Início » Kena: Bridge of Spirits para Switch 2 – Análise – Vale a Pena – Review

Kena: Bridge of Spirits finalmente está sendo lançado para Nintendo Switch 2, mas será que o jogo vale a pena no console? É o que vamos desenredar na estudo de hoje.
Lançado originalmente em 2021 para PS5 e PS4, Kena: Bridge of Spirits é um projeto de estreia da Ember Labs, estúdio americano que até logo era espargido por ter produzido Terrible Fate, um curta-metragem entusiasmado em 2016 que contava a origem do Skull Kid de Majora’s Mask. É uma origem curiosa para um estúdio de games, e ela explica muito sobre o DNA de Kena: um jogo feito por pessoas que vieram da animação e que queriam transportar tudo o que amam nessa arte para dentro de um videogame. O resultado é um pouco que vai te fazer questionar repetidamente porquê um estúdio indie conseguiu fazer isso.
Kena é uma guia místico cuja função é escoltar almas dos mortos para o próximo projecto de existência. Durante sua jornada em procura de um santuário sagrado nas montanhas, ela chega a uma vila aparentemente abandonada, corrompida por uma trevas que tomou conta da floresta ao volta. A partir daí, ela começa a desvendar as histórias dos espíritos que habitam aquele lugar, cada um recluso em seu próprio ciclo de luto e incapaz de seguir em frente.
O que labareda atenção logo de rosto é o tom da narrativa. Kena: Bridge of Spirits não é um jogo infantil apesar da aspecto encantadora, os temas centrais são luto, perda e a dificuldade de concordar que alguém que você governanta se foi. É uma história melancólica que não recua diante do peso emocional que propõe, mas que equilibra isso muito muito com momentos de leveza, mormente quando os Rot entram em cena.
Os Rot são pequenas criaturas que Kena vai encontrando ao longo da jornada e que se tornam seus companheiros. Visualmente são irresistíveis, parecem bolas de pelúcia com olhinhos brilhantes, e a forma porquê eles interagem com o mundo ao volta de Kena é um dos maiores charmes do jogo. Eles saem correndo por entre as pedras, ficam espiando de trás de árvores e comemoram com Kena a cada pequena vitória. É impossível não fabricar apego por essas criaturas.
A narrativa principal se divide em arcos menores conectados, cada um focado em um espírito dissemelhante da vila. Essa estrutura funciona muito porque cada história tem seu próprio primícias, desenvolvimento e peroração emocional, e o jogo raramente desperdiça oportunidade de edificar um momento que ressoa. Não é uma história enxurrada de reviravoltas de tirar o fôlego, mas é contada com desvelo e com uma sensibilidade que faz você se importar com o tramontana de cada espírito que Kena ajuda.

A exploração de Kena: Bridge of Spirits é construída em cima de uma estrutura de metroidvania ligeiro, onde certas áreas da floresta ficam bloqueadas até que Kena ganhe novas habilidades. O planta não é enorme, mas é denso o suficiente para justificar revisitas, com segredos escondidos, altares para restaurar e chapéus colecionáveis para os Rot espalhados por todos os cantos.
Os Rot também têm função prática na exploração. Eles são usados para resolver puzzles ambientais, porquê movimentar objetos pesados, restaurar estruturas caídas e limpar a prevaricação que bloqueia caminhos. Conforme Kena ganha mais Rot, mais opções surgem para interagir com o envolvente, e essa progressão é muito administrada ao longo do jogo. Os puzzles em si não são particularmente elaborados, mas cumprem muito o papel de variar o ritmo entre exploração e combate.
O modo foto merece menção honrosa cá. Kena: Bridge of Spirits tem um dos modos foto mais muito implementados dos últimos anos, e o jogo sabe disso, com ambientes projetados de um jeito que parece que cada ângulo foi pensado para ser uma retrato. Vai custar alguns minutos a mais em cada superfície novidade, mas é difícil resistir.

