Dragon Quest VII Reimagined – Análise – Vale a Pena – Review

Dragon Quest VII Reimagined – Análise – Vale a Pena – Review

7 minutos 02/02/2026

Dragon Quest VII Reimagined é um projeto um tanto quanto ávido: pegar o capítulo da série que mais muito vendeu no Japão e melhorar seus principais pontos fracos, mantendo o resultado sedutor para o oeste enquanto não perde sua origem original e ainda por cima adiciona um novo estilo de arte ao jogo fugindo um pouco da teoria original concebida por Akira Toriyama. Será que esse novo jogo consegue atender às expectativas?

Em Dragon Quest VII Reimagined, você controla um herói nomeado por você que é o melhor colega de Kiefer, príncipe do reino de Argonia. Tanto o herói quanto Kiefer sonham em explorar o mundo, pois no jogo, vocês vivem em uma ilhéu que não tem absolutamente zero no mundo além de mar.

Dragon Quest VII Reimagined - Análise - Vale a Pena - Review Num belo dia, os dois encontram um velho planta que mostra que o mundo é muito maior do que a ilhéu em que eles vivem, e resolvem explorar um templo proibido da ilhéu onde descobrem uma série de altares onde é verosímil colocar tablets e viajar para outras ilhas que estavam nesse planta. Com isso e juntamente com Maribel, a amiga de puerícia dos dois, os três partem em uma missão para restaurar o mundo em que eles vivem e deslindar por que isso tudo aconteceu.

Isso que eu acabei de descrever, é mais ou menos a primeira hora de Dragon Quest VII Reimagined, e depois dela, o que encontramos no jogo é mais ou menos a mesma repetição pelas próximas 25 a 30 horas de ir até a próxima ilhéu (que está no pretérito), resolver o problema da ilhéu, voltar ao presente, encontrar a ilhéu no presente, ir ver uma vez que as coisas estão por lá, às vezes resolver qualquer problema no presente também e encontrar as próximas partes do tablet da próxima ilhéu.

Cada ilhéu conta uma história dissemelhante, sendo que algumas são boas, e algumas são muito qualquer coisa. O problema cá é que a história do jogo em si praticamente não avança durante esse tempo todo, exceto por umas duas ou três ilhas das 13 disponíveis para você visitar durante o jogo (sendo que 9 delas são obrigatórias e 4 opcionais).

Para ser honesto com o jogo, há alguns momentos muito legais em alguns momentos dessa lanço do jogo, mas sinceramente falando, o saldo que fica é negativo, pois mesmo cada ilhéu novidade durando de uma hora a duas, a solução dos problemas em si é muito ruim, você chega no lugar, eles acreditam que você é o salvador a troco de zero na maioria dos casos, o problema é ir matar qualquer grupo de inimigos, voltar, desancar um papo com o Rei e pronto, você nem sabe recta o que acontece depois disso.

No meio dessas histórias, exceto por uma delas, não há praticamente nenhum tipo de desenvolvimento de personagem, você não recebe quase nenhum tipo de pista do porque o mundo ficou assim, exclusivamente vai encontrando capangas do grande vilão do mal que nunca aparece em nenhum momento dessa lanço da história e não diz a que veio e o que quer.

Se essa lanço do jogo fosse mais curta, e o jogo seguisse para o seu próximo roda, que acaba sendo a lanço final do jogo, isso não seria um problema, pois daria para reorganizar melhor, inserir alguma novidade lanço antes da grande guerra final ou um pouco do tipo, mas não, quando o jogo realmente progride na sua história, ele já está no seu roda final e acaba devendo demais, pois o processo de meio da história é dolorosamente lento e maçante, num nível que eu sinceramente não sei quantos jogadores vão conseguir manter até chegar o momento em que a história oferece um pouco de dissemelhante.

Dragon Quest VII Reimagined - Análise - Vale a Pena - Review

E não é só a progressão do enredo que é realmente dolorosa, o progresso dos personagens também. Cada persoangem começa com uma classe própria dissemelhante do que foi apresentado em Dragon Quest até cá, e até o momento em que você chega em Alltrades para aprender a trocar a classe do seu personagem (leste, aliás, é um dos melhores arcos do jogo), você já pegou o Master da sua classe inicial há pelo menos umas duas horas.

Depois disso, cada personagem pode equipar uma novidade classe mas caso você não tenha alguém que possa tratar seus personagens, coisa que mais de um personagem da classe inicial podia, você provavelmente vai suportar com as batalhas, pelo menos até o momento em que você desbloqueia a possibilidade de equipar duas classes ao mesmo tempo, e assim progredir com o duplo da velocidade ou com 60% de velocidade a mais numa classe única caso você equipe uma classe masterizada juntamente com a classe que você está treinando.

