Início » GTA 6 terá cinco lojas exclusivas da Ultimate Edition

A Rockstar Games anunciou que cinco estabelecimentos de GTA 6 estarão disponíveis exclusivamente para quem comprar a Ultimate Edition.
Sim.
Num jogo cuja principal promessa é apresentar o maior, mais vivo e mais detalhado mundo franco da história da franquia, algumas portas estarão fechadas.
Não porque a missão ainda não foi concluída.
Não porque o jogador precisa melhorar sua reputação.
Não porque Jason apareceu de chinelo num restaurante que exige traje social.
As portas estarão trancadas porque o cidadão comprou a edição errada.
Você poderá explorar o estado de Leonida.
Roubar carros.
Participar de conspirações.
Enfrentar criminosos.
Fugir da polícia.
Cruzar pântanos.
Visitar praias.
Saber figuras absolutamente incapazes de tomar uma decisão sensata.
Mas, ao chegar diante de determinadas lojas, talvez encontre a barreira mais poderosa de toda a história de Grand Theft Auto:
Finalmente, um tropeço que nem código de trapaça resolve.
Os cinco estabelecimentos exclusivos são:
Esses locais não serão simplesmente abertos conforme o jogador progride.
Eles fazem segmento dos benefícios da Ultimate Edition.
O comprador da versão padrão poderá passar em frente.
Talvez observar a frontispício.
Talvez ouvir alguém lá dentro escolhendo um novo golpe de cabelo.
Talvez reclinar o rosto de Jason no vidro e apreciar pessoas financeiramente superiores instalando aros diferenciados.
Mas entrar?
Não.
A recepcionista verificará metafisicamente qual edição está associada à sua conta.
— Suplente?
— Não.
— Ultimate Edition?
— Também não.
— Portanto volte para o delito, senhor.
É uma representação extremamente realista da desigualdade social.
A Rockstar sempre afirmou que GTA satiriza o capitalismo americano.
Agora a própria estrutura mercantil do jogo participa da sátira.
Arte imitando a vida.
Departamento de monetização imitando a arte.
A edição padrão de GTA 6 custa R$ 449,90.
A Ultimate Edition sai por R$ 549,90.
Centena reais de diferença.
Por esse valor suplementar, o jogador recebe veículos, armas, roupas, atividades e os cinco estabelecimentos exclusivos.
Ou, olhando por outro ângulo, a versão padrão custa quase R$ 450 e ainda possui portas programadas para reconhecer que você não gastou o suficiente.
É importante compreender o feito.
GTA 6 não será um jogo barato com uma edição maior para quem deseja extras.
A versão básica já custa o equivalente a:
Mesmo assim, o consumidor da Standard Edition não terá aproximação a todo o negócio criado para a campanha.
Ele comprará o maior mundo da Rockstar.
Mas receberá uma pequena reparo:
“Algumas partes deste mundo destinam-se a moradores com projecto superior.”
O estado de Leonida possui criminalidade, devassidão, desigualdade e agora até superfície VIP para golpe de cabelo.
Realismo integral.
Conteúdos extras em edições especiais não são novidade.
Há décadas, jogos oferecem:
O problema cá é um pouco dissemelhante.
A Rockstar não está separando unicamente uma camiseta dourada ou um carruagem decorativo.
Está colocando estabelecimentos inteiros detrás da edição mais face.
Lojas são espaços.
Possuem fachadas.
Interiores.
Funcionários.
Animações.
Interfaces.
Serviços.
Fazem segmento do mundo.
Quando uma empresa bloqueia uma arma exclusiva, o jogador perde uma arma.
Quando bloqueia uma loja, altera a própria geografia funcional da cidade.
A porta existe.
O prédio existe.
O teor foi desenvolvido.
Mas o aproximação depende do comprovante de compra correto.
Isso produz uma sensação particularmente repugnante.
Não parece unicamente bônus.
Parece que alguém terminou o planta, olhou para cinco locais e perguntou:
“Quais desses nós podemos contornar com uma etiqueta de vinte dólares?”