O combate de Kena: Bridge of Spirits é competente, mas é o ponto mais fraco da experiência. Kena luta com seu cajado e com um roda, usando combos simples, esquivas, parry e um escudo de bolha para se proteger. Os Rot aparecem em combate também, podendo tratar Kena ou se jogarem em cima dos inimigos para deixá-los vulneráveis.
O sistema tem camadas interessantes no papel. O Kena: Bridge of Spirits exige leitura de timing para os parries funcionarem, e usar os Rot de forma estratégica faz diferença nas lutas mais difíceis. Mas na prática, o combate raramente se aprofunda ou por outra. Os inimigos comuns são o maior problema: são versões de árvores humanóides corrompidas que não variam muito em comportamento ou design, e ao longo do jogo você vai enfrentar as mesmas variações de melee, escudo e ataque à intervalo repetidamente.
Os chefes e sub-chefes quebram essa mesmice e são os momentos mais interessantes do combate. Cada patrão está ligado a um dos espíritos da história, o que dá peso emocional ao confronto além do duelo mecânico, e a apresentação de cada guerra é visualmente impressionante. Ainda assim, nenhum deles chega a ser um duelo memorável, e com as melhorias de habilidade ao longo do jogo, Kena se torna uma força bastante confortável na segunda metade.

Não tem porquê falar de Kena: Bridge of Spirits sem falar longamente sobre porquê ele é bonito. É simplesmente sem razão que um estúdio indie tenha produzido um pouco com esse nível de fidelidade visual e artística. A Ember Labs claramente trouxe toda a sua legado de animação para dentro do jogo, e o resultado é uma experiência que parece um filme da Pixar interativo em vários momentos e tudo isso na telinha de seu portátil no Switch 2.
Cada superfície da floresta tem uma identidade visual própria, com paletas de cores distintas e uma atenção ao pormenor no envolvente que raramente se vê fora de produções AAA. A prevaricação que toma conta das áreas bloqueadas tem um visual orgânico e perturbador que contrasta perfeitamente com o verdejante vibrante das áreas já limpas. As animações dos personagens, mormente de Kena e dos Rot, são fluidas e expressivas de um jeito que faz você se olvidar que está jogando um indie.
A trilha sonora orquestral acompanha o visual com a mesma qualidade, trazendo temas que refletem muito o tom melancólico e ao mesmo tempo esperançoso da narrativa. Não é uma trilha que vai permanecer na sua cabeça semanas depois, mas é exatamente o que o jogo precisa para fabricar a atmosfera certa em cada momento.

Com murado de 8 a 10 horas para terminar a campanha principal e algumas horas a mais para quem quiser completar todos os segredos e colecionáveis, Kena: Bridge of Spirits é uma experiência que entrega muito dentro do tempo que pede. O combate deixa a desejar e os inimigos comuns são sem incerteza o ponto mais fraco do jogo, mas esses problemas nunca chegam a destruir o que ele tem de próprio.
O que Kena: Bridge of Spirits faz melhor do que a maioria dos jogos é fabricar um mundo que você quer habitar. A história toca em temas genuinamente emocionantes com desvelo e maturidade, os Rot são companheiros que você vai amar da primeira à última hora de jogo, e a apresentação visual e sonora é de um nível que não faz sentido para um estúdio de estreia.
É um jogo que fica com você depois que os créditos sobem, não pela complicação do gameplay, mas pela forma porquê te fez sentir enquanto jogava. E isso, no término das contas, é o que os melhores jogos fazem.
Review feita com chave para Switch 2 cedida pela Publisher.

Kena: Bridge of Spirits é uma proeza visualmente magnificiente com uma história emocionante sobre luto e superação, sustentada por um dos sistemas de companheiros mais carismáticos dos últimos anos. O combate é o ponto mais fraco da experiência, com inimigos repetitivos e pouca profundidade mecânica que contrastam com a qualidade de tudo ao volta. Ainda assim, é um jogo que fica na memória pela forma porquê te faz sentir, e não pela complicação do que te pede para fazer.

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