Jogamos | Encounter: The Lost Cards é roguelike de respeito

Jogamos | Encounter: The Lost Cards é roguelike de respeito

4 minutos 27/12/2025

Ou: quando um baralho decide seu sorte e você aceita porque já viveu coisa pior…

Senta cá, puxa a cadeira, ajusta a lombar e pega o moca, porque Encounter: The Lost Cards é aquele tipo de jogo que conversa diretamente com o tiozão gamer que já apanhou da vida, do RNG e de director injusto — e mesmo assim voltou pra mais uma rodada.

Desenvolvido pelo Salvatore Grosso, Encounter: The Lost Cards é um roguelike de cartas que mistura estratégia, contratempo calculado, gerenciamento de recursos e aquele clima de “se eu errar cá, já era”. E olha… isso é um loa.

Nós jogamos Encounter no Steam e já aviso: não é jogo pra estreitar botão no automático enquanto assiste vídeo no celular. Cá, cada missiva vira uma decisão de vida, tipo escolher entre consumir pizza fria ou esquentar no micro-ondas sabendo que vai permanecer borrachuda.

🃏 A “história”: simples, honesta e enxurro de cilada

A narrativa de Encounter não vem com cutscene cinematográfica nem dublagem dramática. Ela aparece nas entrelinhas, nas cartas, nos encontros, nos eventos inesperados. É aquela história que você vive, não aquela que alguém te conta.

Você é jogado num mundo de fantasia meio torta, meio cruel, onde tudo acontece através de cartas:

É quase porquê a vida adulta, só que com pixel art formosa e trilha sonora menos depressiva.

⚔️ Jogabilidade: estratégia, paciência e uma pitada de sadismo elegante

O coração do jogo está no combate por turnos e no gerenciamento do seu baralho. Cada missiva tem peso. Cada ação custa recurso. Cada erro é punido com aquele silêncio constrangedor da tela dizendo:

“Portanto… não deu.”

O combate não é rápido. Ele é calculado. Você pensa, repensa, calcula risco, olha o inventário, suspira… e mesmo assim pode dar ruim. E isso é secção do charme.

A comunidade do Steam — ainda pequena, mas muito consciente — costuma elogiar exatamente isso: Encounter não pega na sua mão, mas também não é injusto. Quando você perde, geralmente sabe por quê. E quando ganha, sente que mereceu, não que foi repleto pela sorte.

🎒 Gerenciamento de recursos: a arte de suportar com elegância

Se tem uma coisa que Encounter faz muito muito é te deixar desconfortável com suas escolhas. Inventário restringido, itens que quebram, recursos que acabam rápido… tudo conspira pra te lembrar que você não pode ter tudo.

É aquele jogo que te faz pensar:

  • “Uso agora ou guardo?”

  • “Troco esse item ou seguro?”

  • “Essa missiva vale o risco ou é só formosa?”

Isso agrada MUITO o público que curte estratégia de verdade. Zero cá é jogado fora. Até a rota ensina alguma coisa.

🎲 RNG: o contratempo existe, mas você aprende a dançar com ele

Sim, existe aleatoriedade. Bastante.
Sim, às vezes o jogo vai te olhar e falar:

“Hoje não.”

Mas o diferencial é que Encounter te dá ferramentas pra mourejar com isso. Você aprende a montar baralho mais resiliente, a evitar certos riscos, a admitir que nem toda run precisa ser perfeita.

É aquele tipo de roguelike que não quer te iludir: perder faz secção do processo, e o prazer está justamente em melhorar pouco a pouco — igual aprender truco com parente malandro.

🎨 Visual e clima: pixel art que respeita o tiozão

O visual em pixel art é bonito, limpo e funcional. Zero poluído, zero confuso. Dá pra entender o que está acontecendo, o que é prenúncio e o que é oportunidade — coisa que muito jogo moderno esqueceu tentando ser “cinematográfico”.

A trilha sonora acompanha muito o clima: discreta, tensa quando precisa, sem exagerar. Ela não tenta roubar a cena, só sustenta o clima de decisão permanente.

🧠 O que a galera do Steam anda dizendo

Uma vez que o jogo ainda está em Entrada Antecipado, o número de reviews é pequeno, mas majoritariamente positivo. Quem comprou sabe o que está levando pra vivenda:

Não é jogo casual. E curiosamente, isso é visto porquê qualidade, não defeito.

😏 O fator +18 de tiozão (sem recorrer)

Vamos ser claros: Encounter é aquele jogo que você joga depois que a vivenda silencia, o moca esfria e ninguém mais te enche o saco. Ele exige atenção, mas recompensa maturidade gamer.

Não tem fanservice barato.
Não tem piadinha juvenil.
Tem tensão, planejamento e aquela satisfação adulta de vencer porque pensou melhor — não porque apertou mais rápido.

🏁 Desfecho provisória do JOGAMOS

Encounter: The Lost Cards é:

Ele não tenta deleitar todo mundo — e graças a isso, agrada quem ele mira. Se você curte roguelike de cartas, estratégia de verdade e jogos que tratam o jogador porquê adulto pensante, cá tem coisa boa.

🔔 AVISO IMPORTANTE
Leste é um texto de JOGAMOS, com primeiras impressões.
👉 Em breve publicaremos a ANÁLISE COMPLETA de Encounter: The Lost Cards, aprofundando sistemas, balanceamento, teor do entrada antecipado e se o jogo sustenta runs longas sem cansar.

🏁 Mensagem final do tiozão gamer 🏁

“Jogo bom não precisa me deleitar.
Precisa me respeitar.”

E Encounter faz exatamente isso. 🃏💀

Fonte

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