Extremely Powerful Capybaras — caos e fofura tropical

Extremely Powerful Capybaras — caos e fofura tropical

6 minutos 04/10/2025

🐾 Um roguelite com capivaras guerreiras, poderes místicos e uma pujança tão caótica que parece meu cérebro depois de três cafés e meia teoria boa interrompida por outra melhor ainda.

🛁 Capivaras, termas e uma vontade incontrolável de abraçar o monitor

Primeiro: sim, você leu notório. Nascente é um jogo sobre capivaras com poderes absurdamente poderosos. E eu já tô rindo só de ortografar isso. 💕

Zero de guerreiros musculosos, elfos sombrios ou magos dramáticos — cá, o rumo do mundo repousa nas patinhas molhadas de roedores gigantes e cheirosos de grama.

A façanha começa num lugar digno de um retiro místico vegano: uma terma de capivaras, onde elas estão de boinha, curtindo uma chuva quentinha e planejando, sei lá, destruir hordas de inimigos com flores explosivas. É o tipo de jogo que começa descansado e termina com 700 inimigos te perseguindo enquanto você gira feito Beyblade peluda.

Você pode jogar sozinho (triste) ou com até três amigos (caótico e, portanto, perfeito). Cada jogador assume o controle de uma capivara com uma classe dissemelhante — porque sim, até as capivaras têm RPG builds agora.

🎶 Escolha sua capivara místico

O jogo oferece quatro classes principais, e todas são tão fofas que eu queria uma pelúcia de cada:

Trovador 🎸 – Uma capivara músico, que ataca com… música. Porque, evidente, o poder do som é real e destrói zumbis.

Druida 🌸 – Lança flores mágicas em quatro direções. Basicamente, uma fada hippie com pelo e carisma.

Assassina 🌀 – Usa estrelinhas ninjas chamadas Speedy Spinners, que giram e voltam tipo bumerangue.

Guerreira 🗡️ – Uma capivara com lança e espírito de tanque, pronta pra enfrentar qualquer um.

Eu testei todas, obviamente, porque meu TDAH não me deixa permanecer paragem. Mas acabei me apaixonando pela Trovador, porque ele literalmente canta enquanto luta. É o tipo de pujança que eu quero pra minha vida: derrotar o caos com ritmo e estilo.

Ah, e pormenor fofo: quando você escolhe a classe, a capivara muda de roupinha! ✨

Tem chapéu de druida, bandana ninja, armadura… Eu gastei uns bons minutos só tirando prints e gritando “MEU DEUS, ELA TEM UM CHAPÉU!”

🐟 Primeira estádio: o Pântano Peixeiro, e o caos começa

O jogo tem três arenas principais — o Fishy Swamp, a River Rat’s City e as Volcanic Springs — que vão ficando mais difíceis e mais cheias de inimigos a cada rodada.

No início, você entra no pântano e já percebe: alguma coisa está inverídico. Tudo é fofinho, mas o pavimento vibra, tem zumbis de capivara vindo em hordas e a música parece ter sido composta por um hamster com aproximação a sintetizador.

E o mais lícito: você não precisa hostilizar manualmente! As armas e magias disparam sozinhas.
Você só precisa desviar, sobreviver e — o mais importante — coletar orbes coloridas que servem pra subir de nível.

As azuis te dão XP, e as vermelhas valem mais (tipo aquele docinho que cai da mesa e você pensa “vale o risco”). Cada vez que sobe de nível, você escolhe entre quatro novos poderes — ativos ou passivos.

⚔️ Roguelike com jeitinho de piquenique em guerra

Os controles são simples, mas o jogo não perdoa. Conforme as ondas de inimigos aumentam, você vai sentindo a tensão subir tipo panela de pressão: “SOCORRO, EU SÓ QUERIA PEGA ESSA ORBE, NÃO QUINHENTOS ZUMBIS!”.

Cada capivara tem uma barrinha de vida (vermelha, óbvio, pra promover pânico).

Se ela zera, termo da risco… a não ser que esteja jogando com amigos. Aí começa o ritual da ressurreição, que exige que os outros fiquem num círculo mágico derrotando monstros pra te trazer de volta. É quase uma missa de sétimo dia com zumbis e glitter.