A Rideout Customs será uma oficina especializada em transformar veículos básicos usando interiores detalhados, rodas diferenciadas e estilos de donk.
Donk, para quem não acompanha o universo automotivo, envolve principalmente carros americanos clássicos com rodas enormes e personalização extravagante.
É o tipo de veículo perfeito para passar despercebido depois de assaltar um estabelecimento.
A polícia procura dois suspeitos.
Jason foge num carro com rodas do tamanho de satélites, pintura luzidio e interno capaz de ser visto do espaço.
Discrição.
O serviço parece interessante porque GTA sempre teve uma possante relação com carros e customização.
Não estamos falando de uma pequena decoração para a mansão segura.
É uma oficina ligada a uma das atividades centrais da franquia.
O nome do jogo possui literalmente a frase “roubo de carro”.
Portanto a Rockstar decidiu que uma das oficinas mais elaboradas deveria pertencer à categoria premium.
É uma vez que lançar FIFA e trancar uma loja de chuteiras detrás da edição Ultimate.
Ou vender um jogo de pesca em que determinada marina só abre para quem possui comprovante bancário.
O jogador padrão ainda poderá personalizar veículos em outros lugares, naturalmente.
Mas não terá aquela oficina nem seus serviços exclusivos.
Comprou GTA.
Recebeu segmento do Auto.
O Salão Unissex Sara’s oferecerá estilos especiais para Jason e Lucia.
Para Jason, haverá opções de barba.
Para Lucia, maquiagem e unhas.
Uma inclusão interessante para aumentar a personalização e permitir que os protagonistas tenham visuais diferentes ao longo da campanha.
Também será exclusiva da Ultimate Edition.
Portanto, até a estética do parelha obedecerá à classe econômica do comprador.
Jason da edição padrão acorda, olha no espelho e pergunta:
— Posso aparar a barba daquele jeito?
Uma voz celestial responde:
— Seu pacote não oferece esse favor.
Lucia tenta escolher determinada maquiagem.
O menu informa:
“A venustidade selecionada exige upgrade.”
É o sonho de toda sociedade distópica.
Nem Orwell imaginou uma veras em que o formato da barba estaria associado à edição de lançamento de um videogame.
Talvez os funcionários do salão percebam a versão pela aspecto.
O Jason padrão entra.
A cabeleireira olha para ele e diz:
— Sinto muito. Esse golpe é para clientes Ultimate.
— Mas eu tenho verba dentro do jogo.
— Não estamos falando desse verba.
A economia virtual finalmente encontra a economia real e perde imediatamente.
A Stock 305 será uma loja de tendência urbana sofisticada com visuais exclusivos para Jason e Lucia.
A vocábulo “sofisticada” já deveria servir de aviso.
Não basta roubar milhões dentro do jogo.
Você precisa ter gastado centena reais a mais fora dele.
O personagem pode possuir carros, propriedades, armas e verba suficiente para comprar metade de Vice City.
Mesmo assim, a porta da Stock 305 reconhecerá que seu pai controla uma conta Standard.
É um novo nível de quebra da quarta parede.
O NPC não julga Jason.
Julga você.
A loja provavelmente terá roupas interessantes, combinando com a cultura, o clima e a estética de Leonida.
GTA sempre tratou roupas uma vez que segmento importante da identidade dos protagonistas.
Mudar visual pode substanciar a progressão, fabricar combinações engraçadas e permitir que cada jogador produza sua própria versão dos personagens.
Agora segmento dessa frase ficará limitada por edição.
Você pode ser qualquer Jason que desejar.
Desde que escolha entre as roupas autorizadas pelo seu projecto.
A Electric Fang Tattoo oferecerá mais de 50 estilos especiais de tatuagem para Jason e Lucia, criados pelo coletivo de artistas FAILE.
Cinquenta.
Não duas.
Não uma pequena tatuagem comemorativa da edição.
Mais de cinquenta desenhos.
Isso deixa de parecer um brinde e começa a parecer uma parcela significativa de um sistema de personalização.
São artes produzidas principalmente.
Estão associadas a um estabelecimento próprio.
