Gamer de 74 anos conquista a Platina de Elden Ring

Gamer de 74 anos conquista a Platina de Elden Ring

12 minutos 23/07/2026
Com mais de milénio horas de jogo, passagens pelo NG+7 e todos os 42 troféus no PlayStation, veterano mostra que idade não impede ninguém de virar Lorde Prístino… mas preguiça, sofreguidão e botão de esquiva apertado na hora errada ainda impedem bastante

Imagine a cena.

É término de tarde.

O controle está sobrecarregado.

O moca já esfriou.

Na televisão, um Sem-Luz caminha pelas Terras Intermédias carregando armas, feitiços e a experiência acumulada de alguém que já viu muita coisa na vida.

O jogador entra no menu.

Confere os últimos objetivos.

Resolve algumas pendências.

Portanto aparece o troféu.

Platina.

Todos os 42 troféus de Elden Ring conquistados.

O responsável pelo feito tem 74 anos.

Enquanto isso, em qualquer lugar da internet, um cidadão de 19 anos acabou de morrer para o Sentinela da Árvore, arremessou o controle no sofá e publicou que o jogo possui “design injusto”.

A vida realmente possui maneiras maravilhosas de colocar cada um em seu lugar.

O usuário espargido uma vez que vuduthmb compartilhou no Reddit que conseguiu completar todos os troféus de Elden Ring no PlayStation depois de aglomerar aproximadamente 1.075 horas no jogo. E isso sem recontar outras jornadas realizadas no Xbox Series X. Ele também afirmou que já havia terminado o RPG e sua expansão, Shadow of the Erdtree, no NG+7 quando tinha 72 anos.

Não estamos falando de alguém que entrou em Limgrave, colheu duas flores, conversou com Melina e decidiu que já havia entendido a experiência.

O varão praticamente possui escritura nas Terras Intermédias.

Não foi somente terminar o jogo

Existe uma diferença entre chegar ao final de Elden Ring e invadir sua Platina.

Terminar a campanha já exige dedicação.

Platiná-la pede que o jogador explore diferentes finais, derrote chefes opcionais, encontre armas lendárias, reúna feitiços, encantamentos e talismãs, além de resolver aquela quantidade tradicional de tarefas obscuras que a FromSoftware explica com a nitidez de um manuscrito encontrado dentro de um poço.

É o tipo de jogo em que uma personagem diz:

— Encontre-me onde a estrela morta contempla o pântano tristonho.

E você responde:

— Manifesto. Mas isso fica antes ou depois do elevador?

Ninguém responde.

A personagem desaparece.

A missão continua.

Ventura.

Aos 74 anos, vuduthmb resolveu as pendências restantes e conquistou todos os 42 troféus da versão de PlayStation. Em sua publicação, ele comemorou o feito e definiu Elden Ring uma vez que um jogo magnífico.

Correto.

Magnífico.

Cruel.

Obscuro.

Às vezes irritante.

Mas magnífico.

Ele já havia vencido o NG+7 aos 72 anos

A Platina não foi seu primeiro grande feito.

Dois anos antes, aos 72, o jogador já havia terminado Elden Ring e Shadow of the Erdtree no NG+7, ciclo em que o aumento de dificuldade e resistência dos inimigos alcança seu limite.

NG+7 não é passeio turístico.

Não é entrar no jogo para contemplar a Erdtree, tirar uma foto de Torrent e voltar para mansão antes de sombrear.

É uma versão das Terras Intermédias em que chefes olham para sua barra de vida e enxergam um pequeno {aperitivo}.

O jogador chega equipado.

Possui armas melhoradas.

Conhece o planta.

Sabe onde estão os inimigos.

Também sabe que tudo pode perfazer porque um cachorro escondido detrás de uma caixa resolveu participar da luta.

A experiência ajuda.

A crédito mata.

Essa é a filosofia FromSoftware.

Em Elden Ring, você pode ser um guerreiro lendário, carregando o poder de semideuses derrotados, e ainda morrer para um rato numa caverna porque estava olhando o inventário.

O universo não respeita currículo.

Mais de milénio horas nas Terras Intermédias

O jogador estima ter muro de 1.075 horas somente no PlayStation.

Somadas as outras partidas realizadas no Xbox Series X, o totalidade real é ainda maior.

Milénio horas.

Isso equivale a aproximadamente 44 dias completos.

Sem dormir.

Sem trabalhar.

Sem levantar para procurar a chave que estava no próprio bolso.

Algumas pessoas podem olhar para o número e perguntar:

— Mas por que alguém jogaria tanto o mesmo jogo?

Porque ele gostou.

Mistério resolvido.

Não precisamos convocar psicólogo, sociólogo e técnico em produtividade do LinkedIn.

Jogos gigantes permitem fabricar personagens diferentes.