Mas desvelo: às vezes o jogo buga — tipo, você tenta melhorar a arma e puf, a tela congela. (Alô, Bandai? Um patchzinho de paixão, por obséquio 💌).

💎 Builds, cartas e a arte de permanecer possante enquanto é fofo

Quando você sobe de nível, o jogo te obriga a manter um estabilidade entre poderes ativos e passivos — tipo vida real: não dá pra ter só pujança, precisa de foco também (olha eu tentando me convencer).

No esquina superior, há dez slots: cinco com símbolo de gládio (ataques ativos) e cinco com um espiralzinho (passivos). Quando preenche tudo, passa a evoluir as habilidades em vez de lucrar novas.

Mas se você estiver jogando em grupo e tiver um companheiro mais ganancioso, ele pode roubar o poder que você queria. 😭

Sim, Extremely Powerful Capybaras é o tipo de jogo que testa não só reflexos, mas amizades.

🏡 O vilarejo das capivaras — onde mora a esperança e upgrades caríssimos

Entre as partidas, você pode visitar o vilarejo das capivaras, que parece uma mistura de Bicho Crossing com Ragnarok Online. Lá, cada NPC-capy ajuda de um jeito: um vende melhorias, outro aumenta o dano base dos ataques, e outro te dá vontade de abraçar a tela.

Durante as corridas, você coleta capy-moedas e capy-tokens pra gastar com melhorias permanentes. É o tipo de loop que faz o cérebro liberar dopamina e te convencer que “só mais uma runzinha” não faz mal (spoiler: faz, são 3 da manhã e você ainda tá jogando).

🌺 Visual de livro infantil, coração de roguelike hardcore

A estética é tão formosa que dá vontade de imprimir e colocar num livro de pintalgar. Tudo é feito em tons tropicais, com texturas que lembram papel e capivaras que andam rebolando — não estou exagerando.

A trilha sonora é uma sarau de instrumentos alegres e tambores caribenhos, perfeita pra um jogo onde roedores mágicos enfrentam zumbis tropicais. Cada período tem sua própria música, e todas grudam na cabeça mais do que jingle de brinquedo de Natal.

💥 Desvantagens fofas (mas ainda desvantagens)

Nem tudo é arco-íris e capim fresquinho. O jogo não explica zero recta. Eu demorei uma hora pra entender por que não conseguia pegar certos poderes no multiplayer (spoiler: já tinha cinco ativos). Um tutorial mais caprichado teria ajudado — ou uma capivara tutora, tipo: “Ei, humano, calma, você tá fazendo tudo inverídico, vem cá.”

E sim, tem uns bugs ocasionais. Zero que estrague a experiência, mas o tipo de bug que faz você rir nervosamente tipo: “haha… espero que tenha salvado, né?”.

🧃 Extremely Powerful Capybaras e o poder do contraditório fofo

Esse jogo é basicamente o Vampire Survivors que decidiu tomar sol, meditar e passar protetor solar. É simples, viciante, engraçado e absolutamente adorável. Cada partida parece um sonho febril onde tudo é peludo e referto de efeitos coloridos, e você se pega pensando: “por que eu tô chorando jogando isso?”

Mas é isso que ele faz: te envolve. Você entra pra rir das capivaras, e sai genuinamente seduzido com o ritmo, a cooperação e o jeitinho caótico de cada partida.

Prós:

  • Capivaras. Capivaras. Capivaras.
  • Visual fofíssimo e sarapintado.
  • Modo co-op divertidíssimo e caótico.
  • Sistema de builds viciante e criativo.
  • Trilha sonora que te faz dançar enquanto foge do apocalipse.

Contras:

  • Falta um tutorial decente.
  • Bugs ocasionais podem travar o jogo.
  • Justificação sujeição emocional por capivaras.

Nota Final: 8/10

Ai, gente… eu não estava preparada pra amar tanto um jogo sobre capivaras guerreiras. 😭💖 Extremely Powerful Capybaras é o tipo de título que faz meu cérebro explodir de serotonina. É risonho, bonito, tem uma vibe tropical que parece amplexo, e ainda por cima tem capivaras tocando instrumentos e enfrentando zumbis. Se isso não é arte, eu sinceramente não sei o que é. Porque o mundo precisa de mais capivaras poderosas (e menos tutoriais confusos).

Fonte

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