Dispatch chega ao Switch e Switch 2 em janeiro | GameHall

Dispatch chega ao Switch e Switch 2 em janeiro | GameHall

3 minutos 21/12/2025

Dispatch chega ao Switch e Switch 2 — e faz muito AAA passar vergonha!

Olha só que coisa curiosa: um jogo pequeno, feito por gente que saiu da Telltale, com orçamento que provavelmente não paga nem o moca da Naughty Dog… simplesmente humilha metade da indústria AAA em roteiro, humor e originalidade. Senhoras e senhores, Dispatch vai chegar ao Nintendo Switch e ao Nintendo Switch 2 em 28 de janeiro, e sim… com upgrade gratuito. Pode chorar, diretor financeiro da indústria.

O jogo é obra da AdHoc Studio, formada por ex-desenvolvedores da velha Telltale Games, aquela empresa que ensinou ao mundo que boa narrativa custa menos que um trailer em CGI de 8 minutos. Enquanto AAA gasta milhões pra te vender um planta referto de ícones inúteis, Dispatch chega e fala: “e se a gente grafar um roteiro bom?”

E escreve. Muito.

Super-heróis… mas sem marketing vazio e sem exposição corporativo

Se você misturar Invincible, The Boys e um pouco de “trabalhar num call center é um inferno”, dá nisso cá. Dispatch mostra super-heróis longe da glamourização barata — zero de câmera girando, explosão em câmera lenta e trilha épica genérica. Cá o herói erra, reclama, cansa, e você… tem que despachar eles pra missão certa, uma vez que se fosse um gerente lidando com gente problemática.

É quase terapêutico ver um jogo que entende que super-herói também precisa remunerar boleto, enquanto AAA ainda acha que maturidade é colocar filtro cinza e personagem sofrendo em silêncio.

Switch, Switch 2 e o tapa sombrio na indústria

No Switch original, Dispatch roda a 30fps em 720p. Normal. Honesto. Sem promessa maluca.
No Switch 2, o jogo sobe pra 60fps em 1440p, porque aparentemente alguém ali lembra uma vez que otimização funciona — alguma coisa que muitos estúdios gigantes esqueceram depois de desenredar o ray tracing.

Ah, e pormenor delicioso:
Comprou no Switch? Upgrade gratuito pro Switch 2.
Isso mesmo. Sem “Director’s Cut”, sem “Ultimate Edition”, sem “pague de novo porque sim”.

Alô, indústria AAA: aprende.

PC e PS5 também entram na zoeira

Se você tem um PC decente ou um PS5 parado esperando alguma coisa que não seja remake, Dispatch também tá com desconto:

Enquanto isso, tem AAA cobrando R$ 400 pra entregar jogo quebrado prometendo conserto em “roadmap”. Cá não. Cá o jogo já chega pronto, engraçado e consciente do que é.

O mais engraçado? Dispatch não tenta ser “revolucionário”

E talvez seja por isso que funciona tão muito.

Ele não quer mudar o mundo. Não quer reinventar o videogame. Só quer narrar uma boa história, respeitar o jogador e não tratar todo mundo uma vez que idiota. Um pouco raríssimo em 2025.

Tem mini-game de despacho de heróis, escolhas que realmente importam, diálogos afiados e aquele humor que parece expressar:
“a gente sabe que você já viu isso tudo… logo vamos fazer recta.”

Peroração do RumbleTech (com aquele sorriso torto)

Dispatch é aquele jogo que chega quietinho e deixa um rastro de AAA constrangido olhando pro solo. Não tem orçamento bilionário, não tem trailer inflado, não tem promessas vazias.

Tem roteiro, identidade, humor e reverência ao jogador.

E honestamente?
Só isso já faz ele ser maior do que muita franquia que se acha intocável.

Enquanto a indústria AAA continua discutindo monetização, Dispatch tá ali lembrando todo mundo do substancial:

👉 jogo bom ainda vence.

E sem crunch. Sem ego. Sem palhaçada.

Fonte

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