Início » Ghost of Yōtei ganha expansão e modo roguelike

Atsu passou Ghost of Yōtei inteiro perseguindo gente.
Encontrando gente.
Matando gente.
Refletindo sobre a vida depois de matar gente.
Você poderia imaginar que, terminado o serviço, ela finalmente teria recta a:
uma moradia;
um chá;
um cavalo;
umas férias;
talvez uma pequena aposentadoria rústico sem ninguém gritando o nome dela do outro lado de uma serra.
A Sucker Punch discordou.
Tem mais gente para matar.
Ghost of Yōtei receberá em 1º de outubro de 2026 uma novidade expansão narrativa chamada Ecos de Sekigahara, além de um modo solo inédito chamado Mais Procurados, descrito pelo próprio estúdio uma vez que sua versão de um roguelike. Os dois conteúdos fazem secção da novidade Ghost of Yōtei Edição Completa e também poderão ser adquiridos por quem já possui o jogo através de um upgrade.
No Brasil, esse upgrade está listado atualmente por R$ 85,50 na PlayStation Store. A Edição Completa aparece por R$ 399,90.
É isso.
Você terminou a vingança?
Parabéns.
Agora chegou o New Game+ da terapia.
Assista o trailer clicando aqui.
A principal novidade é Ghost of Yōtei: Ecos de Sekigahara, expansão narrativa que será dividida entre acontecimentos no presente e flashbacks mostrando a passagem de Atsu pela ilhota principal do Japão.
No presente, a protagonista reencontra Nagato, uma figura de seu pretérito que chegou a Ezo.
Ela também poderá explorar um vale até portanto incógnito, anteriormente ocupado pelo Ofídio e por seu grupo de seguidores, chamados Víboras.
No pretérito, teremos um pouco historicamente muito mais interessante.
A expansão mostrará Atsu durante a Guerra de Sekigahara, além de um momento decisivo de sua vida ocorrido antes de ela voltar para moradia e iniciar sua jornada de vingança.
Ou seja:
finalmente vamos deslindar mais sobre aquilo que aconteceu antes de Atsu se tornar a mulher que olha para uma lista de nomes e pensa:
“Ótimo. Meu calendário está livre.”
O nome também não foi escolhido porque alguém na Sucker Punch achou “Sekigahara” bonito escrito numa camiseta.
A guerra possui um peso histórico enorme dentro do período retratado pelo universo do jogo.
E colocar Atsu dentro desse conflito oferece uma oportunidade interessante para expandir uma secção da personagem que, até agora, conhecíamos principalmente através das consequências.
É aquele velho truque narrativo:
você conhece o sujeito aos 35 anos.
Ele é fechado.
Brutal.
Intrigado.
Carrega 14 facas.
Aí vem o DLC.
“Vamos mostrar o que aconteceu aos 22.”
Ah.
Entendi.
Agora as 14 facas fazem sentido.
A Sucker Punch diz que veremos um momento crucial da vida de Atsu durante esse pretérito.
Naturalmente não explicou qual.
Ainda muito.
Existe uma tecnologia antiga chamada:
surpresa.
Vamos tentar preservá-la.
A expansão não será composta unicamente por lembranças e cenas de história.
Atsu também explorará uma novidade região de Ezo, encontrará inimigos inéditos e terá chegada a novas armas pesadas, conjuntos de armadura, tintas e outros equipamentos.
Isso já coloca Ecos de Sekigahara muito mais próximo de uma expansão tradicional do que simplesmente “duas missões e uma roupa”.
Quanto tempo ela terá?
A Sucker Punch ainda não informou oficialmente.
Tamanho do planta?
Também não.
Quantidade de missões?
Ainda não.
Portanto, zero de:
“EXPANSÃO TERÁ 20 HORAS CONFIRMADO.”
Não confirmou.
Até 1º de outubro teremos mais detalhes.
O velho Rumble prefere ortografar “não sabemos” hoje do que inventar uma estatística que amanhã vira nascente de outro site.
