Início » Forza Horizon 6 Review: o ápice da franquia é no Japão com um jogo…

A Playground Games finalmente nos leva para o orientação mais aguardado pelos fãs da franquia. Forza Horizon 6 desembarca no Japão com a promessa de ser o maior e mais polido título da série até hoje. Depois 40 horas de testes intensos no PC (no Xbox app), podemos compartilhar todas as nossas impressões sobre o jogo que levantou muitas expectativas antes do lançamento.
Recebemos o código de Forza Horizon 6 da Microsoft antemão e agradecemos o Xbox pela crédito. Mas agora chegou a hora de sabermos: o game é tudo isso mesmo?

A trama de Forza Horizon 6 mantém a leveza particularidade da série, mas com um foco renovado na progressão de curso. Você assume o papel de um piloto estrangeiro que acaba de chegar ao Japão, sendo calorosamente recebido por amigos locais em uma dublagem em português satisfatória. O objetivo principal é invadir o seu espaço no Festival Horizon, e para isso, o sistema de pulseiras retorna porquê o grande motor da história.
Dissemelhante de edições anteriores, onde a narrativa era exclusivamente um tecido de fundo distante, cá você sente que está trilhando um caminho de subida. A relação com os personagens ajuda a contextualizar as missões e os “contos” espalhados pelo planta, que exploram a rica cultura automobilística japonesa. É um invitação para submergir no festival e entender por que o Japão é o cenário perfeito para essa celebração da velocidade.


No PC, o visual de Forza Horizon 6 é simplesmente inacreditável, principalmente ao rodar em 4K. O jogo está extremamente muito prestes para as tecnologias atuais da Nvidia, AMD e Intel, permitindo ajustes que transformam a experiência em um delícia visual. Um ponto de destaque é o uso do Ray Tracing no cenário, que melhora drasticamente a luz e a sombra nos diversos biomas do planta, tornando os reflexos nos carros alguma coisa perfeito de se observar.
Em termos de desempenho, o jogo se mostrou exigente, mas muito otimizado. Consegui manter 60 FPS constantes com Ray Tracing ligado, garantindo a fluidez necessária para um jogo de corrida de tá nível. Rodei na GeForce RTX 5080 com DLSS ligado em qualidade, com o presset Cumeeira + Ray Tracing. Embora tenha a opção de Frame Generation, não precisei usar. Mas mesmo assim liguei o Nvidia Reflex para ter certeza que não teria nenhum tipo de input lag. Tudo rodou uma belezinha.
A secção sonora acompanha a qualidade visual com rádios dubladas e uma trilha sonora impecável, incluindo bandas porquê Linkin Park e Rise Against. Curiosamente, algumas rádios permanecem em nipónico para aumentar a mergulho, fazendo o jogador se sentir realmente em um Uber numa viagem ou quando ligamos a TV lugar de Tóquio. Bastante imersivo.


Tudo o que consagrou a franquia Forza Horizon está presente nesta edição, desde a vasta garagem até as opções de personalização. Você pode tunar seus veículos manualmente ou utilizar aprimoramentos automáticos, além de diminuir designs e ajustes criados pela comunidade. O padrão de qualidade na modelagem dos veículos continua sendo a referência da indústria, com cada sege apresentando detalhes minuciosos e comportamentos distintos na pista.
A evolução dos carros segue o fluxo tradicional, onde lucrar novos veículos e aprimorá-los é uma uniforme. Embora o fator comunidade seja muito poderoso, durante o período de pré-lançamento a exploração desse recurso foi limitada pela baixa quantidade de jogadores online, embora eu ainda percebesse pilotos no planta. Mesmo assim, a estrutura robusta garante que, mal o jogo for lançado, a livraria de designs e tunagens será gigantesca porquê sempre. Mas confesso que senti falta de ver as criações da galera e mal vejo a hora de jogar quando todo mundo estiver no game.


O gameplay foi refinado para oferecer uma dirigibilidade mais ligeiro e precisa, tornando oriente o Forza melhor configurado para o controle até hoje. O jogo equilibra o estilo arcade com a premência de técnica, exigindo que o jogador saiba frear e derrapar no momento claro. Para os novatos ou para aqueles momentos de erro trágico, o recurso de rewind (voltar no tempo) continua presente, evitando frustrações em um planta tão vasto.
Existem diversos auxílios de direção que podem ser ajustados conforme a preferência do jogador. É verosímil deixar o jogo mais próximo de um Need for Speed ou aumentar a dificuldade para um repto real de simulador arcade. Essa flexibilidade, somada ao código refinado da Playground Games, resulta em uma experiência de direção extremamente prazerosa e viciante.


O planta do Japão em Forza Horizon 6 é o maior já criado pela Playground Games, destacando-se pelo seu enorme trecho urbano. Você corre por ruas inspiradas em Shibuya e Tóquio, passando por pontos icônicos porquê a Torre de Tóquio e avistando o Monte Fuji ao fundo. A ambientação é leal ao que consumimos da cultura japonesa, misturando o asfalto das metrópoles com áreas montanhosas, rurais e litorâneas.
Dissemelhante de outros jogos onde o festival era itinerante, cá ele possui poucos pontos e fixos que te direcionam para missões em diversas partes do planta. Além da venustidade proveniente, a implementação das estações (seasons) promete ser a mais pesada e impactante da franquia até agora, mudando drasticamente o visual e o gameplay quando a chuva ou a neve aparecem. É um mundo que te prende pela venustidade e pela variedade de biomas.
Infelizmente não pude testar as temporadas, pois recebemos o game na última semana do embargo (que é hoje) e justamente nesta quinta, com o início do entrada antecipado, que haverá uma mudança de estação.


