Hades 2 é o auge do roguelike e da narrativa | Review  – Combo…

Hades 2 é o auge do roguelike e da narrativa | Review – Combo…

8 minutos 11/10/2025

Melinoë brilha em um mundo que evolui a cada morte, com narrativa impressionante, builds profundas e trilha sonora réplica

Hades 2 chegou em 25 de setembro na versão 1.0, com lançamento nos consoles no Nintendo Switch 2 e no Switch, além de PC. No horizonte, o jogo chega ao PS5 e ao Xbox. Revisamos no Switch 2, em imitação enviada pela Nintendo. É a versão 1.0 pelo motivo de que antes o jogo já existia no PC em entrada antecipado. Assim, a comunidade foi ajudando no desenvolvimento do título.

Com um ano desde o seu entrada antecipado, a versão 1.0 é o lançamento solene do game. Desta forma, o Switch 1 e o Switch 2 receberam o jogo de forma exclusiva nos consoles, o que representa um baita diferencial. Aliás, é interessante notar uma vez que esse processo colaborativo ajudou a polir mecânicas que hoje estão sólidas.

Sinopse e proposta

Jogamos com Melinoë, filha de Hades e Perséfone, criada sob tutela de Hécate. A missão é clara desde o início: encontrar a família raptada e concertar as contas com Cronos. A fúria da protagonista dita o ritmo da proeza, a ponto de todo cumprimento toar uma vez que um “morte a Cronos”. Esse pormenor dá identidade e peso ao enredo. Portanto, a história já começa de forma intensa.

Para quem vem do primeiro jogo, há uma sensação de perpetuidade e expansão procedente do universo, mostrando uma vez que os deuses e titãs seguem em conflito. Por outro lado, para quem começa cá, a trama funciona uma vez que ponto de partida independente, já que a motivação medial (resgatar a família e enfrentar um titã) é simples e poderosa. O jogo não perde tempo com enrolação, mergulhando direto no conflito e deixando simples o tamanho da jornada. Dessa forma, é fácil se conectar com a proposta.

Visual e apresentação

A direção de arte continua sendo um dos pontos fortes da Supergiant. O uso de cores intensas dá vida a cada bioma, diferenciando regiões tanto pela paleta quanto pelos inimigos que habitam cada envolvente. Os cenários transmitem identidade própria: uns mais sombrios, outros mais vibrantes, mas sempre com a sensação de que há um tanto novo a ser revelado. Aliás, mesmo com a repetição que o gênero traz, o estilo visual mantém frescor.

Ainda assim, a evolução gráfica em relação ao primeiro jogo é discreta. As ilustrações estáticas dos deuses permanecem belíssimas, mas a privação de mais animações ou de momentos cinematográficos mais ousados deixa a sensação de que o salto visual poderia ser maior. Mesmo assim, Hades 2 se mantém visualmente marcante, com consistência estética e carisma em cada pormenor. Definitivamente ainda é lindo, e por isso funciona muito em qualquer tela.

Trilha, efeitos e dublagem

Cá a Supergiant acerta em pleno. A trilha transita entre guitarras pesadas que dão intensidade às batalhas e passagens mais delicadas que reforçam momentos narrativos. Aliás, algumas lutas chegam a ter seguimento músico ao vivo dentro do universo do jogo, criando uma mergulho extra. Existem também canções interpretadas por personagens, que convidam a parar e ouvir ou até trovar com eles.

O tema de Hades aparece em diferentes variações, surgindo de forma sutil em conversas ou explodindo em orgasmo narrativos. Ao mesmo tempo, a mixagem valoriza os instrumentos e os efeitos de envolvente, criando uma atmosfera densa, onde cada manipanço ou impacto ganha peso próprio.

Aliás, o elenco de vozes também impressiona: Hécate soa calculista, Cronos destila sarcasmo e Melinoë transmite norma e fragilidade na medida certa. Nenhuma fala soa sem vida, e isso contribui para que cada run tenha impacto emocional.

Estrutura roguelike, morrer e progredir

O ciclo clássico do gênero está presente: morrer, retornar à base, evoluir e tentar de novo. No entanto, a diferença é que cá existem diversas camadas de progressão que mantêm o interesse mesmo quando a run termina cedo. A Base no Submundo não é unicamente um ponto de sota, mas um espaço vivo pleno de NPCs que destravam diálogos, recompensas e novos sistemas. Caronte continua uma vez que o mercador das runs, obrigando o jogador a escolher com zelo onde gastar seus recursos.

Já o Caldeirão de Hécate introduz encantos que não unicamente afetam Melinoë, mas também mudam elementos do mundo, abrindo novas possibilidades a cada tentativa. Aliás, as Moiras surgem para estabelecer objetivos de médio prazo que pagam em ossos (recurso principal para upgrades). O Mercador ajuda a transmutar metas e progressos em melhorias tangíveis.

Essa estrutura faz com que, mesmo nas derrotas, sempre haja sensação de progressão. Assim, o jogo reage às mortes trazendo novos diálogos, eventos e até mudanças no envolvente, transformando o ciclo de tentativa e erro em um tanto recompensador.

Builds, bênçãos e cartas

As bênçãos dos deuses continuam sendo o coração do jogo e são responsáveis por transformar completamente a jogabilidade de cada run. Dessa maneira, o ataque substancial pode virar uma máquina de dano, o privativo pode se tornar devastador ou até a conjuração pode mudar radicalmente a dinâmica de luta. Essa imprevisibilidade mantém cada partida fresca e instiga o jogador a testar.

