Funcionários do Xbox teriam comemorado saída de Sarah Bond

Funcionários do Xbox teriam comemorado saída de Sarah Bond

4 minutos 23/02/2026

🚪💼 Climinha de Elevador no Xbox? Funcionários estariam “aliviados” em seguida saída de Sarah Bond…

Sabe aquele silêncio constrangedor de elevador corporativo quando o encarregado entra e todo mundo começa a olhar fixamente para o número do andejar?

Pois é.

Segundo o site The Verge, a saída de Sarah Bond do Xbox teria gerado… digamos… um notório “clima de refrigério” nos corredores verdes da empresa.

Sim, aparentemente o botão do 12º andejar nunca foi pressionado com tanta leveza.

📉 Receita de hardware em queda e a dança das cadeiras

Depois da aposentadoria de Phil Spencer, que já foi uma explosivo corporativa por si só, veio a troca completa no topo da prisão cevar gamer da Microsoft.

Três anos fiscais seguidos de queda na receita de hardware.

Tradução corporativa:
“Precisamos reorganizar as cadeiras antes que a música pare de vez.”

E, segundo fontes citadas pelo The Verge (porque toda fofoca tech começa com “múltiplas fontes”), a saída de Bond era meio que inevitável.

🎯 “Isso é um Xbox”… mas ninguém sabia exatamente o que era

Vamos falar da campanha.

Bond foi associada à estratégia “Isso é um Xbox” — aquela teoria de que qualquer dispositivo pode ser um Xbox.

Celular? Xbox.
Tablet? Xbox.
Smart TV? Xbox.
Calculadora científica? Provavelmente em breve.

A proposta era clara: expandir a marca para além do console físico.

Mas aparentemente, internamente, nem todo mundo estava achando isso uma revolução luzente.

Segundo relatos, a campanha teria incomodado funcionários — mormente pela sensação de que o console tradicional estava sendo deixado de lado.

E olha… quando você trabalha anos desenvolvendo hardware e ouve que “qualquer coisa é um Xbox”, dá uma coçadinha corporativa detrás da ouvido.

🧊 Clima interno: “difícil de trabalhar”

Cá entra a secção fofoca modo turbo.

As tais “múltiplas fontes” afirmam que Bond era vista uma vez que alguém difícil de mourejar e que teria criado uma estrutura onde questionar a visão era basicamente pedir para ir para o RH conversar sobre “novos desafios fora da empresa”.

É aquele clássico estilo:

“Ou você veste a camisa, ou a camisa veste você… para fora.”

Mas calma.

Também há elogios.

Ela foi considerada crucial no consonância da compra da Activision Blizzard King — que não foi exatamente uma compra de panificação.

Portanto sim, ela fechava negócios gigantes.

Mas aparentemente, relacionamento interno não era exatamente o possante.

🧠 IA no topo e o pânico da planilha falante

Com a saída de Bond e Spencer, entra Asha Sharma, vinda do Microsoft CoreAI.

E aí começou outro elevador pleno de cochichos.

“Ela nem é gamer.”

“Ela vem da espaço de IA.”

“Será que o próximo Halo vai ser escrito pelo ChatGPT?”

Sharma já veio a público dizendo que não vai forçar IA nos jogos e que jogos continuarão sendo feitos por humanos.

Mas você sabe uma vez que é o mundo corporativo.

Quando alguém de IA assume, o pessoal do estúdio já começa a esconder os NPCs com pânico de serem substituídos por algoritmo.

🎮 O “retorno do Xbox” versão reboot corporativo

Sharma prometeu o “retorno do Xbox”.

Frase possante.

Frase de keynote.

Frase que provavelmente estava no slide 3 da apresentação com fundo verdejante degradê.

Ela falou sobre:

  • Jogos incríveis

  • Reconexão com fãs

  • Inovação

  • Plataforma ampla

Tudo muito bonito.

Agora falta transformar PowerPoint em resultado.

🏢 O cheiro de regeneração no ar

Quando liderança muda, sempre tem aquele período em que ninguém sabe muito muito o que vai ocorrer.

O que será prioridade?
Console volta ao foco?
Nuvem ganha mais força?
Mobile vira protagonista?

E mais importante:

Quem fica e quem sai no próximo ciclo?

A saída de Bond, segundo os relatos, trouxe “refrigério” para alguns.

Mas refrigério corporativo é sempre temporário.

Porque a planilha nunca dorme.

🤝 A secção justa da história

É importante manifestar: executivos são figuras complexas.

Fechar negócios bilionários não é tarefa simples.

Mudar estratégia também não.

E liderar numa temporada de queda de receita é tipo pilotar avião em turbulência enquanto acionistas perguntam se o lanche de bordo vai atrasar.

Bond pode ter sido dura.

Pode ter sido centralizadora.

Mas também esteve em decisões estratégicas enormes.

O problema é que, quando o resultado não agrada, a narrativa muda rápido.

🧃 Desfecho: fofoca tech com cheiro de moca corporativo

O que temos cá é um clássico caso de:

Xbox está num momento de redefinição.

Se isso vai virar renascimento glorioso ou mais um ciclo de ajustes, só os próximos trimestres dirão.

Por enquanto, o elevador subiu.

A porta abriu.

E muita gente aparentemente suspirou.

Se foi de refrigério ou de sofreguidão… isso a próxima “múltipla manadeira” nos conta.

Fonte

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