O sistema de pulseiras retornou para dar um tino de progressão muito mais palpável ao jogador. As pulseiras determinam as categorias de carros que você pode usar nas corridas e bloqueiam novos eventos até que você alcance a pontuação necessária. Esse sistema resolve um problema de engajamento dos jogos anteriores, pois agora você sabe exatamente para onde ir e o que precisa fazer para evoluir.
Ao lado das pulseiras, temos os carimbos, que são obtidos através de missões paralelas e desafios de exploração. Tanto as pulseiras quanto os carimbos possuem telas específicas para o resgate de recompensas, garantindo que o jogo esteja incessantemente te dando alguma coisa novo. É uma estrutura de RPG que funciona perfeitamente para manter o interesse do jogador ao longo das dezenas de horas de jogo.


A variedade de atividades no planta é imensa, incluindo corridas de estrada, rally, off-road e as eletrizantes corridas de Night Street, que capturam a origem de Velozes e Furiosos no Japão. Além das competições principais, o planta está repleto de radares, saltos e desafios de drift que agora têm uma influência maior na progressão de pontos Horizon. Se você estiver perto de uma novidade pulseira, fazer alguns saltos ou radares pode ser o empurrão que faltava sem a premência de iniciar uma corrida completa.
A progressão também inclui os “Contos Horizon”, missões amarelas que narram histórias sobre a cultura automobilística japonesa, porquê a influência do drift ou a história de carros específicos. Chegar à “Ilhota das Lendas”, a secção final do jogo, exige um grind saudável que te incentiva a explorar cada ícone do planta. Essa organização das tarefas torna a experiência de completar o jogo muito mais divertida e recompensadora.


O “Corre Corre Horizon” serve porquê uma prévio para as pulseiras principais, apresentando pistas montadas com contêineres e guindastes que formam percursos técnicos e irados. São eventos de exibição que preparam o jogador para os grandes momentos do festival. No entanto, o verdadeiro vértice são as corridas especiais de exibição, que desta vez elevaram o nível da “doideira” japonesa ao extremo.
Uma dessas missões envolve uma corrida contra um Robô Gigante, uma experiência insana onde o robô corre ao seu lado e destrói partes do cenário enquanto você tenta ultrapassá-lo. É um evento cosmético, mas extremamente muito coreografado, misturando carros, o robô e até um trem-bala em um único take. Embora o libido por um Godzilla não tenha sido atendido no lançamento, o robô gigante cumpre o papel de ser o vértice da “japonesidade” no jogo.
A não ser que tenham escondido o Godzilla e eu não tenha encontrado. Mas ele é tão grande. Porquê pode ser verosímil?


Se Forza sempre flertou com elementos de RPG, no 6 ele finalmente assume essa identidade por completo. Os pontos Horizon funcionam porquê XP e as pulseiras são os seus níveis de classe. Cada sege na sua garagem é porquê se fosse uma “punhal” dissemelhante em um inventário; você precisa testar e deslindar qual deles é o melhor para cada tipo específico de guerra ou corrida.
Essa preocupação com números e níveis torna a seleção do sege alguma coisa muito mais estratégico e prazeroso. Você se vê grindando atividades paralelas para liberar a próxima “espaço” do jogo, exatamente porquê faria em um RPG de mundo descerrado. É a evolução máxima da fórmula, onde a diversão de encaminhar se une a um sistema de progressão viciante que te impede de largar o controle.


Um dos pontos mais impressionantes deste lançamento é o roupa de o jogo estar praticamente livre de bugs. Durante as 40 horas de gameplay, não houve problemas de travamento, erros de script ou falhas de progressão. Mesmo em um planta tão grande e multíplice, a Playground Games entregou um resultado extremamente polido e firme.
O supremo de “problema” encontrado foi um carregamento que demorou um pouco mais que o normal em um momento só, mas que não se repetiu. Eu reforço, é vasqueiro vermos um jogo de mundo descerrado desse tamanho chegar ao mercado com tamanha segurança, o que mostra o compromisso do estúdio com a vantagem técnica. Fable, pelo visto, está em boas mãos.
Forza Horizon 6 é o jogo de corrida definitivo do momento e, provavelmente, dos próximos anos. Ele é extremamente polido, jocoso e corrige as pequenas falhas de engajamento das edições passadas. A Playground Games executou a ambientação no Japão com sublimidade, oferecendo o maior e mais variado planta da história da franquia. É um jogo que não cansa o jogador, incentivando a exploração e a experimentação uniforme com novos carros e desafios.
A Playground Games prova mais uma vez que é rabi no gênero, entregando uma obra que atende 100% da proposta. Para os fãs de velocidade, oriente é um título obrigatório e impecável.
É tudo isso mesmo?:
Forza Horizon 6 leva a série ao Japão e entrega a experiência Horizon mais polida até agora. O enorme mundo descerrado mistura ruas, estradas montanhosas e áreas rurais inspiradas em Tóquio com um sistema de progressão mais poderoso que faz o jogo parecer mais próximo de um RPG do que nunca. Encaminhar continua incrivelmente jocoso, os eventos são variados e a exploração sempre é recompensadora. No PC, os visuais são impressionantes com desempenho supimpa no universal, enquanto a trilha sonora e a atmosfera capturam perfeitamente o espírito da cultura automobilística japonesa. Mais importante ainda, o jogo foi lançado em um estado notavelmente polido, tornando difícil parar de jogar quando o festival começa. Forza Horizon 6 é facilmente um dos melhores jogos de corrida desta geração.
– M@xpay
von 10
2026-05-14T09:09:59-03:00

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