JOGAMOS Summoner’s Gambit: estratégia, fusões e caos tático

JOGAMOS Summoner’s Gambit: estratégia, fusões e caos tático

6 minutos 06/12/2025

Um roguelike estratégico de deckbuilding que mistura invocações, fusões de criaturas e decisões de risco, ainda em desenvolvimento, mas já mostrando potencial — e alguns tropeços.

🎮 O que é Summoner’s Gambit

Summoner’s Gambit é um jogo desenvolvido e publicado pela Billion Studio. A proposta do jogo mistura elementos de roguelike, estratégia, construção de deck (deckbuilding), auto-battler / auto-chess e combates por cartas — um híbrido que apela para quem gosta de pensar bastante antes de fazer sua jogada.

No papel, você assume o papel de um invocador poderoso, capaz de selar a psique de criaturas ancestrais em cartas, e através dessas cartas invocar essas criaturas para batalhas estratégicas.

O jogo ainda não tem data definitiva de lançamento.

🧠 Mecânicas e sistema de jogo

• Construção de baralho e invocação de criaturas

A construção do baralho é o núcleo da experiência de Summoner’s Gambit. Você obtém cartas/epístola de criaturas ao longo da jornada, que servem porquê unidades de combate. A gestão dessas cartas — quando invocar, quais habilidades usar, porquê montar seu baralho — é precípuo para fabricar uma “formação dominante”.

• Posicionamento e formação estratégica

Além de simplesmente jogar cartas, há um elemento de “posicionamento” ou “formação” que influencia a prioridade de ataque e o alcance das habilidades das criaturas. Isso dá ao jogo um caráter tático interessante, mais profundo do que um TCG (jogo de cartas) puro.

• Mecânica de “vontade” com risco vs recompensa

Uma das mecânicas mais intrigantes de Summoner’s Gambit é a do “overflow de vontade”: para invocar criaturas ou usar habilidades, você consome vontade — mas há um limite: se ultrapassá-lo, há retorno negativo (“backlash”) contra você próprio. O jogo explora muito essa teoria de risco x recompensa: usar vontade num limite pode gerar resultados poderosos, mas se errar sua gestão, o dispêndio pode ser cimeira.

• Fusão de criaturas e múltiplas raças/classes

O jogo traz inconstância: são quatro raças principais, cada uma com caminhos de evolução distintos. Quase todas as criaturas/card podem ser “fundidas” — combinando duas criaturas para gerar uma terceira, que herda traços de ambas e costuma ser muito mais possante. Isso oferece uma categoria a mais de profundidade e customização para o jogador erigir seu “time ideal”.

Aliás, no horizonte planejamento, a desenvolvedora pretende lançar mais teor: novas classes e decks, tipos variados de cartas, poções, runas, habilidades diferentes, desafios com dificuldade elevada (modo “Advanced Challenge”) e um modo infinito (“Endless Challenge”).

• PvP assíncrono — modo multiplayer estratégico

Apesar da secção solo / campanha (ou roguelike) ser secção das promessas, Summoner’s Gambit aposta também num modo online PvP assíncrono: permite que jogadores construam seus decks / formações e disputem contra outros de forma “programada”. Ótimo para quem gosta de estratégia e combate sem depender de sessões simultâneas.

🧩 Experiência da Demo e o que a comunidade comenta

Até o momento, o jogo disponibilizou uma demo gratuita através de um evento (secção do Steam Next Fest), e a desenvolvedora comunicou que continuará a atualizar a demo com base no feedback dos jogadores.

Dentre os comentários da comunidade — tanto de jogadores quanto de testadores — surgiram tanto entusiamo quanto críticas. Eis alguns dos principais pontos levantados:

  • Um usuário reportou um bug: ao enfrentar um inimigo “tentacle minion”, o combate travava e não progredia. A saída indicada era transpor da guerra e reiniciar — embora se esse minion aparecesse de novo, o problema se repetisse. Isso sugere que a demo ainda está muito crua em algumas partes.

