Microsoft pode levar jogos de Xbox 360 ao PC

Microsoft pode levar jogos de Xbox 360 ao PC

17 minutos 04/08/2026

Eu critico a Microsoft com frequência.

Não porque tenha acordado numa terça-feira, olhado para um Xbox Series X e determinado iniciar uma guerra pessoal contra o eletrodoméstico mais poderoso da sala.

Critico porque a empresa oferece material.

Preço subindo.

Estúdio fechando.

Estratégia mudando.

Individual deixando de ser individual.

Executivo explicando o “horizonte do ecossistema” por meio de uma apresentação que possui dez setas, quatro círculos e nenhuma resposta direta.

É praticamente um serviço de assinatura de tarifa.

Mas também não sou torcedor organizado.

Quando a Microsoft acerta, eu reconheço.

E, caso a novidade informação sobre jogos de Xbox 360 no PC se confirme, não será somente um acerto.

Será um golaço.

Daqueles em que eu preciso levantar do sofá, maltratar palmas e depois verificar se ninguém gravou, porque existe uma reputação de velho reclamão a preservar.

Segundo um documento enviado recentemente às desenvolvedoras e obtido pelo The Verge, a Microsoft pretende permitir que jogos do Xbox 360 sejam disponibilizados em computadores, aparelhos portáteis, máquinas chamadas de “Xbox PCs” e no horizonte console Project Helix. A implementação ocorreria gradualmente entre 2027 e 2028, dependendo da adesão das empresas responsáveis pelos títulos.

Ainda não é um proclamação público completo.

É um vazamento.

Portanto, vamos vigiar o champanhe, impedir o Phil Spencer de entrar no palco com uma camiseta de Lost Odyssey e tratar a informação uma vez que aquilo que ela é: um projecto aparentemente real, mas ainda sujeito a mudanças.

Mesmo assim, a teoria é óptimo.

O Xbox 360 possui uma livraria boa demais para continuar presa numa caixa de 2005

O Xbox 360 não foi somente um console importante.

Foi uma das melhores máquinas de sua geração.

Eu joguei de tudo nele.

Gears of War.

Halo 3.

Forza Motorsport 4.

Project Gotham Racing 4.

Lost Odyssey.

Blue Dragon.

Fable II.

Crackdown.

Viva Piñata.

Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts.

Ninja Gaiden II.

The Darkness.

Condemned 2.

Skate 2.

Red Dead Redemption.

Burnout Revenge.

Uma lista dessas faz qualquer PC gamer olhar para o próprio monitor ultrawide, colocar a mão no vidro e sussurrar:

— Por que vocês nunca vieram para cá?

Alguns desses jogos receberam versões para computador.

Muitos não.

Outros chegaram por adaptações, remasterizações ou coletâneas, mas continuam faltando capítulos importantes de franquias inteiras.

O caso de Gears of War sempre foi uma piada particularmente boa.

O primeiro apareceu no PC.

Depois a série decidiu que Marcus Fenix não gostava mais de teclado e mouse.

Gears 2, Gears 3 e Judgment ficaram presos no Xbox, uma vez que se a Microsoft não fosse também a empresa responsável pelo Windows.

Durante anos, o PC pertenceu à Microsoft somente de segunda a quinta.

Na sexta, aparentemente, ninguém lembrava.

Desta vez, a Microsoft está pensando uma vez que dona do Windows

Trazer jogos do Xbox 360 para o computador parece uma teoria tão óbvia que chega atrasada quase vinte anos.

O Xbox 360 foi lançado em 2005.

Estamos em 2026.

O garoto que jogava Halo 3 depois da escola agora possui dor nas costas, precisa marcar revista de colesterol e discute se cadeira gamer realmente vale o preço.

Demorou.

Mas antes tarde do que nunca.

A iniciativa faria secção de uma estratégia maior para aproximar console e PC. A Microsoft já confirmou oficialmente que o Project Helix, seu videogame de próxima geração, será projetado para executar jogos de Xbox e PC. O aparelho está em desenvolvimento com hardware personalizado da AMD, e os primeiros kits em versão inauguração deverão chegar às desenvolvedoras em 2027.

Essa mistura transforma a livraria antiga numa peça fundamental.

Se o próximo Xbox deseja funcionar uma vez que console e computador, ele precisa reunir tudo.

Jogos do Xbox original.

Xbox 360.

Xbox One.

Xbox Series.

Produções atuais de PC.

O Project Helix poderá, teoricamente, reunir cinco gerações da marca e ainda perfurar espaço para jogos feitos originalmente para Windows.

É uma proposta poderoso.

Talvez a primeira em bastante tempo capaz de explicar, numa única frase, por que alguém deveria comprar o próximo Xbox:

porque ele poderá rodar quase tudo.