Mas mesmo assim, o progresso das classes dentro do jogo é um tanto quanto sem sentido, pois desde o primórdio do jogo, 90% dos inimigos que você vai enfrentar vão te dar 5 pontos de progressão de classe a cada guerra, não importa se você enfrente um inimigo ou 15 na mesma guerra, a quantidade de pontos vai ser a mesma, ou seja, compensa mais enfrentar inimigos fracos para upar as classes do que inimigos fortes.

A progressão de níveis, um pouco que costuma ser lento em Dragon Quest, felizmente é bastante tranquilo em Dragon Quest VII Reimagined, não há premência para permanecer grindando níveis antes de alguma guerra contra um director ou ao chegar em uma novidade espaço, e o quantia que você ganha nas batalhas também é o suficiente na maior segmento do tempo. Outrossim, o jogo mudou em relação ao original, agora é verosímil enxergar os inimgos no planta e atacá-los antes de principiar o combate: caso o seu grupo seja potente o suficiente, você rota o inimigo sem a guerra iniciar e ganha murado de um décimo da experiência, quantia e pontos de habilidade que ganharia se fosse para a guerra de verdade.

Graficamente, Dragon Quest VII Reimagined é um belo jogo e eu sinceramente gostei do novo estilo de arte empregado nele. Os cenários são bonitos e os monstros, expressões faciais dos personagens e tudo mais ficou muito permitido. Eu sei que o que eu vou falar é um pouco óbvio, mas há diversos momentos da história em que o visual lembra bastante Blue Dragon, jogo desenvolvido pela Mistwalker para o Xbox 360 e fortemente inspirado em Dragon Quest.

Por termo, a trilha sonora do jogo também me desagradou e acabou ajudando a deixar o jogo ainda mais esgotante. O jogo não tem exatamente uma trilha sonora por região e sim por locais. Toda igreja toca a mesma música, todo forte toca a mesma música, algumas cidades têm músicas iguais e a guerra tem só uma trilha, seja para enfrentar um rato, seja para enfrentar um inimigo super poderoso. Isso infelizmente acaba deixando a gente ainda mais com a sentimento de que estamos repetindo a mesma tividade à exaustão, ao invés de oferecer um pouco que refresque a experiência.

Dragon Quest VII Reimagined - Análise - Vale a Pena - Review

Para completar, o jogo infelizmente não conta com legendas em português, exclusivamente em inglês, nipónico, outros idiomas europeus e chinês, além de dublagem em inglês e nipónico. A dublagem ficou boa, mas é uma pena que quem não tem o domínio de qualquer desses idiomas não vai poder aproveitar o jogo.

Mas e aí, Dragon Quest VII Reimagined vale a pena?

Dragon Quest VII Reimagined - Análise - Vale a Pena - Review

Dragon Quest VII Reimagined é um jogo bastante esgotante, com uma história maçante que morosidade demais para continuar e que vai fazer você repetir a mesma uma hora e meia durante vinte e poucas horas antes de um pouco realmente dissemelhante suceder. A trilha sonora repetitiva ainda por cima contribui ainda mais para esse ponto negativo. Infelizmente a novidade apresentação visual e o enredo retrabalhado não conseguem emendar as principais falhas desse clássico do PS1.

Review elaborado com uma traslado do jogo para PS5 fornecido pela publisher.

Resumo para Preguiçosos

Dragon Quest VII Reimagined tenta modernizar um dos capítulos mais populares da franquia ao reformular seu visual, ajustar sistemas e preservar a origem do original, mas acaba esbarrando em problemas sérios de ritmo e estrutura. A jornada inicial apresenta uma proposta interessante, com viagens ao pretérito para restaurar ilhas e resolver conflitos, porém o jogo repete essa fórmula por dezenas de horas, com pouco progressão real da história principal e desenvolvimento quase inexistente dos personagens e do vilão.

Dragon Quest VII Reimagined também sofre com progressão de classes mal balanceada, trilha sonora extremamente repetitiva e uma narrativa que só ganha força quando já está próxima do roda final. Apesar dos gráficos bonitos, do novo estilo de arte e de melhorias pontuais no combate e na progressão de níveis, o conjunto universal se mostra esgotante e pouco recompensador, fazendo com que o remake não consiga emendar as falhas estruturais mais marcantes do clássico original.

Prós

  • Belos gráficos e apresentação visual
  • Bom sistema de combate

Contras

  • Ritmo de meio da história lento
  • Bastante repetitivo
  • Trilha sonora maçante
  • Progressão de classes lenta

Fonte

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