Testar armas.

Mudar builds.

Fazer desafios.

Explorar rotas.

Encontrar segredos.

Repetir chefes.

Ajudar outros jogadores.

E, no caso de Elden Ring, passar mais 300 horas tentando entender exatamente o que aconteceu na história.

Você guião uma nume.

Assiste ao final.

Os créditos aparecem.

Portanto alguém pergunta:

— O que era a Vontade Maior?

E você responde:

— Magnífico pergunta.

“Velho demais para jogar” é uma frase velha demais para continuar existindo

A história labareda atenção porque ainda existe uma visão limitada sobre videogames e idade.

Muita gente continua tratando games uma vez que brinquedo temporário.

Um pouco que a pessoa deveria largar quando começa a trabalhar, forma família, paga imposto ou descobre que a pilastra produz efeitos sonoros ao levantar do sofá.

Essa teoria já era ultrapassada nos anos 1990.

Em 2026, virou peça de museu.

A primeira geração que cresceu com consoles domésticos está envelhecendo.

Quem jogou Atari, Intellivision, Odyssey, Apple II, Commodore, MSX e os primeiros computadores pessoais não evaporou.

Somente ganhou cabelo branco.

Ou perdeu o cabelo.

Depende da dificuldade da tempo.

O jogador veterano não deixou de gostar de videogame porque completou determinada idade.

Ele somente passou a saber melhor seus próprios gostos.

Já viu modas nascerem.

Já viu empresas desaparecerem.

Já comprou jogo em cartucho, fita, disquete, CD, DVD, Blu-ray e formato do dedo.

Talvez tenha pago preço pleno por uma edição em caixa grande que hoje vale mais que um carruagem usado.

Respeite.

Old gamer não precisa jogar somente título velho

Outro preconceito generalidade é imaginar que jogador mais velho só gosta de game retrô.

Porquê se, depois dos 60, surgisse uma barreira invisível impedindo alguém de instalar qualquer coisa lançada em seguida o Super Nintendo.

O sujeito pode amar Atari e Elden Ring.

Pode jogar Pac-Man e Armored Core VI.

Pode reputar um adventure da Sierra e depois enfrentar Malenia.

Uma coisa não apaga a outra.

Gostar de retrogames não significa viver recluso em 1989.

Significa carregar referências.

O old gamer olha para Elden Ring e enxerga um RPG moderno gigantesco.

Também reconhece conceitos antigos.

Tentativa e erro.

Tirocínio por reparo.

Mapas que não entregam tudo.

Inimigos que não ajustam a dificuldade para proteger o ego.

Chefes que exigem repetição.

Jogos sempre fizeram isso.

A FromSoftware somente colocou iluminação moderna, direção de arte magnífica e um cavalo espectral em cima da filosofia.

Antigamente também tomávamos surra

Existe uma geração mais novidade que fala sobre jogos difíceis uma vez que se a FromSoftware tivesse inventado o sofrimento eletrônico.

Não inventou.

Nós já sofríamos antes.

Só não havia rede social para documentar.

Ghosts ’n Goblins mandava terminar o jogo duas vezes.

Battletoads tratava amizade uma vez que recurso descartável.

Contra entregava poucas vidas e um país inteiro armado contra você.

Gradius removia seus upgrades em seguida a morte e perguntava, silenciosamente, se você realmente queria continuar existindo.

Adventure Island colocava comida no caminho e ainda fazia o personagem morrer de lazeira.

Os arcades foram desenvolvidos com uma filosofia econômica muito simples:

“Morra logo e coloque outra ficha.”

E colocávamos.

Hoje o jogador morre três vezes para Margit e abre um fórum perguntando se existe mod para remover todos os inimigos.

Meu rebento, nós atravessávamos fases inteiras sem checkpoint.

A televisão podia ser desligada por alguém da família.

O console não salvava.

A manadeira esquentava.

O cartucho falhava.

Mesmo assim voltávamos.

Não porque éramos melhores.

Porque o jogo custava dispendioso e não havia outro até o Natal.

A diferença é que Elden Ring oferece liberdade

Apesar da nomeada, Elden Ring não exige que todo jogador siga exatamente o mesmo caminho.

O mundo desobstruído permite largar um travanca.

Explorar outra região.

Subir de nível.

Melhorar armas.

Encontrar invocações.

Testar magia.

Invocar ajuda.

Voltar mais prestes.

O jogo continua difícil.

Mas oferece ferramentas.

A verdadeira barreira muitas vezes é o orgulho.

Existe jogador que prefere morrer 70 vezes usando uma gládio quebrada a comportar que talvez pudesse testar outra estratégia.

A FromSoftware oferece dezenas de possibilidades.

O jogador escolhe lutar pelado, com um pedaço de madeira e sem invocação.