Perceba uma vez que foi fácil.

Nenhuma nuvem de palavras.

Nenhum “engajamento transformacional multiplataforma”.

Console novo roda jogos novos e antigos.

Até minha mãe entendeu.

A empresa já começou com quatro jogos do primeiro Xbox

O projecto não surgiu completamente do zero.

Em julho de 2026, a Microsoft lançou oficialmente a retrocompatibilidade do Xbox original no PC em chegada antecipado. Os primeiros quatro títulos foram Blinx: The Time Sweeper, Conker: Live & Reloaded, Crimson Skies: High Road to Revenge e Fuzion Frenzy. Eles podem ser comprados no aplicativo Xbox para Windows, estão incluídos nos planos do Game Pass e também ficam disponíveis no PC para quem já possuía a licença do dedo correspondente no console.

Quatro jogos.

Calma, não empurre.

Tem para todo mundo.

É um início pequeno, mas inteligente.

Conker continua sendo uma das produções mais diferentes da Rare.

Crimson Skies é um clássico que merece evadir do porão.

Blinx funciona uma vez que curiosidade histórica de uma estação em que a Microsoft acreditava que todo console precisava desesperadamente de um mascote.

E Fuzion Frenzy está ali para provar que até reuniões familiares possuíam jogos de sarau antes de todo mundo comprar um Wii.

Essas versões também receberam opções específicas para computadores, incluindo aumento de solução de até quatro vezes, VSync, tela enxurrada ou janela, filtragem anisotrópica e anti-aliasing melhorado. A Microsoft planeja somar conquistas aos quatro títulos ainda em 2026.

Isso importa.

Não estamos falando somente de esvaziar arquivos antigos numa loja e colocar um botão escrito “Felicidade”.

Existe trabalho de adaptação.

Feitio.

Compatibilidade.

Melhorias.

Preservação da experiência original.

E conquistas, porque jogador moderno precisa ouvir um barulhinho e receber dez pontos toda vez que termina uma temporada.

Sem isso, aparentemente, a memória não é registrada pelo cérebro.

Eu bato na Microsoft, mas retrocompatibilidade sempre foi uma das melhores coisas do Xbox

Cá preciso reconhecer o histórico.

A Microsoft realizou um trabalho óptimo com retrocompatibilidade nos consoles Xbox One e Xbox Series.

Não perfeito.

Não completo.

Mas óptimo.

Jogos antigos receberam solução maior, carregamentos mais rápidos, Auto HDR e, em vários casos, FPS Boost. Títulos originalmente limitados a 30 quadros puderam chegar a 60, enquanto produções do primeiro Xbox receberam aumentos expressivos de solução.

A equipe afirmou ter devotado mais de 500 milénio horas a testes para prometer que os jogos compatíveis funcionassem corretamente nas máquinas mais recentes.

Quinhentas milénio horas.

Isso é tempo suficiente para terminar Persona 5 Royal aproximadamente quatro vezes.

Talvez cinco, pulando alguns diálogos.

A retrocompatibilidade virou um argumento real para manter uma livraria do dedo dentro do ecossistema.

Eu comprei um jogo no Xbox 360.

Anos depois, podia baixá-lo no Xbox One.

Depois no Series X.

Em alguns casos, ele rodava melhor sem que eu precisasse comprar “Definitive Ultimate Anniversary Remastered Director’s Cut Edition” por R$ 249.

Isso parece normal.

Não é.

A indústria acostumou o público a remunerar novamente pelo mesmo jogo toda vez que alguém aumenta a solução e troca a nascente do menu.

A Microsoft mostrou que preservar compras antigas também pode gerar lealdade.

É uma extensão em que a empresa merece crédito.

Muito crédito.

Pode imprimir e usar durante a próxima reunião em que eu estiver reclamando do preço do console.

O programa do Xbox 360 não significaria “todos os jogos”

Agora vem a secção em que retiro o chapéu, aplaudo e logo depois coloco os óculos de leitura para examinar as letras pequenas.

O programa dependeria da adesão das publicadoras.

Segundo o documento vazado, cada empresa teria de autorizar individualmente seus jogos do Xbox 360. Também manteria controle sobre preço, disponibilidade e inclusão ou não no Game Pass.

Portanto, não espere estreitar um botão em 2027 e ver todos os títulos da geração aparecendo magicamente no aplicativo Xbox.

Não funcionará assim.

A Microsoft prepara a tecnologia.

As publicadoras decidem participar.

E sabemos uma vez que algumas publicadoras reagem quando precisam liberar um jogo macróbio.

Primeiro procuram o contrato.

Depois descobrem que a música venceu.

O carruagem venceu.

O rosto do ator venceu.

O campeonato mudou de nome.

