Erika Hilton leva à Secretaria Nacional do Consumidor críticas ao fim da mídia física da PlayStation

Erika Hilton leva à Secretaria Nacional do Consumidor críticas ao fim da mídia física da PlayStation

2 minutos 03/07/2026

A decisão da PlayStation de fechar a mídia física a partir de janeiro de 2028 já começou a gerar reação fora do universo dos games. Depois de a marca anunciar a mudança e informar que sua maior fábrica está realocando funcionários, a deputada Erika Hilton disse que vai encaminhar denúncias à Secretaria Vernáculo do Consumidor por conta das possíveis consequências para quem compra consoles e jogos da empresa.

A sintoma foi feita no X, onde a parlamentar afirmou que recebeu queixas sobre o proclamação e disse que não aceita que consumidores sejam prejudicados pela transição para o do dedo. No enviado, Erika Hilton argumentou que os consoles vendidos atualmente ainda contam com leitor de mídia física e continuam no mercado, inclusive com versões mais caras justamente por incluírem esse recurso. Para ela, isso cria a expectativa de que o leitor seguirá tendo utilidade nos próximos anos.

Outro ponto levantado pela deputada diz reverência aos jogos que já foram anunciados, mas ainda não chegaram às lojas. Segundo a parlamentar, é preciso apurar se a Sony teria usado títulos que podem trespassar somente em formato do dedo para promover o PlayStation 5, que também é vendido com leitor de discos. Na avaliação dela, essa possibilidade merece investigação por órgãos de resguardo do consumidor.

Erika Hilton também criticou o protótipo de distribuição do dedo, afirmando que, na maioria dos casos, o consumidor não compra o jogo de forma definitiva, mas somente recebe uma licença de uso. Ela destacou que essas licenças podem ser canceladas pelas empresas, o que faria com que um título desaparecesse da livraria do jogador. Ou por outra, apontou que a venda exclusivamente do dedo fortalece o controle das plataformas sobre o mercado, reduzindo possibilidades uma vez que revenda e empréstimo.

No texto, a deputada ainda relacionou o caso a uma tendência mais ampla da indústria, citando práticas da Microsoft, da Sony e ações judiciais da Nintendo contra quem preserva arquivos de jogos fora de circulação. Para ela, esse cenário aponta para um porvir em que os jogadores deixarão de ter acervos próprios e dependerão cada vez mais de assinaturas e serviços com diferentes níveis de preço.

A reação de Erika Hilton coloca um tema importante no núcleo do debate: o termo da mídia física não é somente uma mudança mercantil, mas uma decisão que mexe com posse, chegada e preservação de jogos. Se a transição para o do dedo vai se tornar dominante, a discussão sobre direitos do consumidor tende a permanecer cada vez mais difícil de evitar.

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