Marathon Review: Uma ótima experiência em um gênero errado

Marathon Review: Uma ótima experiência em um gênero errado

13 minutos 30/03/2026

Desde seu proclamação, Marathon recebeu uma certa repudiação por se tratar de mais um live-service no portfólio da PlayStation. Desenvolvido pela Bungie, conhecida por Halo e Destiny, Marathon é o retorno do estúdio a uma franquia que ela criou antes de se tornar popular.

Descrito uma vez que um jogo de tiro de extração, Marathon (2026) passou por diversas turbulências em seguida seu lançamento, que aconteceu no dia 5 de março de 2026 nas plataformas do PC, PS5 e Xbox Series. Dito isso, em seguida as idas e vindas, comparações e uma torcida o rotulando uma vez que um novo Concord, o Combo Infinito teve a oportunidade de jogar Marathon por diversas horas, e eu lhe direi se o novo shooter da Bungie é tudo isso mesmo.

Mais uma lição de história Sci-Fi

A Bungie tornou-se uma grande referência em fabricar histórias de ficção científica. Halo e Destiny, por exemplo, são experiências narrativas incríveis dentro deste gênero, mas todo esse “molho” veio muito antes de conhecermos Master Chief e o Viajante. Na dez de 1990, a Bungie criou uma franquia pouco conhecida, mas que serviria de pilar para o que passaríamos a saber a seguir. Estou falando de Marathon. Essa trilogia de jogos de tiro totalmente single-player criou fundações para o que levante novo Marathon procura ser e entregar.

Pois muito, Marathon (2026), dissemelhante da trilogia original, inicialmente possui exclusivamente um noção em que seus eventos se passam mais de um século em seguida os eventos do primeiro jogo, quando a nave UESC Marathon ficou em trajectória no planeta Tau Ceti IV, onde toda a expedição da nave desapareceu. No controle de Corredores (um totalidade de sete), você deve explorar levante planeta e desvendar o que aconteceu na nave UESC Marathon.

Embora tudo seja duvidoso e misterioso, isso é um pouco que a Bungie sabe fazer muito muito, vide os mistérios e o desenrolar ao longo de mais de uma dez da franquia Destiny, que já se encontra em sua segunda saga.

Conexões?

Todavia, Marathon tem muito mais a esconder, pois não se sabe até logo as reais ligações com a trilogia original, embora um pormenor faça com que levante novo jogo se passe em seguida os eventos da trilogia e passe a racontar os eventos que não foram esclarecidos no primeiro jogo. Muito, tudo isso é dedução minha em seguida ler os códices e interpretar o contexto visual que a Bungie quis mostrar ao jogar dentro de Tau Ceti IV.

Dissemelhante de Destiny e Halo, cá você terá poucas animações, com exceção da introdução e quando você desbloqueia uma novidade partido. Tudo que vem a seguir em termos narrativos é interpretativo, e, particularmente, isso me cativou. É mágico quando uma obra te faz buscar entendimento em tudo que está ao seu volta sem que você seja guiado.

Uma hora ou outra você estará dando de rostro com uma logo de uma partido para a qual está trabalhando e pensa: essa partido está dominando esse território, mas por quê? Quais suas intenções cá?

História contada através dos cenários

Toda essa dinâmica mental me deixou imerso neste universo que, aos poucos (propositalmente), irá se desenvolver e trazer respostas e definir o rumo da franquia.

Todo esse tom misterioso e a curiosidade sobre as ligações sobre a trilogia original são a engrenagem que me fez entender mais sobre os eventos aos quais fui inserido. Sem falar neste novo tipo de linguagem que envolve totalmente lucidez sintético. Embora Halo e Destiny tenham explorado levante tema, Marathon é totalmente devotado e dependente deste segmento. Você não está controlando nenhum humano, mas sim um corpo feito de biomassa e sendo guiado por uma IA, os quais são líderes de cada partido. Cada partido é regida por uma lucidez sintético que possui um viés por trás e um interesse em Tau Ceti IV. Há uma partido chamada MIDA que é vista uma vez que rebelde; há também a Arachne, que é uma partido vista uma vez que uma organização anti-vida e vê a morte uma vez que a salvação.

Tudo isso é fascinante, e secção desta fascinação está em sua estética, muito criticada, mas que me conquistou desde sua primeira aparição.

