Kingdom Hearts IV ganha novo trailer, chega no fim de 2027

Kingdom Hearts IV ganha novo trailer, chega no fim de 2027

12 minutos 15/08/2026

Eu tentei ser adulta.

Rendimento que tentei.

Falei para mim mesma:

“Magali, calma. É só um trailer. Respira. Kingdom Hearts sempre faz isso com você. Não caia de novo.”

Aí apareceu Sora.

Apareceu Quadratum.

Apareceu Donald e Pateta procurando pista no Submundo.

Apareceu mundo de Viva: A Vida é uma Sarau.

Apareceu janela para o término de 2027.

E pronto.

Eu já estava no soalho, segurando uma Keyblade imaginária, emocionada, confusa e aceitando que mais uma vez essa franquia vai pegar meu coração, colocar dentro de uma caixinha enxurrada de zíper, estrelas, Disney, filosofia sobre luz e negrume, e expressar:

“Confia.”

E eu confio.

Errada?

Talvez.

Feliz?

Muito.

Kingdom Hearts IV ganhou um novo trailer divulgado pela Square Enix, e agora sabemos que o jogo será lançado no término de 2027 para PC, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e Xbox Series.

Aliás, o trailer confirmou a presença do mundo de Viva: A Vida é uma Sarau, uma escolha que combina absurdamente muito com Kingdom Hearts. Se existe uma série capaz de pegar uma animação sobre memória, família, morte, música e saudade e transformar isso em um roda emocional com Sora chorando de maneira formosa, é essa.

E eu não estou pronta.

Mas também estou pronta desde 2002.

Assista o trailer clicando aqui.

Sora acorda em Quadratum, e isso já parece problema grande

A premissa divulgada mostra Sora despertando em Quadratum, um mundo ignoto e com semblante de metrópole moderna.

Para quem acompanha Kingdom Hearts, isso é enorme.

Quadratum já vinha sendo tratado uma vez que um espaço misterioso, quase fora das regras tradicionais da franquia. É uma cidade mais realista, mais urbana, mais estranha dentro daquele universo que normalmente mistura mundos da Disney, Final Fantasy, corações, Nobodies, Heartless e adolescentes com cabelo impossível falando frases que parecem simples, mas exigem oito jogos para entender.

Quadratum parece outro tipo de palco.

Não é só mais um mundo.

É quase uma ruptura.

Sora está em um lugar que não pertence ao mesmo eixo emocional e visual daquilo que conhecemos. E isso abre caminho para uma tempo novidade da série.

A Square Enix labareda essa lanço de uma novidade proeza ligada ao natalício de 25 anos de Kingdom Hearts, e faz sentido. Depois de Kingdom Hearts III fechar uma longa saga, o quarto jogo precisa estrear um tanto dissemelhante.

Mas dissemelhante em Kingdom Hearts nunca significa simples.

Nunca.

Quando essa série diz “novo primícias”, ela geralmente quer expressar:

“Pegue um caderno, três canetas coloridas, um mural com barbante e talvez uma licença emocional para chorar.”

Donald e Pateta no Submundo é puro Kingdom Hearts

Enquanto Sora tenta evadir de Quadratum e voltar ao próprio mundo, Donald e Pateta viajam ao Submundo procurando pistas sobre sua localização.

Isso é Kingdom Hearts em sua forma mais perfeita.

De um lado, um protagonista em uma cidade moderna misteriosa, recluso em uma espécie de veras selecção.

Do outro, um pato mago e um cachorro cavaleiro indo ao Submundo, provavelmente mourejar com Hades, deuses, almas e caos mitológico.

E a gente aceita.

Porque essa é a magia da série.

Kingdom Hearts sempre foi um milagre improvável que não deveria funcionar, mas funciona porque acredita demais no próprio coração. Literalmente.

É Disney com Square Enix.

É Mickey Mouse no meio de drama existencial.

É Pateta sendo mais sábio que muito personagem adulto de RPG.

É Donald curando você quando ele quer, o que geralmente não é quando você precisa.

E é Sora, sempre Sora, tentando salvar todo mundo com um sorriso e uma arma em formato de chave gigante.

O vestuário de Donald e Pateta estarem separados de Sora também reforça uma tensão importante. A amizade entre os três é o núcleo emocional da franquia. Ver essa separação cria aquela sensação de jornada quebrada, de reencontro esperado, de vazio temporário.

Eu já consigo imaginar a cena em que eles finalmente se reencontram.

Não vi.

Não sei.