Fora das runs, a mecânica de reflexão libera um baralho de cartas passivas, que funcionam uma vez que habilidades adicionais. O número de cartas equipáveis está atrelado à psique (recurso que cresce com progressão). Aliás, há as dádivas de Caos, que sempre oferecem um risco inicial em troca de benefícios duradouros, e os amuletos, que surgem ao estreitar relações com NPCs.

Portanto, esse conjunto cria um sistema robusto que garante variedade genuína, tanto de run para run quanto de jogador para jogador.

Armas e ritmo de combate

Seis armas compõem a espinha dorsal do combate e cada uma oferece um estilo notável. Há armas pensadas para aproximação agressiva, com cima dano em curta intervalo, e outras que priorizam segurança, mantendo o inimigo semoto com projéteis ou bloqueios. Aliás, cada arma pode receber variações que mudam drasticamente o ritmo e as possibilidades de combate.

A rotação de destaque das armas (que concede bônus ao utilizá-las) incentiva o jogador a testar todas e evita a repetição. Do mesmo modo, as bênçãos dos deuses ainda ressignificam cada arma, permitindo que até as opções menos atraentes ganhem novos papéis. O resultado é um combate que nunca deixa de surpreender e sempre recompensa a experimentação.

Duas rotas principais, Tártaro e Olimpo

Um dos pontos mais interessantes de Hades 2 é a possibilidade de seguir caminhos diferentes. O Tártaro mantém a escalada de biomas hostis, com progressão linear que lembra a estrutura do primeiro jogo. Já o Olimpo traz variedade, oferecendo biomas, encontros e chefes inéditos. Portanto, não é um teor lateral ou descartável: o Olimpo faz secção da trama medial e tem relevância narrativa.

Essa dualidade não unicamente aumenta a rejogabilidade, mas também ajuda a reduzir a sensação de repetição generalidade no gênero roguelike. Assim, intervalar entre as duas rotas quebra o ritmo e renova a vontade de seguir em frente, tornando o ciclo mais excitante.

Chefes e subchefes

Os subchefes funcionam uma vez que obstáculos intermediários, oferecendo desafios interessantes e boas recompensas. Embora nem sempre sejam memoráveis, cumprem seu papel na progressão. Já os chefes principais brilham em intensidade: cada guerra é marcada por padrões complexos de ataques, exigindo leitura rápida e adaptação. Muitas vezes lembram bullet hells (cheios de projéteis e pressão permanente).

Derrotar um patrão raramente acontece de primeira. No entanto, o tirocínio de cada padrão de movimento é principal para o sucesso. Mas quando a vitória vem, a sensação é de conquista real. Do meio para frente, mormente nas áreas do Olimpo, a dificuldade aumenta de forma significativa.

Dificuldade, repetição e ritmo

Hades 2 consegue lastrar repto e recompensa com maestria. A dificuldade é subida, mas raramente frustrante, porque quase toda run deixa qualquer tipo de proveito. Aliás, mesmo nas derrotas, sempre há um recurso reunido, um diálogo novo ou um sistema desbloqueado. Isso te mantém engajado e reduz a frustração procedente do gênero.

Ainda assim, a repetição existe, uma vez que qualquer Rogue Like. Biomas podem parecer semelhantes depois de muitas runs, e chefes reaparecem em diferentes momentos. No entanto, as alternativas introduzidas (uma vez que o Olimpo, as bênçãos variadas e os sistemas do caldeirão) ajudam a mitigar esse efeito. Assim, o jogo continuamente incentiva o famoso “só mais uma tentativa”, o que é sinal de acerto no ritmo.

Firmeza e performance

Durante os testes no Switch 2, Hades 2 se mostrou firme e polido. Não encontramos bugs que atrapalhassem a jogatina. Aliás, a sensação é de um jogo que foi amplamente refinado durante o período de entrada antecipado. A performance é consistente, sem quedas perceptíveis, e transmite crédito de que a Supergiant lançou um resultado pronto e confiável.

Cronos e o elenco

Cronos é um vilão que prende atenção desde a primeira aparição. Carismático, sarcástico e cominador, ele transmite a sensação de estar sempre no controle, uma entidade que manipula o tempo com naturalidade. Sua presença é permanente e o peso do personagem acompanha o jogador a cada run.

Do outro lado, Melinoë é construída de forma primorosa. Teimosa e vulnerável em momentos pontuais, ela equilibra força e fragilidade, transmitindo humanidade dentro do caos do submundo. Sua evolução narrativa (aprendendo verdades sobre si e sobre sua família) dá profundidade à trama e sustenta a motivação do jogador.

Aliás, outros deuses e personagens secundários também brilham, mostrando que cada figura tem um tanto relevante a alongar.

Considerações finais

Hades 2 expande o que realmente importava: narrativa reativa, variedade de builds, tino de progressão a cada tentativa e ilustração de rotas que refresca o ciclo. Poderia ter avançado mais no salto visual e em animações, mas compensa com trilha sonora e dublagem de altíssimo nível, encontros memoráveis e uma ritmo que puxa a jogar noite posteriormente noite.

Assim, para quem nutriz roguelike, é uma novidade referência. Para quem ainda tem resistência ao gênero, é talvez a porta de ingresso mais acolhedora disponível.


Hades 2:

Hades 2 mantém o que tornou o primeiro jogo tão privativo e amplia seus pontos fortes. Apesar de não evoluir tanto visualmente, entrega uma experiência envolvente com trilha sonora marcante, dublagem impecável e jogabilidade viciante. É uma novidade referência para fãs de roguelike e a melhor porta de ingresso para quem ainda tem receio do gênero.
M@xpay

von 10

2025-10-11T16:14:45-0300

Recebemos Hades 2 gratuitamente para review e agradecemos à Nintend e Supergiant o pela crédito.

Fonte

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