Fazem segmento da construção visual dos personagens.
E ficarão na Ultimate Edition.
O jogador padrão poderá cometer crimes federais, roubar carros e provavelmente utilizar uma quantidade assustadora de armamento.
Mas certas tatuagens seriam irresponsáveis demais para seu nível de investimento.
A tatuadora pergunta:
— O que você quer fazer?
— Esse imagem cá.
— Supimpa escolha. Standard ou Ultimate?
— Standard.
— Portanto posso oferecer uma âncora pequena e a vocábulo “família” escrita numa manancial que parece saída de uma caneca.
A arte premium exige sacrifício.
Principalmente da carteira.
A oficina de Willie Caolho, localizada na região do Lago Leonida, será especializada em modificações off-road e pinturas automotivas feitas à mão.
Esse tipo de serviço parece principalmente útil porque GTA 6 terá áreas rurais, pântanos, estradas de terreno e regiões fora de Vice City.
Veículos preparados para terrenos difíceis poderão ter prestígio real na exploração.
Novamente, é provável que existam outras opções off-road na edição padrão.
Mas Willie e suas modificações específicas são exclusividade Ultimate.
O varão possui um olho, mas consegue enxergar perfeitamente a etiqueta mercantil vinculada à sua conta.
Você chega com uma picape coberta de limo.
Willie observa o veículo.
Analisa a suspensão.
Verifica os pneus.
Depois encara o jogador e pergunta:
— Você pagou os centena reais adicionais?
Caso a resposta seja negativa, o serviço termina.
Mecânica avançada.
Nenhuma chave inglesa supera limitação de licença.
Empresas gostam de invocar esses conteúdos de exclusivos.
A vocábulo transmite luxo.
Prestígio.
Raridade.
Parece que o comprador ganhou um tanto peculiar.
Mas existe outra maneira de observar a situação.
Todo esse teor foi criado durante o desenvolvimento do jogo.
As oficinas estão no planta.
As roupas foram modeladas.
As tatuagens foram desenhadas.
Os serviços foram programados.
Os veículos e armas foram integrados.
Depois, uma segmento foi separada e associada à edição de US$ 99,99.
O cliente Ultimate pensa:
“Recebi teor extra.”
O comprador padrão pensa:
“Cortaram teor do resultado que já custa R$ 449,90.”
As duas interpretações podem coexistir.
Depende de quando o teor foi planejado, de uma vez que o orçamento foi dividido e de qual seria a estrutura do jogo sem essa edição.
A Rockstar certamente dirá que a campanha padrão é completa.
Provavelmente será.
GTA 6 terá um mundo gigantesco, uma história extensa e uma quantidade absurda de atividades.
A pouquidade de cinco lojas não transformará o jogo numa mostra.
Mas “o jogo já possui muita coisa” não torna qualquer separação maquinalmente elegante.
Um boda continua enorme depois que alguém retira cinco pratos.
Isso não impede o convidado de perguntar por que fizeram isso na frente dele.
Durante muito tempo, a maior preocupação em torno da monetização da Rockstar estava concentrada em GTA Online.
Cartões de verba.
Assinatura GTA+.
Veículos caros.
Conteúdos sazonais.
Economia construída para estimular tempo de jogo e pagamentos.
A campanha tradicional parecia outro território.
Você comprava o jogo e recebia aquela experiência.
A Ultimate Edition de GTA 6 mostra uma aproximação dissemelhante.
O material solene diz que os bônus estarão distribuídos por vários aspectos da história de Jason e Lucia, com itens descobertos conforme a campanha avança.
Isso significa que os extras não são unicamente um pacote entregue imediatamente no inventário.
Eles estarão incorporados à jornada.
O comprador Ultimate encontrará teor diferenciado ao longo dos capítulos.
É uma forma mais orgânica de integrar bônus.
Também torna a separação mais perceptível.
O jogador padrão não estará unicamente sem uma skin opcional.
Estará percorrendo uma versão do mundo em que determinados lugares e recompensas não se abrem.
A campanha agora reconhece qual pacote você comprou.
