Final Fantasy XIV Dawntrail (Switch 2) – Análise – Vale a Pena – Review

Final Fantasy XIV Dawntrail (Switch 2) – Análise – Vale a Pena – Review

9 minutos 11/08/2026

Lançado originalmente para PC em setembro de 2010, destruído (literalmente) em novembro de 2012 e renascido porquê A Ream Reborn em agosto de 2013 para PS3, PS4 e PC, Final Fantasy XIV Online se tornou um dos principais MMOs do mercado durante esses quase 16 anos de estrada, sendo um dos principais responsáveis por popularizar o gênero nos consoles, seguindo os passos de Final Fantasy XI que foi o precursor dessa empreitada ainda no PS2.

Com o sucesso sem precedentes conseguido pelo game a partir da expansão Shadowbringers, Final Fantasy XIV chegou eventualmente para os consoles XBOX em março de 2024, fazendo secção de um esforço da Square Enix em levar seus principais títulos para o maior número verosímil de jogadores. Porém, restava uma plataforma a ainda ser agraciada por Hydaelyn: o Nintendo Switch 2.

Em seguida muitos pedidos tanto de jogadores veteranos quanto de jogadores da plataforma da Big N, a Square Enix finalmente levou Final Fantasy XIV Online para o Switch 2, com a promessa de oferecer uma óptimo experiência para os jogadores da plataforma.

Estive jogando o game no Nintendo Switch 2 desde o seu lançamento no último dia 4 de agosto, e finalmente, chegou a hora de responder a pergunta de 1 milhão de gil: realmente vale a pena jogar FF XIV no Switch 2?

O criticamente aclamado MMORPG Final Fantasy XIV

Final Fantasy XIV Dawntrail (Switch 2) - Análise - Vale a Pena - Review

Final Fantasy XIV é um MMORPG com 13 anos de histórias (16 se contarmos a versão 1.0), com um jogo base que passa das 50 horas + 5 expansões que se assemelham (ou ultrapassam) esse tempo de jogo APENAS em suas missões de história, o que torna “somar” a sua premissa alguma coisa extremamente complicado. 

Porquê em qualquer MMO, Final Fantasy XIV nos permite produzir o nosso próprio personagem, que assim porquê o protagonista de boa secção dos demais títulos da série, será divulgado porquê o Warrior of Light, uma espécie de guerreiro da profecia bendito pela diva Hydaelyn. E é exatamente nas primeiras horas de gameplay que FF XIV se destaca de boa secção dos outros jogos do gênero.

Final Fantasy XIV Dawntrail (Switch 2) - Análise - Vale a Pena - Review

Ao invés de utilizar a história porquê um tecido de fundo para nos motivar a caçar monstros, conseguir equipamentos melhores e interagir com outras pessoas, Final Fantasy XIV Online tem um poderoso apelo narrativo, trazendo centenas de horas de cutscenes e diálogos, fazendo jus ao nome Final Fantasy. Cada expansão possui uma história original que faz referências a diversos títulos da série, sendo um verdadeiro “parque de diversões” de Final Fantasy, em um envolvente totalmente multiplayer que reúne milhares de jogadores conectados ao mesmo mundo.

Esse paisagem multiplayer é muitas vezes o principal fator a distanciar os fãs do MMO, porém, é perfeitamente verosímil jogar o game porquê um título da franquia principal generalidade, aproveitando toda a sua história e mundo e interagindo o mínimo verosímil com os aspectos de MMOs, o que pode parecer um tanto quanto estranho, mas que de alguma forma, funciona EXTREMAMENTE muito. Na verdade, tornar FF XIV conseguível para os jogadores que não são muito fãs do gênero MMO tem sido um dos grandes objetivos da Square Enix nos últimos anos, com o game recebendo diversas ferramentas que permitem aos jogadores enfrentar dungeons e até mesmo algumas outras instâncias da história com o auxílio de NPCs.

Por se tratar de uma review específica para a versão de Nintendo Switch 2, não entrarei em muitos detalhes a reverência de mecânicas de gameplay e história além dos pontos já abordados até cá para não estender a leitura além do necessário. Caso queira entender mais a fundo porquê essas mecânicas funcionam, recomendo a leitura da estudo completa de Final Fantasy XIV Dawntrail, que pode ser acessada clicando aqui.