Mas já estou chorando por antecedência.

É prevenção emocional.

Viva: A Vida é uma Sarau combina demais com Kingdom Hearts

A confirmação do mundo de Viva: A Vida é uma Sarau é uma das coisas mais empolgantes desse trailer.

E não é só porque o filme da Pixar é lindo.

É porque o tema dele encaixa perfeitamente em Kingdom Hearts.

Coração.

Memória.

Família.

Morte.

Esquecimento.

Laços que atravessam mundos.

Música uma vez que ponte emocional.

Tudo isso parece escrito para Sora entrar, olhar para alguém com aquele rostinho de “eu vou ajudar mesmo sem entender tudo” e transformar a jornada em uma prelecção sobre lembrar de quem amamos.

Kingdom Hearts sempre soube usar mundos Disney de dois jeitos.

Às vezes, ele só passa pela história do filme com Sora no meio.

Às vezes, quando acerta de verdade, ele usa o tema daquele mundo para conversar com a jornada maior da série.

Viva tem potencial para ser do segundo tipo.

Imagina o visual do Mundo dos Mortos no motor novo.

As cores.

As pontes.

A música.

As caveiras.

As luzes.

A possibilidade de Sora refletir sobre pessoas perdidas, memórias apagadas e o que significa continuar existindo no coração de alguém.

Ai.

Pronto.

Já me destruí escrevendo.

E nem saiu o jogo.

Se esse mundo tiver uma guerra músico, eu desmaio.

Se tiver Keyblade inspirada em violão, eu compro o bonequinho.

Se tiver Donald vestido de caveira, acabou minha tranquilidade.

Kingdom Hearts IV parece querer ser mais maduro, mas ainda mágico

Desde a primeira revelação, Kingdom Hearts IV chamou atenção pelo visual mais realista de Sora em Quadratum.

Isso dividiu opiniões.

Alguns fãs acharam estranho.

Outros ficaram encantados.

Eu fiquei nos dois grupos ao mesmo tempo, porque ser fã de Kingdom Hearts é viver em incongruência.

A semblante mais madura faz sentido para essa novidade tempo. Sora não é mais só aquele menino das Destiny Islands começando uma proeza absurda. Ele carrega anos de luta, perdas, reencontros, sacrifícios e explicações que até hoje fazem a comunidade riscar risca do tempo com face de vestibular.

Mas Kingdom Hearts não pode virar cinza demais.

A franquia precisa de fantasia.

Precisa de cor.

Precisa de excesso.

Precisa de personagens que dizem “luz” e “coração” sem vergonha.

Precisa de Mickey aparecendo sério em momento dramático uma vez que se isso fosse a coisa mais normal do mundo.

O trailer parece caminhar nesse estabilidade.

Quadratum traz uma pegada mais urbana e moderna.

Viva traz cor, música e espírito Disney.

Donald e Pateta mantêm o gavinha clássico.

Sora continua sendo Sora.

Esse estabilidade será fundamental.

Kingdom Hearts pode crescer, amadurecer e mudar, mas não pode ter vergonha de ser Kingdom Hearts.

Porque a gente governanta justamente esse caos lindo.

O combate promete permanecer ainda mais rápido

A descrição divulgada pela Square Enix fala em um sistema de guerra dinâmico e depressa, permitindo combinar ataques e magias com fluidez.

Também foi mencionado um recurso de combate inédito e a possibilidade de trocar a Keyblade usada por Sora para realizar ataques exclusivos, adaptando o ritmo da guerra às estratégias do jogador.

Isso é muito interessante.

Kingdom Hearts sempre teve um combate de ação mais alcançável do que parece, mas com bastante espaço para domínio. Quem joga casualmente aperta botão, usa magia, invoca, se trato e se diverte. Quem mergulha fundo encontra combos, cancelamentos, resguardo, posicionamento, chefes secretos e aquele sofrimento premium que Kingdom Hearts adora velar para quem acha que está possante.

Kingdom Hearts III já tinha um combate espetacular em muitos momentos, mormente com transformações de Keyblade e mobilidade absurda.

Agora, Kingdom Hearts IV precisa evoluir isso sem virar bagunça visual.

Porque a série governanta colocar luz, explosão, partículas, laser, magia, atração, transformação, golpe próprio e personagem gritando ao mesmo tempo.

É lindo.

Às vezes eu não sei o que está acontecendo.

Mas é lindo.

Se a troca de Keyblade for mais estratégica e menos somente estética, pode dar uma classe muito boa ao combate. Cada arma pode mudar ritmo, alcance, impacto e estilo.

