Larian se posiciona de forma definitiva sobre uso de IA em…

Larian se posiciona de forma definitiva sobre uso de IA em…

3 minutos 10/01/2026

Larian muda postura e traça traço definitiva

Divinity voltou aos holofotes recentemente, mas não por um novo trailer ou proclamação empolgante. Desta vez, o motivo foi uma discussão intensa sobre o uso de perceptibilidade sintético no desenvolvimento do próximo jogo da Larian Studios.

O tópico ganhou força posteriormente comentários do estúdio sobre o uso de ferramentas de IA no processo criativo, um pouco que rapidamente gerou suspicácia e reação negativa entre fãs.

A partir daí, o debate saiu do controle e obrigou a Larian a se posicionar de forma mais clara.

A polêmica começou quando a Larian mencionou o uso de ferramentas de GenAI em estágios iniciais de exploração visual durante o desenvolvimento de Divinity.

Embora o estúdio tenha indicado que a IA serviria somente uma vez que escora na tempo de ideação, muitos jogadores interpretaram a enunciação uma vez que um provável substituto para artistas humanos.

A reação foi imediata e intensa, levando o CEO Swen Vincke a responder publicamente nas redes sociais.

Em uma série de postagens, Vincke negou qualquer intenção de substituir artistas por IA.

Segundo ele, a Larian conta atualmente com 72 artistas, sendo 23 deles especializados em concept art, além de continuar contratando novos profissionais.

Vincke também reforçou que toda a arte criada pelo estúdio é original e produzida por artistas humanos, deixando evidente que a IA não gera conceitos finais.

IA uma vez que utensílio de referência, não de geração

De tratado com o CEO, a equipe utilizava ferramentas de IA somente uma vez que escora visual, de forma semelhante ao uso de livros de arte ou pesquisas no Google.

Nesse processo, a IA serviria somente para explorar composições iniciais, sempre substituídas posteriormente por artes originais feitas pela equipe.

Ainda assim, a explicação não foi suficiente para acalmar segmento da comunidade.

Semanas depois, durante um AMA no Reddit, Vincke voltou ao tema com uma enunciação mais direta.

Ele afirmou que não haverá qualquer tipo de arte gerada por GenAI em Divinity, encerrando o uso dessas ferramentas durante o desenvolvimento de concept art.

Segundo o CEO, a decisão procura varar qualquer incerteza sobre a origem das artes presentes no jogo.

Apesar da mudança, Vincke não descartou totalmente o uso de IA no desenvolvimento.

Ele explicou que ferramentas baseadas em IA ou machine learning ainda podem facilitar em áreas não criativas, sem impacto direto em arte, narrativa ou escrita.

A realce entre IA generativa e outras formas de automação, no entanto, continua sendo um tema sensível dentro da indústria.

Com esse posicionamento, a Larian deixa evidente que pretende manter Divinity distante de qualquer uso de IA na geração artística.

Ainda assim, a discussão sobre tecnologia, moral e geração humana segue ocasião — tanto para o estúdio quanto para a comunidade.

Agora, resta observar uma vez que os fãs irão reagir a essa decisão mais definitiva.

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Fontes: Reddit

Fonte

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