Ex-chefe de Assassin’s Creed processa Ubisoft por demissão

Ex-chefe de Assassin’s Creed processa Ubisoft por demissão

4 minutos 19/01/2026

Formosura, senta que lá vem RumbleTech modo jurisperito de boteco ativado, mas com aquele zelo jurídico maroto pra ninguém fustigar na porta com papel timbrado.

Ex-chefe de Assassin’s Creed processa a Ubisoft posteriormente “promoção reversa” digna de RH do caos

Se existe uma coisa que a indústria de games adora mais do que reboot, remake e NFT que ninguém pediu, é uma boa e velha treta corporativa. E dessa vez o chefão que pulou do Animus direto pro tribunal foi Marc-Alexis Côté, ex-produtor executivo da franquia Assassin’s Creed, que resolveu restringir o botão de counter legítimo contra a Ubisoft.

O valor? Zero humilde: murado de 930 milénio dólares (ou CAD $1,3 milhão), alegando destituição indireta. Traduzindo do juridiquês para o linguagem RumbleTech:

“Não me mandaram embora oficialmente, mas me empurraram escada aquém com um sorriso corporativo.”

🧑‍💼 Quando o função muda, mas o salário (e o ego) também

Côté passou mais de 20 anos na Ubisoft. Vinte. Anos. Isso é mais tempo do que muita franquia dura antes de virar live service problemático. Em 2022, ele assumiu uma vez que vice-presidente e produtor executivo de Assassin’s Creed — basicamente um dos caras segurando o capô da Ferrari enquanto a Ubisoft acelerava a franquia até o limite do motor.

Só que em 2025, a empresa anunciou uma restruturação criativa (vocábulo formosa que normalmente significa “vai dar ruim pra alguém”), criando o tal do Vantage Studios, uma novidade unidade que passaria a comandar Assassin’s Creed e outras IPs importantes.

A Ubisoft disse que Côté recusou um novo função lá dentro.
Côté respondeu basicamente:

“Recusei zero. Me rebaixaram e chamaram isso de oportunidade.”

E cá começa o combo clássico da indústria: mudança de função + perda de poder + cláusula de não concorrência = processo judicial desbloqueado.

⚖️ Promoção reversa é o novo “vai dar tudo manifesto”

Segundo os documentos, o novo função faria Côté deixar de ser o líder sumo da franquia pra responder a um encarregado de subdivisão sediado na França. Em bom português gamer: saiu de player 1 pra NPC corporativo.

A Ubisoft teria tratado a recusa uma vez que destituição voluntária, o que convenientemente elimina indenização. Já os advogados de Côté dizem que isso se encaixa em destituição indireta, prevista na lei trabalhista canadense — quando a empresa muda tanto o jogo que o funcionário basicamente não tem escolha a não ser trespassar.

E pra completar o pacote deluxe da dor de cabeça:

  • Pedido de indenização completa

  • CAD $75 milénio por danos morais

  • Pedido de anulação da cláusula de não concorrência, porque né… o mercado já tá difícil sem uma mordaça jurídica pendurada no pescoço

🏗️ Vantage Studios: o estúdio que nasceu gigante… e pesado

O Vantage Studios surgiu uma vez que uma joint venture com a Tencent, que colocou €1,16 bilhão na mesa por 25% do controle. É quantia suficiente pra comprar muita skin premium, muitos boosters… e algumas crises internas também.

A promessa era linda no PowerPoint:

Na prática, o que a indústria tem visto é:

  • Regeneração detrás de restruturação

  • Chefias trocando de lugar uma vez que peças de Tetris

  • E uma Ubisoft tentando se reencontrar depois de alguns lançamentos que não performaram exatamente uma vez que esperado, tipo Star Wars Outlaws (cof cof)

Zero proibido nisso, vale deixar evidente. Regenerar faz segmento do jogo corporativo. O problema é quando alguém sente que virou dano paralelo com crachá.

🎮 Assassin’s Creed segue vivo… mas o backstage tá tenso

Importante frisar: a Ubisoft afirma que o horizonte de Assassin’s Creed segue firme, com múltiplos projetos em curso e times experientes tocando a franquia. Do ponto de vista do jogador, o Animus continua ligado, os capuzes continuam pontudos e os trailers continuam prometendo revolução.

Mas do lado de dentro da indústria, esse tipo de processo sempre levanta aquela supercílio clássica do RumbleTech:

“Será que a empresa tá conseguindo segurar talento… ou só reorganizar cargos até alguém estourar?”

Não é querela. É reparo de tiozão que já viu muita publisher crescer rápido demais e tropicar no próprio organograma.

🧠 Moral da história (sem sentença final)

Esse processo ainda vai rolar. Não existe decisão, não existe culpado definido, não existe vilão solene. Existe unicamente:

  • Um executivo veterano dizendo que foi empurrado pra fora

  • Uma empresa dizendo que fez uma oferta legítima

  • E um tribunal que vai deliberar quem apertou qual botão inexacto

Enquanto isso, a indústria segue girando, a Ubisoft segue tentando se reinventar, e Assassin’s Creed segue firme uma vez que aquele primo que sempre arruma ocupação novo, mesmo quando a família tá em crise.

E nós cá, com pipoca jurídica na mão, só observando e pensando:

“Às vezes o maior stealth game acontece fora da tela.”

RumbleTech desligando o modo ironia… mas só até a próxima treta corporativa.

Fonte

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