Eorzea na palma da mão

Final Fantasy XIV Dawntrail (Switch 2) - Análise - Vale a Pena - Review

Entrando nos aspectos técnicos da versão de Nintendo Switch 2, Final Fantasy XIV Online pode ser considerado porquê um dos melhores ports do console ao ser jogado no modo portátil. A Square Enix havia prometido entregar uma experiência incrível aos jogadores, mas nem mesmo os mais otimistas esperavam o QUÃO incrível seria o resultado conseguido pela Creative Studio 3.

É simplesmente incrível chegar nas cidades mais movimentadas de Eorzea porquê Ul’Dah e Limsa Lominsa em pleno final de semana, com centenas de jogadores conversando, utilizando emotes ou somente exibindo suas armas de Ultimates e o console simplesmente… Manter a performance a 30 quadros, necessitando somente reduzir o draw distance dos jogadores (alguma coisa que também é recomendado fazer até mesmo em PCs mais potentes), e com pouquíssimas concessões gráficas para isso.

Essa mesma qualidade também se repete nas áreas abertas e nas instâncias, seja nas dungeons de 4 jogadores, trials e raids de 8 jogadores, conteúdos para 24 jogadores e até mesmo em raids Ultimates, que exigem um pouco mais da máquina que as raids normais por renderizar diferentes arenas e chefes em sequência.

O game faz uso do óptimo esquema de botões para permitir que o game seja totalmente aproveitado no controle, permitindo ao jogador customizar por completo as suas barras de habilidades e o HUD nos mínimos detalhes, tornando a experiência extremamente deleitável mesmo na “telinha” do console. Um ponto muito interessante em relação aos controles é a possibilidade de poder utilizar o modo mouse do joy-con, que conta com um notório delay de input, mas que com certeza será imensamente melhorado com a chegada de novas atualizações, permitindo que até mesmo os jogadores que jogam o game com mouse e teclado aproveitem a portabilidade do Switch 2 sem a premência de se apropriar totalmente ao gameplay no controle.

Simples, o veste do game estar “lockado” a 30 FPS acaba tornando a experiência não tão ideal para quem planeja fazer conteúdos hardcore porquê Dancing Mad (Ultimate) ou savage raids no modo portátil,  mas a performance é inabalável o suficiente para que realizar tais façanhas não sejamalgo que margem o impossível porquê muitos acreditavam que seria. O mesmo, infelizmente, não pode ser dito a reverência do modo dock, que precisava de um pouco mais de carinho. 

O primeiro problema notado mal coloquei o console no dock foi a solução, que está lockada a 1080p, o que pode não ser um problema para quem utiliza uma TV ou monitor full HD, mas que definitivamente vai gerar desconforto para quem joga em um dispositivo 4K.

A performance também é um ponto que deixa um pouco a desejar, já que apesar do modo dock dar a opção de remover a trava de 30 fps, você raramente verá o game chegar aos 60 FPS, causando muito desconforto com quedas de frame um tanto quanto bruscas em “mobadas” nas dungeons ou mecânicas repletas de efeitos na tela, tornando o lock a 30 FPS mesmo no modo dock a melhor forma de aproveitar Final Fantasy XIV no Switch 2.

Simples, o frame rate provavelmente não será um problema para 90% dos jogadores, já que porquê dito anteriormente, a fluidez dos 60 fps se faz realmente muito necessária somente para os conteúdos mais hardcore do título, e o simples veste do console manter os 30 fps de forma extremamente consistente já pode ser considerado um feito incrível.

Graficamente falando, o game apresenta pouquíssimos “downgrades” nítidos em relação a versão de PS5/XBOX Series X e principalmente a versão de PC com os gráficos no sumo, principalmente por conta de sua solução no modo dock e alguns efeitos de iluminação. A Square Enix parece ter encontrado o meio termo entre as versões do game para PS4 e PS5, trazendo algumas das melhorias que chegaram para a atual geração de consoles, deixando de fora outros elementos mais pesados que poderiam afetar a performance.