Depois reclama que o jogo está difícil.

É uma vez que ir a uma oficina, recusar todas as ferramentas e tentar consertar o motor com uma colher.

Corajoso.

Pouco eficiente.

O gerente mais difícil continua sendo a mão

Nos comentários, outros jogadores perguntaram se ele sentia dores nas mãos.

Vuduthmb explicou que Armored Core VI chegou a provocar ainda mais desconforto que os soulslikes. Ele disse fazer alongamentos, realizar pausas e, ocasionalmente, colocar gelo nas mãos. Também reforçou a prestígio de exercícios preventivos para quem passa longos períodos jogando.

Pronto.

Está explicado o verdadeiro preparo para NG+7.

Não é somente vigor.

Não é destreza.

Não é lucidez.

É distensão.

Aos 74 anos, ele entende alguma coisa que muito jovem ainda não aprendeu.

Pausa não é guião.

Postura importa.

Mão também possui barra de stamina.

Você não precisa restringir o controle uma vez que se estivesse tentando extrair informação dele.

A Malenia não sente a força aplicada no DualSense.

A única coisa recebendo dano suplementar é seu tendão.

Armored Core VI machucou mais

Esse pormenor é maravilhoso.

O varão terminou Elden Ring e Shadow of the Erdtree no NG+7.

Conquistou a Platina.

Passou mais de milénio horas enfrentando monstros, semideuses e criaturas que parecem ter sido desenhadas depois de Miyazaki dormir assistindo a um documentário sobre insetos.

E ainda assim, segundo ele, Armored Core VI foi pior para as mãos.

Faz sentido.

Elden Ring às vezes permite respirar.

Você anda.

Explora.

Observa paisagem.

Armored Core VI pergunta:

— Está prestes?

Você responde:

— Sim.

Portanto o jogo lança 400 mísseis, três robôs, um prédio e a dívida de uma corporação inteira na sua direção.

É cardio para dedos.

A comunidade respondeu com carinho

A publicação recebeu uma vaga de mensagens positivas.

Jogadores o chamaram de “Elden King”, “Eldest Lord” e outras variações carinhosas. Muitos disseram que esperavam continuar jogando quando chegassem à mesma idade. Um usuário de 40 anos brincou que talvez conseguisse terminar Elden Ring até completar 72. Outro contou que sua mãe, perto dos 70 anos, estava no NG+4.

Esse talvez seja o melhor lado da história.

Não é somente a Platina.

É o que ela representa para quem leu.

A postagem virou uma pequena janela para o horizonte.

Muita gente ainda imagina o envelhecimento uma vez que uma sequência de renúncias.

Parar de fazer isso.

Parar de gostar daquilo.

Deixar hobbies.

Sentar numa cadeira e discutir preço de remédio.

Mas envelhecer não precisa valer perder interesse.

Pode valer finalmente ter tempo para terminar o backlog.

Aposentadoria gamer é um noção promissor.

Você passa décadas comprando jogos em promoção.

Quando o backlog.

Aposentadoria gamer é um noção promissor.

Você passa finalmente deixa de trabalhar, possui 3.800 títulos na livraria.

Só precisa viver mais 240 anos.

Videogame também é memória

Quem joga há muito tempo não carrega somente habilidade.

Carrega lembranças.

O primeiro console.

O fliperama perto de mansão.

O jogo alugado no término de semana.

A revista que publicou o código secreto incorrecto.

O camarada que jurava ter visto uma tempo que não existia.

A fita rebobinada.

O disquete protegido contra gravação.

O estrondo do modem.

A primeira placa 3D.

A primeira vez que um jogo parecia impossível de permanecer mais bonito.

Depois ficou.

Sempre fica.

Continuar jogando aos 74 não é tentar parecer jovem.

É manter uma atividade que fez segmento da vida.

Ninguém pergunta por que uma pessoa continua ouvindo música depois dos 70.

Ninguém acha estranho alguém continuar vendo filmes.

Ninguém exige aposentadoria de livros.

Mas videogame ainda carrega esse preconceito infantilizado.

Talvez porque seja interativo.

Talvez porque alguns ainda pensem que lazer precisa ser improdutivo de um jeito socialmente reconhecido.

Videogame não precisa justificar sua existência.

Diversão já é justificativa.

Saudação não significa transformar o jogador em mascote

Também precisamos tomar desvelo com a forma de recontar essa história.

Ele não conquistou a Platina “apesar” de ter 74 anos uma vez que se estivesse realizando um truque de circo.

Ele é um jogador.

Experiente.

Devotado.

Com mais de milénio horas naquele universo.

A idade torna o feito incomum e inspirador.

Mas não deve extinguir o valor técnico.

Não estamos elogiando alguém somente por conseguir segurar o controle.