Minha única salvaguarda em relação à narrativa de Marathon (2026) é a falta de animações durante os diálogos com as IAs. Faltou mais teimosia ou atenção nesta secção, que poderia ter contribuído para dar mais carisma a cada uma das 6 facções presentes no jogo. Tudo parece muito voltado para tecnologia analógica, e a informação é feita com caixa de diálogos estilo RPG nipónico.

Mostrar mais interação entre o galeria com os líderes dessas facções tão diferentes e conflitantes as tornaria ainda mais marcantes do que já são com suas simples apresentações estáticas.

Um dos melhores visuais do ano

A Bungie já demonstrou sua originalidade em fabricar universos únicos através de seus visuais. Halo e Destiny dispensam comentários. Todavia, Marathon foi a única obra da Bungie que trouxe um divisor de águas para a comunidade e jogadores.

Essa decisão artística traz cores cruas e sem nuances dentro de uma tecnologia totalmente analógica, mesmo se passando em um porvir muito distante da verdade da qual vivemos hoje, o que para muitos não faz sentido. Mas não precisa fazer sentido, exclusivamente ser atrativo e marcante.

Marathon (2026) possui uma das melhores estéticas já vistas em um videogame e um dos melhores visuais e direção de arte do ano. Toda sua paleta de cores rasas e sem vida traz uma potente identidade a levante universo incógnito e misterioso. Você não verá Corredores realistas com expressões faciais marcantes, porque a humanidade não é o foco cá.

A formosura na simplicidade

Cada esquina de Tau Ceti IV traz uma sensação de tensão e invenção graças à direção de arte que se esforça para mostrar ao jogador que ele está em um lugar hostil. Seja nos ambientes abertos ou nos interiores de instalações, o clima de tensão é evidente.

A Bungie conseguiu, através de um visual tão simples com cores uniformes, momentos de pura tensão que podem ser comparados a um survival horror em momentos que estamos explorando os mapas. Outrossim, não posso deixar de racontar sobre o belíssimo trabalho de designer de áudio que ajuda a entregar momentos tensos e frenéticos durante as partidas.

Muitas vezes você está tão concentrado explorando certos lugares que, às vezes, é passível de confundir os barulhos de seus próprios passos ou o som de uma cortinado de plástico com os passos de um inimigo. Toda essa combinação de um pouco analógico com essas cores sem profundidade é o grande charme de Marathon, e que se tornou seu trunfo.

Um sic-fi fora dos padrões

Tudo começa no menu de seleção e se estende para os visuais dos Corredores, na estética dos líderes das facções, no design das armas, dos equipamentos que usamos. Toda essa estética ultrapassada do padrão visual e estético das inúmeras obras sci-fi que já vimos deu a Marathon uma identidade única e marcante.

Cada planta possui seu bioma, exceto o Posto Avançado e o CrioArquivo, onde ambos se passam, respectivamente, em uma instalação e na nave Marathon. Já o planta Perímetro e o Pântano Lúgubre trazem mais nuances climáticas uma vez que chuva, raios e vento. Tudo isso ajuda a dar mais profundidade à ambientação e gerar riscos ao jogador.

Todavia, toda essa escolha também trouxe falhas. Algumas decisões nos menus e o tamanho da nascente são um problema conforme você se mantém recluso no jogo. Mas isso não é um pouco impossível de se resolver.

Porquê está no PS5?

Minha estudo aconteceu no PS5 base e estou impressionado com o supimpa trabalho de otimização. Um pormenor: na versão para consoles há uma opção para mostrar o contador de FPS. Uma atitude que eu espero virar tendência para jogos em consoles. Em toda minha jogatina, seja em momentos de impetuosidade, calmos, em situações de chuva e de muitos efeitos, não presenciei quedas bruscas no FPS, e o jogo rodou impecavelmente muito. A iluminação, por sua vez, está formidável, mesmo para a versão de PS5 base.

A Bungie fez um supimpa trabalho cá. Vou me estender também para a versão de PC, a qual também tive aproximação. Marathon possui progressão cruzada entre plataformas, e foi verosímil eu continuar minha jornada e ver uma vez que os gráficos do jogo estão no PC. Tudo parece melhor no PC em todos os aspectos, mas devo proferir que a versão de PS5 irá satisfazer os donos do console em termos visuais e de desempenho, que está encravado a 60 FPS.