Parabéns.
Até a narrativa aprendeu a fazer upselling.
Sempre aparece o argumento:
“É só não comprar.”
Correto.
Ninguém será obrigado a comprar a Ultimate Edition.
A versão padrão continuará disponível.
Provavelmente terá teor suficiente para ocupar dezenas ou centenas de horas.
O consumidor pode ignorar os extras.
Mas essa resposta não encerra a discussão sobre práticas comerciais.
Também podemos ignorar:
Isso não significa que não possam ser analisados.
“Não compre” é uma decisão individual.
A sátira discute o padrão coletivo.
Quando o jogo mais esperado da geração vende lojas da campanha uma vez que favor premium e ainda quebra recordes, outras empresas observam.
A desfecho não será:
“O público tolerou porque GTA 6 possui graduação incomparável.”
Será:
“Jogadores gostam de lojas exclusivas em edições mais caras.”
A indústria possui uma capacidade impressionante de interpretar resignação uma vez que excitação.
A Rockstar sabe exatamente o resultado que possui.
GTA 6 é provavelmente o lançamento mais aguardado da indústria.
Muitas pessoas esperam há mais de uma dezena.
Não querem perder teor.
Não desejam iniciar a campanha sabendo que existe uma versão maior.
A diferença de preço será racionalizada.
— Já vou remunerar R$ 449,90.
— Por mais centena, pego tudo.
— Esperei tantos anos.
— Quero a experiência completa.
— Posso parcelar.
— Talvez as tatuagens sejam muito boas.
— Willie Caolho parece simpático.
Quando perceber, o consumidor transformou cinco lojas, algumas armas, veículos e roupas numa urgência místico.
É mal edições premium funcionam.
Elas não vendem unicamente teor.
Vendem refrigério contra a sensação de estar recebendo menos.
O pavor de perder um tanto é mais poderoso do que a vontade de lucrar um tanto.
A Rockstar não precisa convencer que cada bônus vale centena reais.
Precisa unicamente sugerir que a Standard não é a experiência definitiva.
O nome “Ultimate” faz o restante.
Nos Estados Unidos, a diferença é de US$ 20.
No Brasil, são R$ 100.
Com centena reais, é provável comprar jogos completos durante promoções.
Indies excelentes.
Clássicos.
Expansões.
Até alguns lançamentos menores.
No caso de GTA 6, esse valor suplementar libera uma seleção de itens e locais dentro de um resultado que já foi adquirido.
Não significa necessariamente que seja mau negócio.
A quantidade totalidade de extras pode satisfazer colecionadores e fãs dedicados.
Mas o valor precisa ser analisado com frieza.
Você está pagando R$ 100 por:
Não está comprando uma expansão ulterior.
Não é outra história com dezenas de horas.
É teor premium distribuído dentro do mesmo jogo.
Cada pessoa decidirá se vale.
O importante é não invocar de “unicamente vinte dólares” uma vez que se dólares fossem uma unidade decorativa sem conversão, impostos ou veras econômica.
Existe um pequeno consolo.
Até o momento, a Ultimate Edition não foi apresentada uma vez que forma de jogar a campanha vários dias antes.
Essa prática se tornou geral.
A empresa escolhe uma data de lançamento.
Depois ofídio mais para liberar o jogo antes.
Na prática, o verdadeiro lançamento ocorre na data premium, enquanto a edição padrão recebe aproximação moroso.
GTA 6 já possui força suficiente para suscitar caos global no dia 19 de novembro.
Separar a comunidade por dias seria ainda pior.
Por enquanto, a diferença está nos conteúdos.
Todos entram em Leonida na mesma data.
Alguns unicamente encontram mais portas abertas.
Democracia limitada, mas ainda pontual.
No momento, os estabelecimentos aparecem descritos uma vez que exclusivos da Ultimate Edition.
Não há informação confirmando que poderão ser adquiridos separadamente depois.
Isso deixa algumas possibilidades.
A Rockstar pode manter tudo permanentemente restrito à edição.
Pode vender um upgrade.
Pode lançar um pacote ulterior.
