Jogamos | The Son of Art, puzzle artístico da Cotton Game

Jogamos | The Son of Art, puzzle artístico da Cotton Game

4 minutos 30/12/2025

Uma façanha sobre originalidade, legado e quebra-cabeças que parecem saídos de um caderno de esboços

Nós jogamos The Son of Art, novo título da Cotton Game disponível no Steam, e a sensação inicial é de estar diante de um jogo que quer ser sentido com calma, quase uma vez que folhear um livro ilustrado interativo. Não é um game de impacto repentino ou de ação estável, mas sim uma experiência que aposta em atmosfera, originalidade e simbolismo.

Baseando-nos nas primeiras horas de jogo e também em impressões recorrentes de jogadores no Steam, fica evidente que The Son of Art é voltado para quem aprecia puzzles narrativos, visual artístico e histórias contadas mais por imagens do que por palavras.

🖌️ Uma história sobre arte, legado e identidade

Em The Son of Art, assumimos o papel de um jovem artista que vive à sombra do legado de seu pai, uma figura renomada no mundo da arte. A narrativa não é entregue por longos diálogos ou textos expositivos. Pelo contrário: ela se constrói aos poucos, através de imagens, situações simbólicas e pequenas interações com o mundo.

Essa é uma abordagem mais abstrata da história. Não se trata de entender tudo logo de face, mas de interpretar sentimentos, uma vez que instabilidade, expectativa, pressão criativa e o peso de tentar encontrar uma voz própria. É uma temática que conversa muito com quem já lidou com processos criativos ou com comparações constantes.

A história funciona quase uma vez que uma metáfora contínua: cada cenário, cada puzzle e cada personagem estranho parece simbolizar um estado emocional ou um tropeço interno do protagonista.

🧠 Jogabilidade: puzzles simples, mas cheios de intenção

No gameplay, The Son of Art segue a traço de outros jogos da Cotton Game: puzzles acessíveis, baseados em reparo, lógica visual e experimentação. Não há sistemas complexos, inventários cheios ou mecânicas punitivas. O duelo está mais em entender o que o jogo quer de você naquele momento.

Grande secção dos quebra-cabeças envolve interagir com objetos do cenário, combinar elementos ou perceber padrões visuais. Alguns puzzles são diretos, enquanto outros exigem um pouco mais de tentativa e erro. Em reviews de usuários, é generalidade ver elogios ao traje de o jogo não frustrar excessivamente, mesmo quando a solução não é óbvia.

Também não há pressão de tempo ou punições severas. Isso reforça o clima contemplativo e torna o jogo convidativo para sessões mais tranquilas.

🎭 Estilo visual: arte que conta história

Se existe um grande destaque em The Son of Art, ele está no visual desenhado à mão. O jogo parece ter saído diretamente de um sketchbook, com traços simples, expressivos e cheios de personalidade. Cada temporada apresenta pequenas variações de estilo, reforçando a teoria de evolução emocional e criativa do protagonista.

A animação é suave e, mesmo sem realismo técnico, consegue transmitir emoções com eficiência. Muitos jogadores comentam que o jogo poderia facilmente ser confundido com uma animação curta interativa — e isso é um panegíricio.

A trilha sonora acompanha esse tom quebradiço, com músicas discretas que nunca tentam roubar a atenção, mas ajudam a produzir um clima introspectivo.

🧩 Ritmo e duração

The Son of Art não é um jogo longo. a experiência pode ser concluída em poucas horas, dependendo do ritmo e da facilidade com os puzzles. Isso faz com que o jogo funcione muito uma vez que uma experiência fechada, sem se estender além do necessário.

O ritmo é estável e raramente fadigoso. Não há picos extremos de dificuldade, e o jogo parece saber exatamente quando proceder para a próxima teoria antes que ela se desgaste.

🧠 O que a comunidade está dizendo

Analisando reviews de usuários no Steam, alguns pontos aparecem com frequência:

  • elogios ao estilo artístico único

  • narrativa simbólica que divide opiniões (alguns amam, outros acham abstrata demais)

  • puzzles considerados acessíveis e muito integrados ao tema

  • experiência curta, mas muito resolvida

  • clima relaxante e introspectivo

De forma universal, The Son of Art parece encontrar seu público com facilidade, principalmente entre fãs de jogos narrativos e artísticos.

✍️ Primeiras impressões

Depois de jogar The Son of Art, a sensação é de ter sazonado um tanto mais próximo de uma obra interativa do que de um jogo tradicional. Ele não tenta reinventar o gênero de puzzles, mas usa mecânicas simples para relatar uma história sobre originalidade, expectativas e identidade.

É um jogo que pede atenção aos detalhes e disposição para interpretar, não unicamente resolver desafios.

👉 Importante: levante texto faz secção da nossa série JOGAMOS.
Uma estudo completa, mais profunda e detalhada, abordando narrativa, simbolismos e design, será publicada em breve cá no GameHall.

Fonte

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