Entrevistamos Naoki Hamaguchi na BGS 2025

Entrevistamos Naoki Hamaguchi na BGS 2025

3 minutos 17/10/2025

A BGS 2025 trouxe diversas oportunidades muito legais ao Critical Hits, e uma delas certamente foi a possibilidade de entrevistar Naoki Hamaguchi, diretor de Final Fantasy VII Remake e Rebirth, da Square Enix.

Apesar da rápida conversa (nos foi permitido exclusivamente uma pergunta e ainda “roubamos” uma segunda), tivemos também a oportunidade de conversar com ele em off, e ele demonstrou muita simpatia e ter gostado muito do tempo que ele passou em nosso país.

Inferior, vocês conferem as perguntas feitas pelo Critical Hits e as respostas dele:

Critical Hits: Uma vez que foi reconectar-se com Final Fantasy VII Remake para produzir as versões de Nintendo Switch 2 e Xbox Series? Você gostou do resultado da quadra? Tem um pouco que você mudaria no jogo? Eu sei que não é provável mudar zero pois o jogo precisa ser o mesmo, mas há um pouco que você olha e pensa “poxa, eu gostaria que aquilo tivesse saído dissemelhante”?

Naoki Hamaguchi: Antes mesmo de ser um instituidor eu sempre fui muito fã e acho que entendo o sentimento de todo mundo e o carinho pela obra, e acredito que o resultado que conseguimos perceber faz jus a história e ao próprio teor, e acredito que alcançamos bom resultados (com o Final Fantasy VII Remake).

Critical Hits: Pergunta bônus: Cloud ou Sephiroth?

Naoki Hamaguchi: Uma vez que um instituidor eu não posso responder essa pergunta pois os fãs vão descobrir que eu estou demonstrando qualquer nepotismo pelos personagens, e eu tenho que ser isento com eles (risos).


Aliás, mais alguns criadores de teor puderam também fazer perguntas ao Hamaguchi-san, e aquém vocês conferem algumas das perguntas feitas.

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Ataque Crítico: O lançamento de Final Fantasy VII Rebirth influenciou na decisão de mudar ou não a engine do jogo de Unreal Engine 4 para Unreal Engine 5? Quais desafios a secção 3 teria no desenvolvimento multiplataforma?

Naoki Hamaguchi: Nesse momento, ainda não temos uma preocupação de mudança de engine, até porque temos muita customização na Unreal Engine 4, portanto mudar do 4 para o 5 não teria tanta diferença assim para o que o time de desenvolvimento precisa para os desafios do jogo.

O Megascópio: Vimos que a trilogia de Final Fantasy VII Remake será lançada para o Nintendo Switch 2. Quais serão os desafios para trazer o Rebirth para o console da Nintendo visto o escopo do jogo?

Naoki Hamaguchi: De um modo universal há várias questões a considerar, já que o Nintendo Switch 2 possui dois modos, um na TV e um portátil, mas temos uma equipe muito dedicada para fazer o port, portanto toda a experiência que tivemos com o port do Intergrade vai ser usada para o port do Rebirth.

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Moogles Cave: Uma vez que foi o processo de sentenciar o que foi incluído em Rebirth, uma vez que Gongaga e removido/diferente de lugar, uma vez que Rocket Town?

Naoki Hamaguchi: Falando do processo de um modo universal, a nossa teoria era pegar a história original e somar histórias paralelas para manter a empolgação dos jogadores apesar deles já saberem a história original para prender a atenção das pessoas. Portanto a decisão principal foi escolher os aspectos que mais prendessem a atenção dos jogadores mesmo.

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