande saga de Diablo 4 se conclui com esta expansão.

Além da história, ela também adiciona duas novas classes, o Paladino e o Warlock. Eu joguei a expansão com o Paladino, que eu já havia usado para concluir tanto a campanha principal do jogo quanto sua primeira expansão, e me surpreendi ao ver que o jogo adicionou mais 10 novos níveis e que resetou completamente a minha árvore de habilidades, que teve que ser alocada novamente. Ou por outra, meu personagem ficou completamente fraco para o nível de dificuldade que eu estava jogando antes, já que por estar aquém do nível supremo, meus níveis de Vantagem (Paragon) haviam sido desativados, me forçando a diminuir o nível do jogo para conseguir enfrentar qualquer inimigo mais possante do que os mobs normais do cenário.

Diablo 4: Lord of Hatred - Análise - Vale a Pena - Review

No termo das contas, a campanha é muito melhor do que a da primeira expansão do jogo, e eu realmente aproveitei o tempo com ela, mas há algumas missões que são sobejo longas e que, se você precisa parar no meio, sofrem aquele problema já sabido de Diablo 4 clássico: você tem que prestar muito atenção a quando o jogo vai salvar seu progresso, e mesmo as vezes salvando, você precisa ver conversas e cenas de novo em alguns momentos para poder voltar onde parou, além de as vezes ter seu personagem posto num outro ponto do planta muito longe de onde você estava.

Ou por outra, eu achei Skovos uma região pouco densa em relação às regiões anteriores de Diablo 4, já que há poucas dungeons e atividades para fazer em seguida a desfecho da campanha principal. Outra novidade é o minimgame de pescaria, que é muito qualquer coisa para ser sincero.

Por termo, o jogo também adiciona uma mecânica de Planos de Guerra que deveria sincronizar entre todo mundo que faz secção, e não somente com quem criou a partida, já que acaba valendo mais a pena fazer essa secção solo do que em conjunto, finalmente só uma das pessoas acaba aproveitando o progresso. A correção desse problema em si é fundamental para a longevidade do endgame dessa expansão, pelo menos até que a próxima seja lançada, senão o jogo corre o risco de findar dependendo somente das temporadas para realmente deixar os jogadores entretidos até o próximo drop de teor.

Diablo 4: Lord of Hatred vale a pena?

Diablo 4: Lord of Hatred - Análise - Vale a Pena - Review

Diablo 4: Lord of Hatred adiciona uma boa quantidade de história e Lore ao jogo, mas um minigame de pescaria sem perdão nenhuma e um sistema de Planos de Guerra que desincentiva a cooperação entre os jogadores pode findar prejudicando a longevidade dessa expansão. Se você joga somente pela história, você provavelmente vai gostar dessa expansão, mas talvez ache que o preço dela é um tanto cocuruto para o que ela oferece, e se você joga pelo endgame, provavelmente vai findar ficando desenganado com o que ele tem a oferecer.

Review elaborado com uma reprodução do jogo para PS5 fornecida pela publisher.

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Resumo para Preguiçosos

Diablo 4: Lord of Hatred leva o jogador até Skovos para enfrentar Mefisto, que se passa por Akarat, em uma campanha de tapume de 8 horas que conclui a primeira grande saga do jogo. A expansão acrescenta duas novas classes, Paladino e Warlock, além de novos inimigos, cooperação em momentos da história e um tom narrativo mais possante do que o da primeira expansão, embora algumas missões sejam longas e o sistema de progresso ainda tenha problemas de salvamento e reposicionamento.

No teor pós-campanha, a expansão tenta enriquecer o endgame com Planos de Guerra e outras novidades, mas Skovos parece pouco densa em atividades e a pescaria soa porquê um pouco irrelevante. O maior problema é que os Planos de Guerra não sincronizam muito no co-op, fazendo com que jogar em grupo seja menos eficiente do que solo; por isso, a expansão melhora bastante a campanha, mas ainda depende de ajustes importantes para sustentar o endgame no longo prazo.

Prós

  • Boa história
  • Boas novas classes

Contras

  • O problema de transpor no meio de uma missão persiste
  • Minigame de pescaria sem perdão
  • O modo planos de guerra deveria compartilhar o progresso entre os jogadores

Fonte

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