Sora sempre foi versátil.

Agora ele pode permanecer ainda mais técnico.

Ou seja, vou continuar apertando ataque com emoção, mas fingindo que é estratégia.

Término de 2027 parece longe, mas para Kingdom Hearts isso é quase amanhã

Kingdom Hearts IV será lançado no término de 2027.

Sim, parece longe.

Mas precisamos lembrar de uma coisa: estamos falando de Kingdom Hearts.

Essa franquia vive em outra dimensão temporal.

Ela anuncia jogo, some, reaparece, mostra trailer, deixa todo mundo confuso, lança spin-off importante para entender o final, cria personagem com nome parecido com outro, coloca uma cena secreta, desaparece mais um pouco e volta uma vez que se zero tivesse ocorrido.

Portanto término de 2027, sinceramente, parece até urbano.

Dá tempo de revisitar a série.

Dá tempo de tentar entender a cronologia.

Dá tempo de explicar para alguém por que Chain of Memories é importante.

Dá tempo de tutorar Birth by Sleep em uma conversa.

Dá tempo de concordar que “jogar só os numerados” não resolve zero.

Dá tempo de reassistir cutscene.

Dá tempo de tolerar.

Dá tempo de montar teoria errada e passar vergonha depois.

É o ciclo proveniente do fã de Kingdom Hearts.

A espera faz segmento do ritual.

A diferença é que agora temos uma janela mais concreta. Isso ajuda a transformar impaciência em narração regressiva.

Longa, sim.

Mas narração.

PC, PS5, Switch 2 e Xbox Series: todo mundo entra na rota

Kingdom Hearts IV está confirmado para PC, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e Xbox Series.

Isso é óptimo.

A série passou muitos anos espalhada demais, com jogo importante em PlayStation, Game Boy Advance, Nintendo DS, PSP, 3DS, mobile e sei lá mais onde. Ser fã de Kingdom Hearts antigamente era quase colecionar plataforma por obrigação emocional.

Hoje, a Square Enix parece entender melhor a prestígio de levar a experiência principal para o maior número provável de jogadores.

O lançamento simultâneo em várias plataformas ajuda muito.

PC é precípuo.

PlayStation é vivenda histórica.

Xbox amplia alcance.

Switch 2 pode ser gigante para quem quer jogar Kingdom Hearts de forma portátil, ainda mais considerando a relação da série com públicos mais jovens e fãs da Disney.

Ter tudo isso no lançamento é uma vitória.

E também evita aquele traumatismo macróbio de “para entender a próxima segmento, você precisa jogar um título individual de um portátil que saiu de risca”.

Kingdom Hearts continua multíplice.

Mas pelo menos comprar console específico para uma peça da lore talvez não seja mais tão obrigatório.

Progresso.

Uma série em anime? Sim, por obséquio

Uma vez que se não bastasse o trailer e a janela de lançamento, também foi revelado que Kingdom Hearts terá uma série em formato de anime no Disney Channel e Disney+.

Gente.

Isso é enorme.

E perigoso.

Muito perigoso.

Porque Kingdom Hearts em anime pode ser perfeito.

A série sempre teve estrutura de anime. Sempre teve protagonista luminoso, amigos leais, vilões encapuzados, discursos sobre coração, poderes especiais, mundos temáticos, música emocional, batalhas dramáticas e cabelo impossível.

Na verdade, a pergunta não é “por que fazer anime de Kingdom Hearts?”.

A pergunta é:

“Uma vez que demorou tanto?”

O formato entusiasmado pode ser uma chance maravilhosa de apresentar a franquia para um público novo, reorganizar conceitos, apropriar eventos importantes e talvez tornar a história mais alcançável.

Talvez.

Eu disse talvez.

Porque Kingdom Hearts tem uma capacidade próprio de explicar e complicar ao mesmo tempo.

Mas se a série tiver bom roteiro, boa direção e reverência ao tom da franquia, pode funcionar muito muito.

Também pode ser um sinistro adorável.

E eu assistiria mesmo assim.

Porque sou fraca.

Se tocar Dearly Beloved no primeiro incidente, acabou.

Eu perdoo tudo por 30 segundos.

O natalício de 25 anos pode ser a tempo mais importante da franquia

Kingdom Hearts está caminhando para seu natalício de 25 anos.

Isso é surreal.

Parece que foi ontem que Sora saiu das Destiny Islands, encontrou Donald e Pateta, e todo mundo tentou entender por que um crossover entre Disney e Final Fantasy estava fazendo sentido emocional.