A empresa que possuía os direitos foi comprada por outra empresa, que faliu, ressuscitou e agora pertence a um fundo registrado num prédio onde também funcionam 48 outras companhias.

Quando percebem, o jogo está recluso num limbo jurídico guardado pelo legisperito final de Dark Souls.

Licenciamento continuará sendo o verdadeiro chefão

A própria Microsoft encerrou as grandes adições ao programa de retrocompatibilidade em 2021 alegando ter atingido o limite do que poderia trazer devido a restrições técnicas, legais e de licenciamento. Na última atualização, mais de 70 jogos do Xbox original e Xbox 360 entraram no catálogo.

Esse problema não desapareceu porque o direcção agora é o PC.

Jogos de corrida são os casos mais óbvios.

Carros possuem licenças.

Músicas possuem licenças.

Circuitos, marcas, peças e patrocinadores também podem possuir contratos temporários.

É por isso que tantos jogos de Forza acabam retirados das lojas depois de alguns anos. Mesmo títulos controlados pela própria Microsoft podem deixar de ser vendidos quando acordos de teor expiram.

Portanto já vou avisando:

não monte uma mesa com velas esperando Project Gotham Racing 4 manar involuntariamente.

Eu também quero.

É um dos melhores jogos de corrida daquela geração.

Mas ele possui carros, motos, músicas e marcas suficientes para fazer um legisperito estrear a suar antes mesmo de perfurar a documentação.

Guitar Hero, Rock Band e jogos esportivos enfrentariam dificuldades semelhantes.

Fazer o emulador funcionar é a secção fácil.

Fazer 84 donos de direitos assinarem um papel é a guerra final.

Os jogos da própria Microsoft deveriam chegar primeiro

Cá a empresa possui uma oportunidade de mostrar compromisso.

Antes de pedir que outras publicadoras liberem seus catálogos, precisa cuidar da própria vivenda.

Lost Odyssey.

Blue Dragon.

Fable II.

Gears of War 2.

Gears of War 3.

Gears of War: Judgment.

Crackdown.

Crackdown 2.

Viva Piñata.

Viva Piñata: Trouble in Paradise.

Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts.

Kameo.

Perfect Dark Zero.

Esses são títulos ligados diretamente ao Xbox e que continuam sem versões nativas para PC.

Alguns pertencem integralmente à Microsoft.

Outros envolvem acordos de publicação ou parceiros, mas a empresa está numa posição muito melhor para destravar o processo.

Se o programa estrear com três jogos obscuros de avatar, um título do Kinect e uma coletânea de gamão, a internet vai perceber.

A Microsoft precisa chegar chutando a porta.

Coloque Lost Odyssey em 4K.

Sessenta quadros.

Carregamento rápido.

Conquistas.

Suporte para controles modernos.

Deixe a cena dos sonhos do Kaim destruir emocionalmente uma novidade geração de jogadores.

Depois tragam Blue Dragon, porque um RPG com arte de Akira Toriyama não deveria depender de um console fabricado quando o Orkut ainda parecia uma boa teoria.

Gears 2 e 3 no PC corrigiriam uma das maiores maluquices do catálogo

A privação de Gears of War 2 e Gears of War 3 no computador é inexplicável.

São capítulos fundamentais.

A história começa no primeiro jogo, salta dois episódios inteiros e depois reaparece em Gears of War 4 uma vez que se zero tivesse sucedido.

Imagine uma série de televisão disponível numa plataforma com as temporadas 1, 4 e 5.

O serviço perguntaria:

— Não entendeu por que esse personagem morreu?

— Não.

— Compre um Xbox 360.

A retrocompatibilidade no PC resolveria isso sem exigir remasterizações individuais.

Seria melhor receber versões refeitas?

Simples.

Também seria melhor ter um mordomo, uma Ferrari e um médico disponível em vivenda.

Aceito a solução provável.

O importante é permitir chegada permitido e profíquo.

A Microsoft está preparando Gears of War: E-Day e continua investindo na franquia. Levar os capítulos antigos ao PC ajudaria novos jogadores a saber a história completa.

Não precisa contratar uma equipe de 400 pessoas para refazer cada tijolo de Jacinto.

Emule muito.

Aumente a solução.

Libere o frame rate quando provável.

Faça o Lancer funcionar.

Já ganha ovação.

O PC finalmente poderá receber jogos que a própria Microsoft esqueceu de portar

O programa também seria importante para produções de outras empresas que nunca chegaram ao Windows.

The Darkness.

Condemned 2: Bloodshot.

Army of Two.

Shadows of the Damned em sua versão original.

Asura’s Wrath.

Burnout Revenge.

Skate 2.

SSX.

50 Cent: Blood on the Sand.

Sim, estou falando sério.