Talvez a novidade mais curiosa, porém, seja Ghost of Yōtei: Mais Procurados.
Não é campanha.
Não é multiplayer.
É um novo modo de combate e sobrevivência para um jogador, definido pela Sucker Punch uma vez que sua própria tradução de um roguelike.
Funciona assim:
você aceita recompensas;
inicia uma novidade run;
enfrenta inimigos;
ganha vantagens ao derrotá-los;
e vai desbloqueando personagens adicionais para jogar.
Pronto.
Ghost descobriu o roguelike.
Era inevitável.
Em qualquer momento todo videogame contemporâneo precisa passar por pelo menos uma destas fases:
roguelike;
modo sobrevivência;
crafting;
deckbuilding;
extração;
ou pesca.
Se tiver pesca roguelike com cartas e extração, a indústria fecha.
Terminamos videogame.
Cá está uma secção legítimo.
A própria Sucker Punch revelou que diferentes personagens terão estilos próprios dentro de Mais Procurados.
Atsu domina as duas katanas.
Oyuki utiliza a kusarigama.
Nagato luta com yari.
Isso é muito mais interessante do que simplesmente colocar três skins sobre a mesma animação.
O modo parece querer explorar diferentes partes do magnífico sistema de combate do jogo.
E faz sentido.
Ghost of Yōtei possui uma quantidade grande de armas, posturas, ferramentas e combinações.
Você passa dezenas de horas desbloqueando tudo.
Aprende.
Domina.
Termina a história.
E o jogo basicamente fala:
“Permitido. Agora vai embora.”
Mais Procurados responde:
“Não. Volta cá e prova que aprendeu.”
Boa teoria.
Esse tipo de modo também resolve um problema curioso de jogos narrativos de mundo destapado.
O combate pode ser ótimo.
Mas depois que você termina tudo, às vezes precisa passear durante 15 minutos só para encontrar três sujeitos na estrada.
Você quer lutar.
O jogo quer que você aprecie a natureza.
“Olha esse campo maravilhoso.”
Muito bonito.
CADE O INIMIGO?
Mais Procurados parece oferecer justamente o contrário:
entra;
escolhe recompensa;
começa run;
pugna.
Obrigado.
Às vezes eu não quero refletir sobre o ciclo da vingança.
Às vezes quero deslindar quantos inimigos cabem numa kusarigama antes do jantar.
A descrição solene da PlayStation Store acrescenta que Mais Procurados terá ondas de novos inimigos e encontros desafiadores contra chefes, enquanto o jogador desbloqueia armas, cosméticos e novos personagens.
Isso pode dar uma vida útil enorme ao sistema de combate.
Principalmente se houver boa variedade de modificadores e combinações entre runs.
Esse é o pormenor que separa:
“modo legítimo durante duas horas”
de:
“por que tenho 87 horas nisso?”
A Sucker Punch ainda não explicou toda a estrutura de progressão.
Portanto vamos esperar.
Mas a teoria é boa.
E, sinceramente, depois de tanto jogo tentando puxar multiplayer competitivo para dentro de experiência single-player, é até simpático ver alguém criando um modo replayable que continua sendo solo.
Não preciso encontrar um Atsu_420_NoScope me humilhando no lobby.
Magnífico.
Cá precisamos organizar a prateleira porque o pregão mistura várias coisas.
Ecos de Sekigahara e Mais Procurados fazem secção do teor pago da Edição Completa.
Quem já possui Ghost of Yōtei poderá comprar o Upgrade para Ghost of Yōtei Edição Completa, listado por R$ 85,50 na PlayStation Store brasileira.
Nos Estados Unidos, o upgrade custa US$ 14,99.
Já quem ainda não possui o jogo poderá comprar a Edição Completa, atualmente listada no Brasil por R$ 399,90.
Portanto não confundam com:
“Ghost of Yōtei recebe expansão gratuita.”
Não.
Tem atualização gratuita junto.
Mas expansão e Mais Procurados estão no upgrade pago.
Jornalismo imprescindível.
