Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake Review – O terror japonês…

Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake Review – O terror japonês…

7 minutos 09/03/2026

Lançado em 2003, Trágico Frame 2: Crimson Butterfly foi um dos grandes jogos de terror de sua era, ao lado de Silent Hill 3. Depois de um remake para Wii, em 2012, a Koei Tecmo decidiu dar ao cultuado game da franquia um novo remake, desta vez sob os cuidados da Team Ninja.

Com lançamento marcado para 12 de março de 2026 nas plataformas PS5, Xbox Series, PC e Switch 2, Trágico Frame 2: Crimson Butterfly Remake chega com um novo visual, novas mecânicas e diversas melhorias de qualidade de vida em confrontação ao game de PS2 e ao remake para Wii.

Será que leste novo remake, com todas as suas modificações e melhorias, pode marcar o início do retorno da franquia aos games, assim uma vez que aconteceu com Silent Hill? O Combo Infinito teve a oportunidade de jogar antemão, e eu lhe direi se Trágico Frame 2: Crimson Butterfly Remake é tudo isso.

De volta a 2003 com uma perspectiva moderna

Decidi inaugurar leste review com as novidades e mudanças que leste remake trouxe em relação ao game de PS2. Dissemelhante do original, a perspectiva da câmera agora é over the shoulder, substituindo a câmera estática.

Embora essa escolha de perspectiva já estivesse presente no remake para Wii, neste novo remake ela entrega ainda mais mergulho, oferecendo uma sensação mais claustrofóbica dentro dos cenários.

Essa mudança, além de ser um tanto originário para um game em 2026, também pode servir uma vez que um vislumbre de uma vez que um novo título da franquia poderia se comportar.

Além da perspectiva modernizada, agora a protagonista que controlamos pode segurar a mão de sua mana Mayu quando ambas estão no cenário. Esta mecânica é inédita e agora ganhou forma.

Mesmo representando a relação entre as irmãs, em termos de gameplay ela também traz um duelo suplementar, uma vez que evitar que Mayu seja atingida pelos fantasmas. Porém, em alguns momentos, uma vez que durante a exploração dentro de casas, a mecânica não funciona tão muito quanto explorar sozinha.

Ter Mayu por perto também se torna uma tarefa desafiadora. Em certas situações de risco, quando ela cai, você precisará se aproximar e ajudá-la. Isso irá regenerar sua saúde e sua força de vontade.

Partindo para o visual, o novo remake é simplesmente espetacular. Mesmo com todo o charme do jogo de PS2, leste novo retorno entrega uma ambientação muito mais intimidadora.

Seus ambientes fechados proporcionam uma sensação ainda mais sufocante e aterrorizante, enquanto as áreas abertas apresentam cenários também assustadores, repletos de fantasmas.

Toda a direção de arte ganhou mais profundidade e tridimensionalidade, fazendo com que cada sítio pareça ainda mais cominador.

Toda essa novidade forma de apresentar os cenários só potencializa a sensação uniforme de terror

Para maximizar esse sentimento desconfortável, os visuais dos fantasmas são absolutamente apavorantes. Embora as feições e os visuais do game de PS2 tivessem seu charme e fossem eficientes em nos assustar, agora há muito mais detalhes.

Cada fantasma possui uma aspecto dissemelhante e realista, tornando seus encontros ainda mais perturbadores.

Não posso deixar de mencionar também o visual de Mio e Mayu. Há uma grande evolução tanto nos modelos quanto na movimentação. Tudo parece mais originário e realista.

As expressões e reações das irmãs em momentos aterrorizantes ajudam a transmitir todo o peso dessa experiência.

Minha estudo aconteceu na versão de PC do jogo e não presenciei nenhum bug ou queda de FPS. Tudo rodou fluidamente a 60 FPS em solução 2K (1440p), embora nas cenas de galanteio o jogo fique travado em 30 FPS.

Minha única salvaguarda é que não é provável modificar configurações uma vez que DLSS diretamente dentro do jogo. Para isso, é necessário voltar ao menu principal. Alguma coisa muito obsoleto para um título que chega ao PC atualmente.

Ainda assim, toda essa reconstrução moderna de um clássico faz deste remake uma experiência marcante — e possivelmente uma das mais assustadoras da atualidade.

Eu realmente espero que Trágico Frame retorne aos holofotes com um novo jogo, assim uma vez que aconteceu com Silent Hill.

Fotografando nos dias atuais

Uma das grandes mecânicas e base da experiência de Trágico Frame é o uso da câmera para derrotar os fantasmas.

Nascente remake trouxe melhorias e adições para tornar essa mecânica de combate mais originário e intuitiva, substituindo a dinâmica lenta e travada do jogo original.

Para quem desconhece a franquia, Mio e Mayu se encontram em um lugar obsesso por fantasmas. Para varar essas entidades, Mio utiliza uma câmera fotográfica chamada Câmera Obscura.

Durante a exploração dos cenários, você coleta diferentes tipos de filmes que potencializam os ataques da câmera. Por padrão, existe um tipo de filme com munição infinita, enquanto os demais possuem quantidade limitada.

