Início » Hitman Classic Trilogy Remastered chega em 2027

O tio RumbleTech vai falar uma coisa com reverência inteiro.
Antes de Hitman virar aquela máquina moderna de sandbox celerado elegante, onde você elimina bilionário usando pato explosivo, lustre, peixe, dissimulação de palhaço e planejamento digno de planilha criminal…
existia o Hitman clássico.
Aquele Hitman mais duro.
Mais estranho.
Mais experimental.
Mais cruel.
Mais “você errou uma rota e agora metade do planta quer te matar”.
E agora a Saber Interactive e a IO Interactive anunciaram Hitman Classic Trilogy Remastered, coletânea que será lançada em 2027 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series. O pacote inclui remasterizações de Hitman: Codename 47, Hitman 2: Silent Assassin e Hitman: Contracts.
Ou seja: a juventude finalmente poderá deslindar porquê era ser o Agente 47 antes dele virar praticamente um Batman careca com código de barras e guarda-roupa infinito.
A trilogia escolhida é importante porque mostra a evolução da franquia desde a temporada mais bruta até uma identidade mais refinada.
Hitman: Codename 47 foi o primórdio de tudo. Um jogo ávido, invulgar e referto de ideias muito boas, mas também com aquela robustez clássica de PC do primórdio dos anos 2000, quando os desenvolvedores falavam:
“tutorial? fortuna, meu rebento.”
Depois veio Hitman 2: Silent Assassin, que consolidou muito do que a série viraria: disfarces, infiltração, rotas alternativas, reparo e aquela satisfação maravilhosa de terminar uma missão sem ninguém entender o que aconteceu.
E logo Hitman: Contracts trouxe um tom mais sombrio, mais psicológico, mais sujo, revisitando memórias e missões com uma atmosfera pesada, quase porquê se o Agente 47 tivesse acordado em uma madrugada chuvosa depois de perceber que a vida dele talvez não fosse exatamente saudável.
Grande surpresa, não é?
Segundo a material, a coletânea terá gráficos totalmente remasterizados, modelos de personagens e ambientes melhorados, texturas de subida solução, modo foto e uma opção para intercalar instantaneamente entre a apresentação original e os visuais modernos.
Essa alternância é magnífico.
Porque jogador macróbio adora falar:
“eu prefiro o visual original.”
Aí liga o visual original em 2027 e lembra que algumas memórias são melhores dentro da cabeça mesmo.
Mas é importante ter essa opção. Preserva a história, mostra a evolução visual e ainda permite aquele momento clássico:
“olha porquê era antes.”
Seguido por:
“meu Deus, porquê a gente aceitava isso?”
O que sempre fez Hitman peculiar não foi somente a teoria de matar alvos.
Foi a forma.
A franquia sempre funcionou porquê um grande quebra-cabeça celerado. Você entra no planta, observa rotinas, entende padrões, rouba roupa, invade lugar onde não deveria estar e tenta transformar o caos em projecto.
Ou melhor: tenta.
Porque em Hitman clássico, poucos planos sobreviviam ao primeiro erro.
Você podia preparar tudo com calma, esperar o momento perfeito, encruzar o planta osco e, do zero, um guarda aleatório decidia que sua careca estava suspeita.
Pronto.
Acabou o stealth.
Começou o improviso.
E Hitman sempre foi muito bom justamente nessa transição entre planejamento e sinistro.
A descrição solene reforça justamente essa teoria: usar camuflagem, táticas, disfarces e o próprio envolvente para infiltrar, agir e evadir. Cada missão oferece vários caminhos, e cada decisão traz riscos.
Isso é Hitman puro.
O jogo não quer somente testar revérbero.
Ele testa paciência.
Testa reparo.
Testa capacidade de permanecer parado vendo NPC caminhar por cinco minutos para deslindar se ele entra no banheiro sozinho.
E, evidente, testa sua habilidade de não restringir o botão incorrecto na hora errada.
Porque todo jogador de Hitman já passou por isso:
“vou só pegar esse item.”
Aí o Agente 47 estrangula alguém sem querer.
Normal.
Acontece.
O modo foto também foi confirmado, permitindo conquistar o Agente 47 em ação ou explorar os ambientes em pormenor.
Isso é ótimo e levemente engraçado.
Porque estamos falando de um celerado profissional geneticamente modificado, treinado para ser invisível, humilde e eficiente.
E agora a gente vai parar a missão para fazer foto dele com iluminação dramática depois de cometer um delito.
Videogame moderno é maravilhoso.
Daqui a pouco teremos:
“47, seu fim foi eliminado. Agora faça pose para o Instagram.”
O mais lítico desse pacote é que ele não serve somente para nostalgia.
Ele mostra porquê Hitman chegou até onde está hoje.
Sem esses jogos, não existiria a trilogia World of Assassination porquê conhecemos. Não existiria Sapienza, Paris, Miami, Dartmoor ou todas aquelas fases modernas que funcionam porquê relógios suíços de assassínio social.
O DNA está cá.
Nos mapas mais duros.
Nas mecânicas mais ásperas.
Nas soluções menos guiadas.
Na sensação de que cada missão era uma caixa de ferramentas enxurro de possibilidades e desastres.
Cá entra o lado ranzinza do tio RumbleTech.
Remaster bom não é somente aumentar solução e jogar textura novidade em cima.
É preciso cuidar de:
Porque revisitar clássico é lindo, mas ninguém merece deslindar que o verdadeiro inimigo final de Hitman era o controle de 2000 brigando com o jogador.
Se a Saber e a IO conseguirem preservar a psique dos jogos e suavizar as partes mais datadas, essa coletânea pode ser magnífico.
Se só passarem verniz e chamarem de remaster, aí complica.
Poucos protagonistas têm uma identidade tão poderoso com tão pouca frase.
O rostro é careca, sério, quase não demonstra emoção, usa terno, tem código de barras na nuca e consegue se paliar de praticamente qualquer profissão do planeta.
Chef de cozinha? Sim.
Segurança? Sim.
Médico? Sim.
Palhaço? Evidente.
Baterista? Provavelmente.
Mecânico? Com certeza.
A suspensão de descrença em Hitman sempre foi maravilhosa.
O Agente 47 pode entrar em um lugar usando a roupa de um funcionário 30 centímetros mais insignificante e todo mundo aceita.
Exceto aquele guarda específico com visão sobrenatural.
Sempre tem um.
Hitman Classic Trilogy Remastered é uma notícia muito bem-vinda.
Não somente porque traz três jogos importantes de volta, mas porque permite revisitar a temporada em que a franquia ainda estava encontrando sua forma definitiva. A coletânea chega em 2027 para PC, PS5 e Xbox Series, com Codename 47, Silent Assassin e Contracts, além de gráficos remasterizados, texturas em subida solução, modelos melhorados, modo foto e alternância instantânea entre visual macróbio e moderno.
É nostalgia?
Evidente.
Mas também é preservação.
E, se for muito feita, pode apresentar uma geração novidade ao Hitman mais cru, mais estranho e mais impiedoso.
Enquanto isso, o tio RumbleTech segue cá preparando o terno, conferindo o código de barras e lembrando de uma regra fundamental:

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