John Carmack revisita Doom e diz que clássico ainda continua ótimo

John Carmack revisita Doom e diz que clássico ainda continua ótimo

2 minutos 11/08/2026

John Carmack voltou a jogar Doom original durante a QuakeCon deste ano e mostrou que, embora esteja enferrujado, ainda mantém carinho pelo clássico de 1993. Co-fundador da id Software e um dos nomes centrais por trás do jogo, ele testou a versão disponível no Evercade e acabou se perdendo nas fases mais antigas.

A experiência foi compartilhada pelo próprio Carmack no X, onde ele contou que pretendia somente testar rapidamente o port, mas acabou avançando até o quarto estágio sem lembrar onde estavam todos os keycards. Segundo ele, a sessão acabou se estendendo mais do que o esperado, com murado de 15 minutos gastos em cada um dos níveis quatro e cinco.

“Sentei para testar o port do Doom no Evercade, e antes de perceber, já estava no nível quatro, percebendo que tinha esquecido onde ficavam todos os keycards”, escreveu. Em seguida, completou: “Acabei levando 15 minutos em cada um dos níveis quatro e cinco. Ainda é um ótimo jogo depois de todos esses anos!”. A postagem foi feita em 8 de agosto de 2026.

A reparo labareda atenção porque os tempos de referência dessas fases são muito menores: E1M4 tem marca solene de 1 minuto e 30 segundos, enquanto E1M5 prevê 2 minutos e 45 segundos. Na prática, Carmack levou muito mais tempo do que o esperado, mas sem esconder que continuou se divertindo com a experiência.

O incidente também reforça porquê os criadores de Doom seguiram caminhos diferentes ao longo dos anos. John Romero, vetusto parceiro de Carmack na id Software, permaneceu bastante ligado à franquia e à comunidade, participando de novos projetos e da expansão Sigil, criada para o Doom original.

Já Carmack parece ter uma relação mais distante com o próprio clássico, embora a reação dele mostre que o jogo segue funcionando muito muito mesmo décadas depois. Esse tipo de retorno costuma ser revelador: quando um dos responsáveis pela obra se diverte ao reencontrá-la, fica evidente que Doom não depende somente da nostalgia para continuar relevante.

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