Final Fantasy XIV Dawntrail (Switch 2) - Análise - Vale a Pena - Review

O tempo de carregamento para se teleportar entre as cidades também está um pouco mais supino que as demais versões, mas zero que chegue a incomodar (com raras exceções). Esse ponto parece ser uma prioridade para a Square Enix, que já corrigiu boa secção dos problemas relacionados aos carregamentos através de uma atualização, reforçando que todo o feedback está sendo ouvido e as correções chegarão em tempo recorde.

Nitidamente o foco da desenvolvedora foi em otimizar o game para os 30 FPS, o que na minha opinião, foi a melhor decisão verosímil, por fim, um MMO precisa de firmeza antes de pensar em gráficos, e Final Fantasy XIV para o Switch 2 seguiu essa ordem a risca, embora isso tenha causado alguns problemas ao colocar o console no dock.

Alguns velhos problemas já muito conhecidos dos jogadores brasileiros infelizmente não foram solucionados com a chegada do game para o Switch 2, porquê a exiguidade de localização para português e de servidores locais, o que pode distanciar os jogadores que não entendem muito muito o inglês, espanhol ou algumas das outras línguas suportadas pelo game, além de originar alguns incômodos com lag que influenciam o funcionamento de classes principalmente em conteúdos high-end (sim, eu estou falando de você Machinist).

Uma novidade e óptimo maneira de experienciar Final Fantasy XIV Online

Com um port extremamente competente, Final Fantasy XIV para o Nintendo Switch 2 é um dos maiores acertos da Square Enix durante todo o ciclo do game durante a expansão Dawntrail. Jogar Final Fantasy XIV Online no modo portátil é uma experiência extremamente satisfatória, se tornando a minha novidade forma preferida de jogar o game para realizar minhas roletas diárias e outros conteúdos casuais. 

Simples, porquê um jogador que se façanha nas raids savages e ultimates, algumas das minhas necessidades acabaram não sendo totalmente atendidas, o que de forma alguma ofusca o quão impressionante foi o resultado conseguido pela Square Enix.

Com Evercold no horizonte, Final Fantasy XIV Online tem tudo para entrar em seu melhor momento dentro dos próximos meses,  com o óptimo port para o Nintendo Switch 2 sendo o primeiro passo para um porvir promissor do MMO nas plataformas da Nintendo.

Mas e aí, Final Fantasy XIV Dawntrail para Switch 2 vale a pena?

Final Fantasy XIV Online para o Nintendo Switch 2 é um dos ports mais impressionantes para o console até o momento, mantendo uma performance inabalável no modo portátil sem muitas concessões gráficas, apesar de deixar um pouco a desejar ao conectar o console na TV.

Review elaborado com uma transcrição do jogo para Switch 2 fornecida pela publisher.

Resumo para Preguiçosos

Final Fantasy XIV Online no Nintendo Switch 2 apresenta um port muito competente, mormente no modo portátil. O jogo mantém 30 FPS estáveis, mesmo em áreas com muitos jogadores e conteúdos com grande quantidade de efeitos, além de preservar boa secção da qualidade gráfica das versões de PS5 e Xbox Series. O controle também foi muito adequado, com ampla personalização do HUD e das barras de habilidades, enquanto o modo mouse dos Joy-Con oferece uma selecção para quem está habituado a jogar com teclado e mouse.

No modo dock, porém, Final Fantasy XIV no Switch 2 apresenta algumas limitações, porquê solução travada em 1080p e quedas de desempenho quando a trava de 30 FPS é removida. Ainda assim, a firmeza no portátil faz do jogo uma óptimo opção para quem deseja aproveitar o MMO em qualquer lugar. A exiguidade de localização em português e de servidores brasileiros continua sendo um problema para secção do público, mas não impede que o port seja considerado um dos melhores do console até agora.

Prós

  • Performance inabalável no modo portátil sem grandes concessões gráficas 
  • Mais de 300 horas somente de campanha contendo algumas das melhores histórias da franquia Final Fantasy 
  • Teor extra pode expandir o tempo de jogo para milhares de horas 
  • Controles extremamente muito otimizados para o Joy-Con 2 e Pro Controller 2

Contras

  • Performance e solução no modo dock deixam a desejar 
  • Exiguidade de localização para português e servidores locais

Fonte

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