Para derrotar os fantasmas, é preciso mirar neles e fotografá-los. Para maximizar o dano, o jogador deve ativar pontos em vermelho que surgem enquanto mira.

A grande mudança no remake está na possibilidade de se movimentar e esquivar enquanto mira. No jogo original, a mecânica de retrato era completamente estática.

Outrossim, conforme você enfraquece os fantasmas com suas fotos, é provável ativar ataques especiais que permitem disparos rápidos consecutivos, causando ainda mais dano.

Assim uma vez que no jogo original, também é provável aprimorar a câmera, aumentando a velocidade de recarga do filme, melhorando o foco e ampliando a lente, um tanto que é novidade neste remake.

Os filtros também retornam e oferecem diferentes vantagens em combate

O Filtro de Exposição permite tirar fotos mais rapidamente e desacelerar os inimigos, enquanto o Filtro Perceptual possui maior alcance.

Já o Filtro Radiante permite originar mais dano ao dispêndio de Força de Vontade, adicionando um elemento de risco à estratégia.

O filtro escolhido depende da situação da guerra e da natureza da prenúncio, adicionando uma categoria estratégica importante ao combate.

Todas essas novidades ampliam bastante o sistema de combate. Agora não se trata unicamente de tirar fotos — existe estratégia, posicionamento e gerenciamento de recursos.

A Câmera Obscura também possui outras funções. Durante a exploração, é provável fotografar as “Bonecas Gêmeas” espalhadas pela vila.

Ao fazer isso, novos itens são desbloqueados na Troca de Pontos.

Outrossim, os fantasminhas camaradas também retornam neste remake, desbloqueando missões secundárias.

Uma narrativa pesada, mas inacessível para os jogadores brasileiros

Trágico Frame 2: Crimson Butterfly conta a história das irmãs gêmeas Mio e Mayu Amakura, que acabam se perdendo em uma vila que desapareceu do planta.

Enquanto tentam evadir, elas acabam descobrindo os mistérios sobrenaturais que cercam o sítio.

Em uma vila presa em uma noite sem termo, as irmãs passam a ser perseguidas por espíritos vingativos enquanto tentam evadir de um ritual misterioso.

Todo o concepção por trás de Trágico Frame 2 é pesado e impactante.

Temas uma vez que suicídio e sacrifício aparecem por meio de flashbacks e documentos espalhados pela vila, que contam a história das vítimas desses rituais macabros.

Todo esse contexto ganha ainda mais força graças à direção artística do jogo.

Enquanto a narrativa principal se desenrola com mistérios e descobertas, as missões secundárias oferecem histórias paralelas também interessantes.

O remake também introduz novas áreas e histórias adicionais, além de conteúdos desbloqueados através das Broken Spirit Stones, que revelam mais detalhes sobre outros personagens.

Outro destaque é a presença de um novo final, um tanto interessante para quem já conhece as múltiplas conclusões do jogo original.

Nascente remake para a atual geração revitaliza essa narrativa intrigante e desconfortável.

Porém, a exiguidade de suporte ao português do Brasil provavelmente afastará muitos jogadores.

O que é uma pena, e um tanto difícil de justificar, considerando que se trata de um relançamento pensado justamente para perceber um público maior.

Espero sinceramente que a Koei Tecmo reconsidere essa decisão e adicione o linguagem em uma atualização futura.

A franquia Nioh possui suporte completo ao português do Brasil, portanto não há motivo para essa resistência em outros títulos.

Mas enfim, Trágico Frame 2: Crimson Butterfly é tudo isso mesmo?

Nascente novo remake é, sem incerteza, a versão definitiva do clássico de 2003.

Mesmo existindo o remake para Wii, aquela versão foi claramente pensada para o console da Nintendo.

Agora, leste novo retorno chega a todas as plataformas da geração atual com um visual impressionante e mecânicas que modernizam o combate.

Embora a narrativa permaneça intacta, o remake compensa com a soma de um novo final e novas histórias, expandindo ainda mais o universo do jogo.

Se existia alguma incerteza de que o terror nipónico ainda tem força nos videogames, Trágico Frame 2: Crimson Butterfly Remake chega para provar exatamente isso.

Silent Hill f não está mais sozinho representando o terror nipónico nos dias atuais.

O remake de Trágico Frame 2 chega para recolocar a franquia nos holofotes, uma série que por anos foi referência dentro do terror nos videogames.

Com muita empolgação e esperança, espero ver um retorno definitivo da franquia com um novo jogo.

2026 já ganhou um grande representante para o gênero de terror.


Veredito:

Trágico Frame 2: Crimson Butterfly Remake é a versão definitiva do clássico de 2003 ao revitalizá-lo com uma câmera over the shoulder, um combate civilizado oferendo mais versatilidade e visual totalmente reconstruído que só engrandece sua atmosfera aterrorizante.
João Antônio

von 10

2026-03-09T22:04:14-0300

Fonte

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