Antes que alguém compre o jogo hoje e apareça no dia 1º de outubro perguntando onde está o botão gratuito.
Para quem está chegando agora, a Ghost of Yōtei Edição Completa inclui:
o jogo principal;
Ecos de Sekigahara;
Mais Procurados;
Ghost of Yōtei: Legends;
e os conteúdos que anteriormente faziam secção da Do dedo Deluxe Edition, além do Talismã de Hokkyokusei.
Legends é a experiência cooperativa online para até quatro jogadores, com vários modos culminando em um Assalto. O multiplayer online exige PlayStation Plus.
Ou seja, a Edição Completa está chegando quase exatamente um ano depois do lançamento original.
A antiga tradição da:
“versão com tudo dentro.”
Só que agora ela aparece enquanto nós ainda lembramos onde colocamos o disco.
Existe também o tradicional incentivo de pré-venda porque aparentemente resultado do dedo precisa decorrer risco de completar no estoque.
Quem comprar a Edição Completa ou fizer o upgrade até 30 de setembro recebe em 1º de outubro o desbloqueio antecipado da Armadura Sakai, referência direta à armadura da família de Jin em Ghost of Tsushima.
“Desbloqueio antecipado” é a vocábulo importante.
Não necessariamente exclusividade permanente.
A própria Sony descreve uma vez que early unlock.
Portanto ninguém precisa entrar em FOMO nível nuclear achando que Jin Sakai desaparecerá para sempre às 23h59.
Respira.
Temos problemas maiores.
Porquê 37 jogos saindo em outubro.
Agora chegamos à verdadeira tecnologia de próxima geração.
Esqueça ray tracing.
Esqueça SSD.
Esqueça DualSense.
O patch gratuito permitirá usar os atributos de uma armadura mantendo a figura visual de outra.
ALELUIA.
Transmog.
Porque essa é a verdadeira guerra de todo RPG.
Você encontra uma armadura linda.
Ela tem atributos ruins.
Depois encontra um equipamento magnífico.
Seu personagem imediatamente parece funcionário de feira medieval contratado cinco minutos antes do evento.
Durante décadas fomos obrigados a escolher:
estilo ou eficiência.
Não mais.
Atsu poderá vestir aquilo que combina com a honra estética do jogador enquanto usa os números daquele conjunto horroroso que dá +37% de alguma coisa.
Cultura avançou.
E cá está a elevação importante.
Você não precisa comprar o upgrade da Edição Completa para receber algumas das melhorias de outubro.
Todos que já possuem Ghost of Yōtei receberão através do patch 2.0 novos recursos de qualidade de vida, incluindo justamente essa possibilidade de combinar figura e atributos de armaduras, além de uma novidade opção de acessibilidade em cocuruto contraste.
Boa.
Esse tipo de melhoria realmente deveria permanecer fora do paywall.
E ficou.
Obrigado por não inventarem:
Ghost of Yōtei Fashion Pass — US$ 4,99.
Não deem ideias.
E porque estamos em 2026 e aparentemente o videogame completou um círculo completo, o patch adicionará gratuitamente o Modo Venustidade de Yōtei.
O recurso exibirá os ambientes de Ezo quase uma vez que um protetor de tela, permitindo deixar as paisagens rodando enquanto você relaxa ou tira capturas no Modo Foto.
Sim.
Seu PlayStation 5 de milhares de reais agora pode realizar uma das tecnologias mais importantes do Windows 95:
screensaver.
Falta colocar tubos 3D voando pela tela.
Mas eu gostei.
Ghost of Yōtei é bonito demais.
Tem paisagem que você para simplesmente para olhar.
Se quiser transformar a televisão num quadro entusiasmado da região de Ezo, ótimo.
Melhor que deixar aquele menu piscando.
Só não chame isso de experiência ambiental premium porque alguém vai cobrar assinatura.
A Edição Completa adicionará novas faixas ao Modo Watanabe, que poderão tocar durante toda a campanha quando essa opção estiver ativada.
