Divinity Original Sin 2 chega à nova geração: upgrade grátis

Divinity Original Sin 2 chega à nova geração: upgrade grátis

4 minutos 15/12/2025

✨ MAGALI ‘PIXEL’ SUSANA CHEGANDO COM UM LIVRO DE MAGIAS MAIOR QUE ELA, OLHOS BRILHANDO E AQUELA SENSAÇÃO DE “EU VOU PERDER HORAS DA MINHA VIDA E VOU AMAR CADA UMA” ✨ (som de dados rolando, páginas virando, e alguém dizendo “só mais um diálogo” às 3h da manhã)

Eu vou ser muito sincera com você:
Divinity: Original Sin 2 não precisava provar mais zero pra ninguém.
Mas a Larian olhou pra novidade geração de consoles, respirou fundo e disse:

“E se a gente deixar esse clássico ainda mais conseguível… de perdão?”

E assim, quase sem soberbia, Divinity: Original Sin 2 chegou oficialmente ao Switch 2, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com upgrade gratuito pra quem já possui o jogo na geração anterior (sim, gratuito mesmo, sem pegadinha — exceto no Japão, onde o universo resolveu cobrar ¥100 só pra manter o estabilidade cósmico).

🌍 Rivellon continua intacta — e isso é um loa

Antes de tudo: não é remake, não é remaster, não é “edição definitiva da edição definitiva”.
E ainda muito.

Essa novidade versão mantém exatamente aquilo que tornou Divinity: Original Sin 2 tão querido:

  • narrativa profunda

  • escolhas que realmente importam

  • personagens cheios de camadas

  • e aquele mundo que te olha e diz “vai, faz besteira… eu vou reagir”.

O que muda cá é a compatibilidade com a novidade geração, permitindo que mais gente explore Rivellon com conforto, segurança e sem precisar de malabarismo técnico.

🎮 Upgrade gratuito: um carinho vasqueiro hoje em dia

Se você já tem Divinity: Original Sin 2 no Switch, PS4 ou Xbox One, pode respirar aliviada:
👉 o upgrade é gratuito nas lojas digitais de cada plataforma.

Isso é aquele tipo de decisão que faz a gente olhar pra Larian com carinho e pensar:
“é… dá pra encarregar nesses caras”.

Depois do sucesso estrondoso de Baldur’s Gate 3, seria fácil cobrar de novo, relançar, empacotar bonito. Mas não. Eles optaram por respeitar quem já estava ali desde antes.

(Eu valorizo isso mais do que qualquer textura em 4K.)

🧙‍♀️ Uma proeza que não exige pré-requisitos emocionais

Outra coisa importante:
Você não precisa ter jogado o primeiro Divinity pra entrar cá.

Evidente, existem referências, conexões, pequenos agrados pra fãs antigos — mas Divinity: Original Sin 2 se sustenta perfeitamente sozinho. Ele te explica o mundo, te apresenta os conflitos e te solta em Rivellon com aquela liberdade assustadora que só RPGs bons sabem oferecer.

E sim:
👉 também não é obrigatório jogar DOS2 pra entender o novo Divinity anunciado pela Larian…
mas olha… contexto emocional nunca faz mal.

⚔️ Sistema de RPG que respeita sua originalidade (e sua bagunça)

Cá entra uma das partes que eu mais senhor nesse jogo:
não existem classes fixas.

Você escolhe uma raça (Humano, Elfo, Liliputiano, Lagarto ou Morto-Vivo) e depois…
o jogo olha pra você e diz:

“Vai. Cria. Experimenta. Errar também faz segmento.”

O sistema de progressão permite misturar habilidades, talentos e atributos de um jeito que poucos RPGs ousam fazer. Quer um mago que bate? Um latino que invoca? Um morto-vivo carismático? Pode. Vai dar patente? Talvez. Vai ser interessante? Com certeza.

E não — ele não copia Baldur’s Gate 3.
São sistemas diferentes, propostas diferentes, e isso é ótimo.

🔥 Fort Joy: sofrimento, escolhas e liberdade narrativa

A história começa em Fort Joy, um lugar que basicamente diz “bem-vinda ao inferno administrativo”. Você é uma prisioneira em um mundo onde os deuses estão mortos, a magia é proibida e todo mundo desconfia de todo mundo.

O jogo te coloca em situações morais complicadas, conspirações políticas, conflitos religiosos e escolhas que não têm resposta certa. E o mais bonito: o mundo reage.

NPCs lembram do que você fez. Consequências aparecem horas depois. Missões se fecham, se transformam ou desaparecem dependendo das suas atitudes.

É aquele tipo de RPG que não te trata uma vez que petiz. Ele confia em você — e isso é vasqueiro.

👫 Sozinha, em coop sítio ou online — Rivellon é maleável

Você pode jogar:

Funciona muito de todas as formas, mas confesso: jogar em coop é uma experiência quase caótica de tão divertida. Cada decisão vira discussão, cada diálogo vira votação emocional.

“Você prometeu que não ia matar esse NPC.”
“MAS ELE OLHOU TORTO PRA MIM.”

Clássico.

💖 Magali sendo honesta: isso é conforto em forma de RPG

Divinity: Original Sin 2 voltando na novidade geração não é sobre novidade.
É sobre entrada, preservação e saudação.

É um lembrete de que bons jogos não envelhecem mal — eles só precisam de espaço pra continuar sendo jogados. E agora, seja no Switch 2, PS5 ou Xbox Series, Rivellon está mais ensejo do que nunca.

Se você nunca jogou, essa é a hora.
Se você já jogou… talvez seja a hora de voltar.

Com calma.
Com escolhas duvidosas.
E com a certeza de que cada diálogo ainda vale a pena.

Divinity: Original Sin 2 continua sendo aquele RPG que não te segura pela mão — mas caminha ao seu lado, respeitando cada passo torto que você decide dar.

Fonte

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