Início » LEGO Batman ganha Coleção do Caos em setembro

Tem Gotham City normal.
Tem Gotham City em crise.
E tem Gotham City quando Coringa e Arlequina resolvem que o dia estava tranquilo demais.
Aí acabou.
A Warner Bros. Games confirmou que LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas receberá a expansão Coleção do Caos em 18 de setembro de 2026, mesma data em que a versão de Nintendo Switch 2 do jogo chega ao mercado.
E olha, o nome não mente.
Coleção do Caos parece exatamente o tipo de DLC feito para quem olhou para a campanha principal, viu Bruce Wayne tentando virar símbolo de justiça, ordem e esperança, e pensou:
“Tá bom, mas e se a gente deixasse o Coringa e a Arlequina bagunçarem tudo?”
Pronto.
A TT Games ouviu.
A expansão será vendida separadamente, mas também está incluída na Edição Deluxe e na Melhoria da Edição Deluxe. Ela exige o jogo base completo e adiciona teor focado nos vilões mais barulhentos, perigosos e teatralmente inconvenientes de Gotham.
Ou seja, Batman pode até ser o protagonista.
Mas o DLC parece ter sido feito para os vilões roubarem a cena.
De novo.
Porque eles sempre tentam.
Assista o trailer clicando aqui.
O grande destaque da Coleção do Caos é uma novidade Missão de História estrelada por Coringa e Arlequina.
A premissa é simples e perfeita para LEGO: os dois escapam do Asilo Arkham e começam a motivar confusão pelas ruas de Gotham City.
Não precisa complicar.
Coringa fora da quartinho já é problema.
Arlequina junto é problema com glitter, martelo e risada subida.
E no universo LEGO, isso pode render uma mistura muito boa de humor físico, ruína colorida e piadas visuais. A série LEGO sempre soube pegar histórias sombrias e transformar em um pouco mais ligeiro, sem perder o carinho pelo material original.
Batman sofre.
Mas sofre em bloquinho.
Isso ajuda.
A missão também deve ser uma boa mudança de ritmo para quem já explorou a jornada de Bruce Wayne na campanha principal. Em vez de proteger Gotham, agora o jogador entra no lado mais caótico da cidade, com os próprios vilões no meio da ação.
E convenhamos: jogar com Coringa e Arlequina em LEGO é sempre risonho.
Incorrecto moralmente?
Sim.
Mas risonho.
Além da missão de história, o DLC adiciona o novo Modo Caos.
Segundo as descrições oficiais, a teoria é motivar confusão nas ruas de Gotham com Coringa e Arlequina porquê personagens jogáveis.
Ainda sem transformar isso em um pouco que o material não detalha demais, o concepção já é muito evidente: é um modo voltado para bagunça, ruína e aquela virilidade de vilão solto no parquinho.
E, sinceramente, esse tipo de modo combina muito com LEGO.
Jogos LEGO sempre tiveram uma relação maravilhosa com ruína. Você quebra cenário, coleta pecinha, monta objeto paradoxal, destrói de novo, acha sigilo, troca personagem e repete o ciclo porquê se fosse completamente normal destruir metade da sala só para pegar um colecionável.
Agora imagina isso em Gotham, com Coringa e Arlequina recebendo licença para transformar a cidade em brinquedo quebrável.
O Batman provavelmente não aprova.
Mas a garoto interno da gente aprova bastante.
A Coleção do Caos também inclui o Pacote Sinistro, com novos itens cosméticos e de personalização.
O pacote traz sete trajes, um para cada personagem jogável original do jogo base, além de um novo Batmóvel e acessórios para a Batcaverna.
Esse é aquele tipo de teor que parece pequeno, mas funciona muito muito em jogo LEGO.
Porque metade da perdão é colecionar.
Traje novo.
Veículo novo.
Item novo.
Decoração novidade.
A pessoa diz que não liga.
Aí vê um traje recíproco e passa 15 minutos no menu.
Todo mundo já fez isso.
No caso de Batman, trajes têm ainda mais apelo porque o personagem carrega décadas de versões, filmes, HQs, animações, jogos e fases diferentes. Cada roupa pode retirar uma memória, uma referência ou uma piada.
E um Batmóvel novo nunca é só um sege.
É enunciação de estilo.
Bruce Wayne pode fingir que é sobre combate ao transgressão.
Mas a gente sabe que ele gosta de chegar fazendo ingressão.
Outro ponto importante é que 18 de setembro também marca a chegada de LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas ao Nintendo Switch 2.
Isso dá à data um peso maior.
Quem for jogar pela primeira vez no novo console da Nintendo já poderá encontrar o jogo junto com o teor da Coleção do Caos, dependendo da edição escolhida.
E LEGO Batman combina muito com Switch.
É aquele tipo de jogo que funciona muito no sofá, na TV, no portátil, em coop lugar e em sessões mais leves. Você pode jogar uma missão, caçar colecionável, trocar personagem, rir de uma piada boba e desligar sem sentir que abandonou uma guerra mundial.
No Switch 2, a expectativa é que a experiência tenha mais fôlego técnico do que no Switch original teria, mormente considerando Gotham porquê mundo descerrado.
E Gotham em mundo descerrado com LEGO é basicamente invitação para explorar cada esquina procurando coisa brilhando.
A Magali entende.
Se pisca, eu vou detrás.
O jogo base já tem uma proposta muito interessante: seguir a jornada de Bruce Wayne para se tornar o herói de Gotham, misturando momentos inspirados em décadas de Batman no cinema, TV, quadrinhos e games.
Isso é uma ótima base para um jogo LEGO.
Porque Batman tem material demais.
Tem versão sombria.
Versão detetive.
Versão ninja.
Versão milionário traumatizado.
Versão família morcego.
Versão “eu trabalho sozinho”, dita sempre segundos antes de precisar de ajuda.
A TT Games costuma usar muito esse tipo de legado. Ela pega referências de várias eras e transforma tudo em façanha alcançável, enxurrada de humor e fanservice.
A Coleção do Caos entra porquê complemento proveniente, deixando os vilões brilharem por um tempo.
E, em Batman, vilão bom é metade da sarau.
Às vezes mais da metade.
LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas receber a Coleção do Caos em setembro é uma notícia muito divertida para quem quer mais teor depois da campanha principal.
O DLC chega em 18 de setembro de 2026, junto com a versão de Nintendo Switch 2, e traz uma novidade missão com Coringa e Arlequina fugindo do Asilo Arkham, o novo Modo Caos e o Pacote Sinistro, com trajes, Batmóvel e itens para a Batcaverna.
Uma vez que Magali, eu palato muito quando jogo LEGO abraça a bagunça sem vergonha.
E Batman combina demais com isso, porque Gotham já vive à beirada do colapso mesmo. Colocar Coringa e Arlequina no meio de uma expansão chamada Coleção do Caos é quase redundante, mas no melhor sentido.
A campanha principal pode ser sobre Bruce virando mito.
Mas esse DLC parece ser sobre deixar os vilões brincarem com a cidade porquê se Gotham fosse uma caixa gigante de LEGO.
E, no fundo, é isso que a gente quer.
Agora me desculpem…
vou ali tentar jogar porquê Arlequina sem transpor quebrando absolutamente tudo.
Pataratice.
É LEGO.
Quebrar tudo faz segmento da terapia.

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