Também chegam:
novas estampas para Modo Foto;
cosméticos adicionais para Novo Jogo+;
e novos troféus associados tanto a Ecos de Sekigahara quanto a Mais Procurados.
Aí sim.
Novo teor.
Novo modo.
Novo planta.
Novos troféus.
O jogador de PlayStation já está olhando a porcentagem da conta e sentindo aquela comichão:
“Eu estava em 100%…”
Não está mais.
Volta para Ezo.
A platina mandou lembranças.
Ghost of Yōtei foi lançado para PS5 em 2 de outubro de 2025.
A novidade edição e seus conteúdos chegam em 1º de outubro de 2026, praticamente comemorando o primeiro natalício.
Isso é até elegante.
Um ano depois:
campanha novidade;
modo novo;
edição completa;
melhorias gratuitas.
Não é aquele roadmap em que o teor “Ano 1” chega dois anos e sete meses depois porque todo mundo perdeu a noção do calendário.
Cá bateu certinho.
Parabéns para quem controla o Excel.
O que mais me agrada na proposta de Ecos de Sekigahara é que ela não parece simplesmente ampliar:
“Olha, encontramos mais quatro integrantes secretos dos Yōtei Six.”
Isso seria meio complicado.
Yōtei Six.
Se virassem dez, precisaríamos invocar o departamento de matemática.
Em vez disso, a expansão olha para trás.
Quem era Atsu antes?
O que ela viveu no continente?
Quem é Nagato?
O que ocorreu durante Sekigahara?
Que caso ajudou a moldar aquela personagem?
Isso pode ampliar significado retroativamente à campanha principal.
É o melhor tipo de expansão narrativa.
Não necessariamente aumenta a história para frente.
Aprofunda aquilo que já existia.
Porque todo jogador conhece essa malandrice.
Você passou 60 horas construindo personagem.
Armadura perfeita.
Armas perfeitas.
Amuletos.
Habilidades.
Tudo calibrado.
Aí começa flashback.
O jogo:
“Muito-vindo a 15 anos detrás.”
Você:
“Permitido.”
Jogo:
“Entrega tudo.”
“Mas eu—”
“Katana básica. Sem habilidade.”
“Meu equipamento?”
“Você ainda não encontrou.”
“Meu upgrade?”
“Não existe.”
“Meu círculo?”
“Nasce daqui a seis capítulos.”
É a Receita Federalista dos videogames.
Não estou dizendo que Ghost of Yōtei fará isso.
A Sucker Punch ainda não detalhou uma vez que os segmentos passados funcionarão mecanicamente.
Estou unicamente traumatizado.
Se o sistema for muito feito, eu não ficaria surpreso se Mais Procurados acabasse sendo aquilo que mantém muita gente jogando por meses.
Campanha narrativa tem primórdio e término.
Roguelike funciona dissemelhante.
Runs.
Combinações.
Personagens.
Perks.
Chefes.
Builds.
Aquela maravilhosa frase:
“Só mais uma.”
Quatro horas depois:
“Por que o sol está nascendo?”
O combate de Ghost of Yōtei é uma das melhores partes do jogo.
Dar a ele uma estrutura própria focada praticamente só em lutar parece uma extensão bastante originário.
É uma vez que pegar aquele brinquedo magnífico que estava enterrado dentro de uma campanha longa e manifestar:
“Agora pode galhofar sem precisar cavalgar oito quilômetros.”
Obrigado.
Minha lombar virtual agradece.
Oyuki e Nagato jogáveis também criam uma oportunidade interessante.
Videogames possuem uma tradição antiga de apresentar NPC fantástico.
Golpe dissemelhante.
Arma dissemelhante.
Animação dissemelhante.
Jogador olha:
“Posso jogar com ele?”
Não.
“Por quê?”
“Porque ele é NPC.”
Muito esclarecedor.
Mais Procurados aparentemente aproveita justamente esses estilos para ampliar a variedade das runs.
É teor inteligente.
Os personagens já pertencem ao universo.
As armas já fazem sentido.