  • Outro observação de jogador: segundo ele, “desativar a música” fazia com que a música voltasse no início de cada partida — pequeno bug de interface/áudio.

  • Há quem aponte que, no estado atual da demo, “não há muito teor” — ou seja, o jogo dá uma sensação de “promessa” mais do que “realização” ainda, principalmente se comparado com o que se espera de um resultado completo.

Por outro lado, elogios foram dados à premissa — principalmente pelo risco x recompensa da mecânica de vontade, pela possibilidade de fusão de criaturas e pela liberdade estratégica de montar decks / formações. Para quem curte auto-battler + deckbuilding + roguelike, Summoner’s Gambit parece entregar uma base interessante.

🧐 Pontos fortes e desafios

✅ O que promete

  • Combinação criativa de estilos: TCG + auto-battler + roguelike + deckbuilding — ideal para quem gosta de estratégia profunda.

  • Mecânicas com risco vs recompensa: usar vontade ao limite, planejar fusões, montar decks com sinergias. Permite um gameplay com decisões conscientes e recompensas satisfatórias.

  • Potencial de personalização: com raças, fusões, decks, cartas variadas — dá margem para diferentes estilos de jogo.

  • PvP assíncrono: ótimo para quem deseja competir sem depender de horários simultâneos, e para manter o jogo “vivo” por muito tempo.

⚠️ O que ainda preocupa / precisa melhorar

  • Bugs relatados na demo — porquê travamentos em batalhas específicas, problemas de interface/áudio — mostram que o jogo ainda está em temporada de refinamento.

  • Falta de teor, por enquanto — muitos jogadores sentem que a demo é curta ou limitada, o que pode decepcionar quem espera alguma coisa “quase finalizado”.

  • Subordinação de estabilidade: jogos com cartas, fusões, vontade e tantas mecânicas exigem um balanceamento zeloso. Se esse balanceamento for mal executado, o risco de strategies “dominadoras” ou cartas/criaturas “overpowered” pode comprometer a diversão.

  • Expectativa vs veras — há uma vácuo entre o que o jogo promete (novas classes, modos, desafios, grande variedade) e o que a demo oferece agora. Isso sempre gera receio até o lançamento completo.

🎲 Minha sensação: vale prestar atenção

Summoner’s Gambit me parece um projeto ávido — um libido de entregar alguma coisa que misture vários dos meus estilos favoritos de jogo (cartas + estratégia + roguelike + auto-battler). A premissa de invocar criaturas ancestrais, planejar formações e lastrar risco com recompensa me agrada bastante.

Por outro lado, os relatos de bugs e a limitação da demo me fazem manter uma certa cautela. No momento, é mais um “promissor em teste” do que um “hit reservado”.

Para jogadores que gostam de testar, testar ideias, montar decks e curtir estratégia com pausas (e paciência para bugs), Summoner’s Gambit já tem valor. Mas para quem procura uma experiência polida e completa desde o lançamento — talvez valha esperar um pouco mais.

🔭 Para onde o jogo pode ir — e o que esperar

Se a equipe de desenvolvedores de traje implementar as promessas: novas classes e decks, cartas, poções, runas, modos de repto (incluindo um modo infinito), bom balanceamento e correções de bugs, Summoner’s Gambit pode se tornar um dos títulos indie mais interessantes no nicho “deckbuilding + estratégia + auto-battler”.

O modo multiplayer assíncrono, em próprio, tem grande potencial de atrair um público que gosta de competitividade sem pressão — ideal para quem joga de vez em quando.

Se lapidado com zelo, o jogo pode conseguir longevidade: jogadores voltando para testar fusões diferentes, decks variados, novas estratégias com balanceamentos futuros, e competições online.

Em breve teremos uma estudo completa de Summoner’s Gambit — com gameplay estendido, observações mais profundas sobre balanceamento, estilo visual, trilha sonora, interface e nossa opinião sincera se vale a pena comprar ou esperar. Fica de olho! 👀

Fonte

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