Mas lá se foram décadas.

A franquia cresceu.

Mudou.

Confundiu.

Emocionou.

Cansou alguns jogadores.

Conquistou outros.

Virou meme.

Virou instruído.

Virou paixão.

Virou prelecção de que nenhum coração está realmente seguro quando Tetsuya Nomura tem uma teoria novidade.

Kingdom Hearts IV chega em um momento decisivo.

Depois de fechar a saga de Xehanort, a série precisa provar que ainda tem fôlego para uma novidade grande tempo.

Não basta depender de nostalgia.

Não basta mostrar Sora.

Não basta colocar mundo Disney famoso.

O jogo precisa justificar esse novo primícias.

Quadratum, Viva, combate renovado e a procura por Sora já dão sinais de que existe uma direção interessante.

Agora falta ver uma vez que tudo se conecta.

E, simples, uma vez que Kingdom Hearts sempre faz, provavelmente vai conectar coisas que a gente nem lembrava que estavam soltas.

Um personagem de celular.

Uma cena secreta.

Uma frase de 2004.

Um nome voltado.

Um símbolo no fundo de uma tela.

Fã de Kingdom Hearts não descansa.

Fã de Kingdom Hearts investiga.

A segmento emocional é o que mais me pega

Eu poderia falar só de plataforma, trailer, combate e mundo novo.

Mas Kingdom Hearts nunca foi só isso.

Para muita gente, essa série é uma memória afetiva poderosa.

É puerícia.

É puberdade.

É PS2 ligado.

É música de preâmbulo.

É tentar trovar Simple and Clean sem saber inglês recta.

É chorar com personagem da Disney e personagem da Square na mesma cena, mesmo achando que isso não deveria ocorrer.

Kingdom Hearts mexe com um lugar muito específico do jogador.

Ele fala de amizade de uma forma quase singelo, mas insiste nela com tanta força que a gente acaba acreditando.

Ele fala de luz e negrume uma vez que se fossem conceitos simples, mas coloca isso dentro de personagens quebrados, perdidos, duplicados, recombinados, esquecidos e lembrados.

É brega?

Às vezes.

É confuso?

Muito.

Funciona?

Quando funciona, destrói.

Kingdom Hearts IV precisa carregar esse coração.

Pode mudar o visual.

Pode mudar o cenário.

Pode mudar o sistema.

Mas não pode perder essa emoção estranha e formosa que faz a série ser única.

Se Sora olhar para alguém e disser um tanto simples sobre amizade, eu provavelmente vou rir, revirar os olhos e chorar ao mesmo tempo.

Essa é a experiência Kingdom Hearts completa.

Magali empolgada

Kingdom Hearts IV ganhou novo trailer, confirmou lançamento para o término de 2027 e já deixou a comunidade em estado de surto organizado.

O jogo chega para PC, PlayStation 5, Nintendo Switch 2 e Xbox Series, trazendo Sora em Quadratum, Donald e Pateta no Submundo, combate dinâmico com troca de Keyblades, recurso inédito de guerra e o mundo de Viva: A Vida é uma Sarau.

E ainda teremos uma série em anime de Kingdom Hearts no Disney Channel e Disney+.

É muita coisa.

Muita.

Uma vez que Magali, eu estou completamente animada.

Não aquela animação elegante de quem somente gostou do trailer.

Estou no nível “vou reassistir tudo, montar teoria, ouvir Dearly Beloved no banho e tentar convencer alguém de que a cronologia de Kingdom Hearts é simples se você concordar perder a sanidade”.

Kingdom Hearts IV tem face de novo primícias, mas também de reencontro.

Ele olha para o horizonte com Quadratum, mas continua abraçando a núcleo da série com Disney, amizade, magia, Keyblade e aquela mistura impossível de drama e fofura que só Kingdom Hearts consegue fazer sem pedir desculpa.

Término de 2027 ainda está longe.

Mas agora temos uma luz no horizonte.

Ou talvez uma porta.

Ou uma chave.

Ou um coração.

Não sei.

É Kingdom Hearts.

A gente entende sentindo primeiro e explicando depois.

Agora me desculpem…

vou ali gritar baixinho, ver o trailer mais 12 vezes e preparar meu emocional para visitar o mundo de Viva: A Vida é uma Sarau com Sora, Donald e Pateta.

Se romper “Remember Me” em qualquer momento, ninguém fala comigo.

Estarei em modo cutscene.

Fonte

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