Onde rebento chora e a mãe não vê

É cá que a diversão, ou a frustração, acontecem. Marathon não é um jogo convidativo e fácil. Tau Ceti IV é implacável, brutal e não quer que você descubra seus segredos. A flora e a fauna estarão unidas para lhe matar, além da presença de inimigos nos cenários, cuja IA entrega um repto tal qual similar a um conflito generalidade com outro jogador. E para finalizar, ainda há os jogadores que estão disputando, assim uma vez que você, o melhor loot.

Dissemelhante de todos os jogos de tiro de extração e do mais popular deles, ARC Raiders, Marathon é, de longe, o mais exigente. O gênero de extração por si só é exigente e uma experiência que passa longe do jogador casual. E com Marathon não será dissemelhante, mas o jogo de extração da Bungie tem barreiras a mais. Porquê todo jogo deste gênero, você tem que ser desapegado aos bens materiais, porque, assim uma vez que um roguelike onde morrer faz secção do processo, em um jogo de extração perder seus equipamentos faz secção da progressão e você deve estar destapado a esta verdade durante horas de jogatina.

Um planeta implacável

Mas Marathon é muito mais punitivo, pois Tau Ceti IV não é exclusivamente um lugar para você matar um jogador e trespassar com o loot dele. Leste planeta tem muitas outras distrações além do jogador que está do outro lado do planta. Conforme você explora em procura de novos equipamentos, sempre haverá torretas inimigas escondidas no cenário, inimigos controlados por IA, que são um tormento por sua dificuldade, mas também pela natureza hostil deste planeta.

Vegetais venenosas muitas vezes serão uma das responsáveis por fazer você morrer envenenado, ao invés de uma morte por um jogador justador. E isso, por si só, é frustrante. Portanto, Marathon é um dos jogos de extração mais difíceis da atualidade, e confesso que fui fisgado por essa dificuldade. Esse masoquismo me fez entender uma vez que agir, entender uma vez que explorar cada planta e uma vez que funciona toda a dinâmica de seu gameplay.

Realize contratos e evolua

No controle de um dos sete Corredores (Ruína, Vandalismo, Reconhecimento, Celerado, Triagem, Rapina e Rook), os quais possuem habilidades e abordagens diferentes, você deve realizar contratos das 6 facções presentes do jogo em troca de melhorias, seja em armas, equipamentos e até cosméticos uma vez que visuais do Galeria. As diversas missões exigidas pelas facções estarão disponíveis em mapas específicos ou em qualquer um dos 4 mapas do jogo (Perímetro, Pântano Lúgubre, Posto Avançado e CrioArquivo). Realizar estes contratos aumentará o ranque com estas facções, o que lhe permitirá desbloquear recompensas que vão desde vantagens para o galeria até desbloquear compra de itens no Arsenal (a loja onde o jogador pode comprar equipamentos).

Cada uma das facções tem seu propósito narrativo, mas também tem um tipo de recompensa específica. Logo, o jogador poderá usar isso de forma estratégica para evoluir seu Galeria. Lembrando que você não estará restringido a um Galeria. Você pode jogar com qualquer um dos sete.

Embora as missões de contrato sejam muitas vezes sem muita originalidade, onde se baseiam em varar inimigos e conectar um pouco, elas são essenciais para a progressão do seu Galeria.

O DNA da Bungie está cá

Em ação, Marathon traz todo o DNA da Bungie no que tange sua gunplay. Suas armas malucas, o confronto contra os inimigos controlados por IA e os jogadores é uma junção da secção PvE de Destiny com o segmento multiplayer do Crisol. E isso não há o que questionar.

A Bungie conseguiu fabricar duas experiências dentro de um único gênero com Marathon. Jogar em dupla ou em trio pelos quatro mapas do jogo é a experiência definitiva deste jogo, porém, quando você joga sozinho, esse shooter de extração se transforma em survival horror, onde esconder ou proceder das forças inimigas trará consequências, além, é evidente, dos jogadores. Diante de toda essa curva de aprendizagem e escolha moral, em Marathon você tem a decisão de realizar seu contrato e extrair ou, se quiser, poder explorar mais o planta em procura de mais recompensas. Mas não lhe garanto a certeza do sucesso.