Pode integrar segmento do teor a outra edição no porvir.
Pode fabricar uma “Complete Ultimate Definitive Premium Vice City Edition” alguns anos depois.
A indústria gosta de opções.
Mormente quando todas envolvem pagamento.
Quem comprar a Standard precisa assumir que não terá esses locais, a menos que a Rockstar anuncie outra forma de aproximação.
Não é prudente comprar uma versão esperando que o teor restrito fique gratuito depois.
Pode ocorrer.
Também pode não ocorrer.
A fé é ótima para mitologia.
Para compras digitais, leia a descrição.
GTA sempre zombou de empresas gananciosas.
Marcas fictícias.
Propagandas absurdas.
Produtos inúteis.
Planos premium.
Consumidores manipulados.
Executivos sociopatas.
A série observa o capitalismo americano e aumenta o volume até a sátira permanecer impossível de ignorar.
Agora temos um jogo em que cinco lojas são inacessíveis para quem não comprou a edição superior.
É tão adequado ao universo que parece missão.
Jason descobre que uma corporação controla segmento do negócio de Leonida.
Lucia pergunta uma vez que entrar.
A resposta:
“Faça upgrade da sua experiência.”
Talvez a Rockstar esteja realizando uma performance artística.
Talvez a monetização seja segmento da sátira.
Talvez comprar a Ultimate Edition seja a verdadeira missão introdutória.
O jogador precisa testar pessoalmente uma vez que o sistema econômico cria divisões artificiais.
Profundo.
Ou talvez a empresa unicamente saiba que venderá milhões de cópias mais caras.
Às vezes uma catraca é unicamente uma catraca.
Precisamos evitar excesso.
Cinco lojas exclusivas não significam que GTA 6 será incompleto.
O jogo promete ser enorme.
A versão padrão provavelmente terá:
Não há motivo para declarar que a campanha básica será ruim ou pequena.
A sátira é outra.
O maior lançamento da geração poderia oferecer uma experiência única e completa por um preço já proeminente.
Em vez disso, estreia com uma repartição explícita de teor dentro do mundo franco.
Essa decisão normaliza a teoria de que até espaços físicos da campanha podem ser usados uma vez que incentivo de upgrade.
Hoje são cinco lojas de customização.
Amanhã pode ser:
Cada passo só parece pequeno.
O padrão formado por eles não é.
A Ultimate Edition de GTA 6 terá conteúdos interessantes.
A Rideout Customs ampliará a customização de veículos.
O Salão Unissex Sara’s oferecerá estilos especiais para Jason e Lucia.
A Stock 305 venderá roupas exclusivas.
A Electric Fang Tattoo disponibilizará mais de 50 tatuagens.
A oficina de Willie Caolho trabalhará com modificações off-road e pinturas especiais.
Tudo isso parece jocoso.
Também estará bloqueado para quem comprar a edição padrão.
No Brasil, a Standard Edition custa R$ 449,90.
A Ultimate custa R$ 549,90.
Quem remunerar centena reais a mais receberá as lojas e os demais bônus premium.
Quem não remunerar terá de concordar que certas portas no maior mundo franco da Rockstar permanecem fechadas não por repto, progresso ou narrativa, mas por categoria mercantil.
A campanha provavelmente continuará enorme.
A edição padrão certamente terá inúmeras opções de customização.
Esses estabelecimentos não definirão sozinhos a qualidade do jogo.
Mas a estratégia merece sátira.
Uma coisa é vender um traje dourado.
Outra é integrar espaços ao mundo, colocá-los diante do jogador e restringir o aproximação conforme a edição comprada.
A Rockstar criou um estado suposto escravizado por delito, devassidão e diferenças sociais.
Depois decidiu prometer que o próprio sistema de edições também respeitasse o tema.
Leonida terá praias, pântanos, boates, oficinas, salões, lojas e estúdios de tatuagem.
Só não se esqueça de levar o cartão correto.
Porque em GTA 6 você poderá fugir da polícia, enganar criminosos e desafiar algumas das organizações mais perigosas dos Estados Unidos.

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