Estamos falando de um jogador que dominou sistemas, memorizou padrões, completou requisitos e atravessou múltiplos ciclos de dificuldade.

Muito usuário jovem não conseguiu.

Eu provavelmente esqueceria qual final faltava, começaria outra build e passaria 80 horas procurando uma gládio que já estava no inventário.

Portanto reverência ao varão.

Não por ser uma curiosidade.

Por ser bom.

Troféu não define jogador, mas esse vale comemorar

Nem todo mundo gosta de conquistas.

Há quem termine a campanha e siga para outro título.

Há quem queira explorar tudo.

Há quem transforme a lista de troféus numa segunda profissão não remunerada.

Todos estão corretos.

O importante é aproveitar o jogo.

Mas completar Elden Ring exige atenção.

Principalmente quando o jogador também passou pelo NG+7 e investiu mais de milénio horas na experiência.

Não foi uma Platina obtida seguindo um guia durante uma tarde.

Foi o fechamento simbólico de uma longa jornada.

Aquela última pendência.

O item esquecido.

O final restante.

A conquista que faltava.

Portanto o som toca.

A Platina aparece.

E por alguns segundos todas as mortes, derrotas, quedas de penhasco e mensagens mentirosas dizendo “tesouro primeiro” parecem valer a pena.

A idade média do gamer continuará subindo

Histórias assim ficarão cada vez mais comuns.

A indústria dos videogames já possui décadas.

Quem jogava na puerícia continuou jogando.

Quem começou adulto também.

Novas gerações entram.

As antigas permanecem.

O público não está sendo substituído.

Está sendo reunido.

Em breve teremos jogadores de 80, 90 anos participando de comunidades, transmitindo partidas, terminando campanhas e explicando mecânicas para netos que ainda não aprenderam a fazer parry.

E será lindo.

Também será necessário que jogos, controles, interfaces e plataformas considerem esse público.

Tamanho de texto.

Contraste.

Remapeamento.

Recursos de acessibilidade.

Ergonomia.

Opções de dificuldade.

Não para “facilitar tudo”.

Para permitir que mais pessoas continuem participando.

Acessibilidade não remove valor.

Só remove barreiras desnecessárias.

O gerente continua lá.

O jogador somente consegue enxergá-lo.

FromSoftware construiu alguma coisa capaz de transpor gerações

Elden Ring alcançou uma combinação rara.

É moderno.

Mas conversa com veteranos.

É enorme.

Mas permite jornadas pessoais.

É difícil.

Mas oferece liberdade.

Possui história obscura, combate exigente e um mundo que recompensa curiosidade.

Jogadores mais novos encontram novidade.

Jogadores antigos reconhecem princípios familiares.

Aprender.

Observar.

Errar.

Tentar novamente.

Esse ciclo não envelhece.

A tecnologia muda.

O controle muda.

A solução aumenta.

Mas a satisfação de superar alguma coisa continua igual.

Talvez seja por isso que a frase do jogador tenha tanto peso.

Depois de 1.075 horas, NG+7, expansão e Platina, ele não disse quterminar.

Disse que Elden Ring era magnífico. citeturn451144view0

Isso é paixão.

O verdadeiro Lorde Prístino usa gelo nas mãos

No término, vuduthmb não somente conquistou um troféu.

Ele desmontou algumas desculpas.

Idade?

Não.

Falta de revérbero?

Treino ajuda.

Jogo difícil?

Aprenda.

Dor nas mãos?

Pausa, distensão e desvelo.

Chefes absurdos?

Tente novamente.

Mais de milénio horas?

Muito, aí talvez seja necessário conversar com a família.

Ele chegou aos 74 anos com todos os troféus de Elden Ring e múltiplas jornadas nas Terras Intermédias.

Enquanto muita gente discute se está “velha demais” para videogame aos 30, ele continua avançando.

Sem pedir autorização.

Sem transformar o hobby em crise existencial.

Sem largar o controle porque alguém decidiu que diversão possui limite etário.

E essa é a melhor segmento.

O videogame não perguntou quantos anos ele tinha.

Malenia não ofereceu desconto para idoso.

Radahn não diminuiu a velocidade.

Messmer não aceitou carteirinha.

Os chefes atacaram.

Ele aprendeu.

Adaptou-se.

Voltou.

Venceu.

Depois conquistou a Platina.

Saudação inteiro.

Porque envelhecer é inevitável.

Virar velho reclamão que diz que tudo novo é ruim é opcional.

E continuar jogando até transformar uma nume numa memorial distante?

Isso é build de qualidade.

Parabéns ao verdadeiro Elden Lord.

Que venham outros jogos, outras conquistas e muitas horas de diversão.

Mas faça o distensão primeiro.

Até um Lorde Prístino precisa respeitar a barra de stamina.

Fonte

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