Você aumenta replay sem precisar inventar:
Atsu Cyber Ninja 2077 Skin Pack.
Outra vez:
não deem ideias.
Cá entra aquela avaliação que só poderemos fazer recta quando soubermos mais.
R$ 85,50 pelo upgrade inclui:
Ecos de Sekigahara;
Mais Procurados;
teor da antiga Do dedo Deluxe caso você ainda não possua;
e o Talismã de Hokkyokusei.
No papel, não parece sem razão.
Mas o valor real dependerá principalmente do tamanho e qualidade de Ecos de Sekigahara e da profundidade de Mais Procurados.
Se a expansão tiver boa duração e o roguelike possuir bastante replay, pode ser magnífico negócio.
Se a campanha persistir 92 minutos e o modo repetir três arenas até seu DualSense pedir misericórdia…
a conversa muda.
Portanto zero de ver preço e estatuir:
“BARATO.”
Ou:
“CARO.”
Ainda falta uma variável tradicionalmente importante numa compra:
o resultado.
Pormenor pequeno.
Essa subdivisão, pelo menos até agora, parece razoavelmente saudável.
Pago:
Ecos de Sekigahara.
Mais Procurados.
Conteúdos da Edição Completa.
Gratuito para proprietários do jogo:
Modo Venustidade de Yōtei.
Transmog de armadura.
Novidade opção de cocuruto contraste.
Outras melhorias de qualidade de vida.
É logo que paladar.
Teor suculento novo?
Pode cobrar.
Correção e melhoria sistêmica?
Atualização.
Simples.
Em qualquer lugar, um executivo de monetização sentiu uma perturbação na Força.
Um ano depois, a estrutura está ficando interessante.
Campanha principal.
Novo Jogo+.
Legends com cooperativo.
Expansão narrativa.
Roguelike solo.
Novos personagens.
Novas armas.
Novas armaduras.
Novos troféus.
Melhorias de interface e acessibilidade.
Isso começa a justificar o nome:
Edição Completa.
Embora todo veterano saiba que não devemos encarregar 100% nessa vocábulo.
“Complete”.
“Definitive”.
“Ultimate”.
“Game of the Year”.
Esses termos possuem aproximadamente a mesma validade jurídica que “última turnê” de margem de rock.
Daqui a três anos aparece:
Ghost of Yōtei Super Complete Director’s Definitive Remastered Cut.
R$ 349.
4K.
120 fps.
Chapéu novo.
E nós compramos.
A Sucker Punch promete revelar mais sobre os dois conteúdos nas próximas semanas.
Portanto ainda faltam informações importantes.
Duração da expansão.
Estrutura completa de Mais Procurados.
Número de personagens.
Quantidade de chefes.
Detalhes das novas armas.
Talvez novas surpresas.
Mas o pregão inicial já mostra uma estratégia muito clara:
dar história para quem quer mais Atsu;
dar combate para quem quer continuar dominando o sistema;
e dar melhorias gratuitas para quem só deseja voltar ao jogo sem comprar expansão.
Boa subdivisão.
E o Rumble confessa:
Mais Procurados chamou minha atenção quase tanto quanto a expansão.
Porque eu paladar de história.
Sabor de personagem.
Sabor de Japão feudal.
Sabor de contemplar campos floridos enquanto a trilha toca.
Mas depois de aproximadamente oito minutos contemplando a natureza, meu cérebro de jogador dos anos 90 começa:
“Permitido esse monte.”
“Sim.”
“Formosa a árvore.”
“Sim.”
“Pôr do sol magnífico.”
“Sim.”
“…”
“TEM ALGUÉM PRA MATAR AQUI?”
Agora terá.
Em runs.
Com perks.
Chefes.
Personagens diferentes.
E recompensa na cabeça.
Atsu passou o primeiro jogo procurando os mais procurados.
Em outubro, finalmente alguém teve a grande teoria:
transformar isso num modo de jogo.
O ciclo da vingança continua.
Só que agora ele tem leaderboard imaginário dentro da minha cabeça.

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