Essa experiência muitas vezes frustrante traz consigo também uma subida ração de dopamina ao varar um jogador e roubar seu loot, e ao extrair. Se você se dispuser a vivenciar isso, Marathon é uma experiência incrível, mas eu tenho plena consciência do quão ele é seletivo. E secção desta natureza seletiva fará com que muitos jogadores casuais deixem de viver os segredos dos mapas Posto Avançado e do planta CrioArquivo, a raid (invasão) dentro do jogo ao melhor estilo das raids de Destiny.

Dadiva para poucos

Toda a genialidade da Bungie está depositada nestes dois respectivos mapas que exalam um game design voltado para o jogador pensar e realizar puzzles com recta a uma boss fight. Todavia, isso não é conseguível para o jogador casual e nem para o jogador que está no game devido à sua subida dificuldade e por ser um jogo de extração. Para vivenciar levante vértice é preciso sobreviver aos demais jogadores e, assim, realizar todo o rito até a boss fight. Ou seja, poucos terão aproximação à caixa de Pandora que Marathon reservou para esta primeira temporada.

O end game também traz uma abordagem interessante do seu sistema de prestígio. Cá o foco está em experiências de cimo risco e recompensa na nave Marathon, com destaque para o planta CrioArquivo. Jogadores irão aventurar equipamentos caros em troca de loots exclusivos e recompensas de raridade única. A Bungie, por sua vez, planeja reinícios sazonais, forçando jogadores a refazerem o progresso e garantindo que o valor do loot de cimo nível seja significativo. Por término, o endgame também será responsável por desvendar mistérios da nave, com potente ênfase na história através de logs.

Algumas ressalvas

Em meio a isso, há também ressalvas importantes a se pontuar. A morosidade para os itens surgirem quando se vasculha um inimigo ou recipientes é prejudicial. Essa morosidade deixa o jogador exposto dentro de uma experiência bastante imprevisível. No meu ponto de vista, não há premência de fazer todos os itens que você vai lootear surgirem aos poucos na tela. Poderiam estar todos lá, só esperando você pegá-los. Embora haja melhorias no Galeria que diminuam o tempo de aparição dos itens, é um pouco arcaico e desnecessário, em sua totalidade prejudicial.

Outro ponto é o excesso de itens presentes no jogo, que muitas vezes ocupam lugares que poderiam ser de um outro item mais relevante. Mesmo você não sendo obrigado a coletá-los, você sempre ficará na incerteza se deve coletar ou não. Esses itens podem ser vendidos ou usados para desbloquear habilidades nas facções.

Marathon é um jogo frenético e que exige muita locomoção na maior secção do tempo. Todavia, a Bungie decidiu colocar uma barra de estamina, que, no jogo, representa a capacidade térmica do Galeria. Quando ela se esgota, você não consegue se locomover de forma rápida ou escorregar. Isso, em algumas ocasiões, em confrontos ou tentando evadir de tiros de uma torreta, tende a prejudicar o jogador.

Mas por fim, Marathon é tudo isso mesmo?

Marathon é uma ótima experiência em um gênero inexacto. Todo o brilhantismo da Bungie em seu gameplay, na narrativa e em toda sua direção de arte incrível guiada pelo seu visual estão inseridos em um gênero que não é tão conseguível. Jogos de extração são globalmente exigentes, mas Marathon eleva a fórmula. E o grande vértice desta experiência será restringido, até mesmo para quem está jogando. Eu espero que a Bungie traga um modo voltado para o PvE, pois há material para isso com seus inimigos controlados por IA bastante desafiadores.

Em resumo, Marathon é uma obra incrível, cativante, instigante, que me conquistou com seu universo e sua paleta de cores uniforme, e seu design analógico. Mas eu tenho totalidade consciência de que ele não é para todo jogador. E isso é uma pena.


É tudo isso mesmo?:

Marathon (2026) entrega gameplay refinado, direção de arte única e um universo sci-fi intrigante, mas sua proposta uma vez que shooter de extração extremamente punitivo limita o alcance. A experiência é profunda e recompensadora, porém pouco conseguível para jogadores casuais. Mas isso não o desqualifica. Pelo contrario, ele traz uma experiência incrível que não estará no radar de muitos jogadores pelo gênero que está incluso.
João Antônio

von 10

2026-03-30T16:36:47-03:00

Fonte

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