50 Cent: Blood on the Sand é uma obra cultural importante.

Shakespeare escreveu Hamlet.

Francis Ford Coppola dirigiu O Poderoso Chefão.

A Swordfish Studios colocou 50 Cent enfrentando terroristas no Oriente Médio enquanto coleta medalhas e grita insultos.

Cada geração produz sua arte.

Muitos desses títulos permanecem acessíveis em consoles modernos por meio da retrocompatibilidade existente, mas continuam fora do PC.

Oferecer versões oficiais reduziria a submissão de emulação não autorizada, cópias usadas, consoles antigos e tutoriais gravados por alguém com microfone dentro de uma lata de biscoitos.

Preservação não significa somente vigiar código num servidor.

Significa permitir que pessoas joguem.

A emulação solene precisa respeitar quem já comprou

Outro ponto positivo do projecto é a possibilidade de aproveitar licenças existentes.

Nos quatro títulos do Xbox original já disponíveis no computador, quem possui a versão do dedo no console também recebe chegada no PC. A Microsoft apresenta isso por meio do Xbox Play Anywhere, permitindo comprar uma vez e jogar em diferentes dispositivos compatíveis.

Tomara que a mesma lógica seja aplicada aos títulos de Xbox 360.

Eu já comprei o jogo.

Ele está na minha conta.

Não deveria ser necessário comprar novamente somente porque agora existe um exequível para Windows.

Caso a Microsoft mantenha a licença cruzada, será um exemplo óptimo de reverência à livraria.

Caso apareça uma cobrança de “taxa de transmigração geracional do dedo premium”, volto imediatamente ao meu estado oriundo de reclamação.

O Rumble elogia.

Mas dorme com o porrete ao lado.

O programa para transformar disco em licença do dedo parece bruxaria útil

O documento vazado também menciona um sistema separado para metamorfosear discos de Xbox One e Xbox Series em licenças digitais.

A proposta funcionaria assim: o jogador colocaria o disco num Xbox One ou Series X com leitor. Uma licença do dedo seria associada à conta e ao próprio disco. Se a mídia fosse vendida ou transferida para outra pessoa, o recta do dedo acompanharia o novo proprietário, impedindo que o macróbio continuasse usando aquela transcrição.

Isso é interessante.

Também parece um problema que exigiu trinta advogados, dois feiticeiros e um engenheiro que não vê a família desde fevereiro.

A teoria tenta preservar a possibilidade de revenda sem permitir que alguém instale o jogo, venda o disco e mantenha a licença para sempre.

Em teoria, resolve a transição para aparelhos sem leitor.

Na prática, quero ver funcionando.

O projecto precisa reconhecer mudanças de propriedade rapidamente, operar offline de maneira razoável e evitar transformar uma mídia física num chaveiro que exige informação ordenado com servidores.

Ainda assim, a tentativa merece atenção.

Sony e Microsoft caminham para um mercado com menos discos. Oferecer alguma ponte para quem construiu uma coleção física é melhor do que sorrir e manifestar:

— Obrigado pelas compras. Agora compre tudo novamente.

O Project Helix pode usar o pretérito uma vez que principal arma

A Microsoft enfrenta um problema sério com a próxima geração.

Ela precisa explicar por que o Project Helix deve subsistir.

Poder bruto sozinho não basta.

Todo console novo promete mais solução, mais quadros e reflexos tão realistas que finalmente poderemos observar a própria desengano nas poças.

O Helix precisa de identidade.

Rodar jogos de Xbox e PC pode fornecer essa identidade.

Um aparelho capaz de acessar títulos do Xbox original, Xbox 360, Xbox One, Xbox Series e Windows seria uma livraria absurda.

A Microsoft já confirmou que o console foi projetado para executar jogos das plataformas Xbox e PC, além de manter títulos de quatro gerações disponíveis no horizonte.

O documento vazado amplia essa visão.

Não seria somente “retrocompatibilidade” no sentido tradicional.

Seria uma espécie de máquina histórica do Xbox.

O console que substitui quase todos os anteriores.

Para alguém uma vez que eu, que ainda mantém aparelhos antigos ligados por cabos suficientes para nutrir um pequeno hospital, isso possui valor real.

Posso vigiar o Xbox 360.

Liberar uma ingressão HDMI.

Retirar um pouco de poeira da estante.

Talvez desvendar o que existe detrás da televisão desde 2014.

Provavelmente outro cabo.

Sempre é outro cabo.

A Microsoft percebeu que preservar também pode gerar numerário

Não vamos romantizar.

A Microsoft não está fazendo isso somente porque alguém no escritório colocou uma mão sobre o coração e disse:

— Precisamos salvar Blue Dragon para as futuras gerações.

Existe numerário.

O documento apresenta o programa às publicadoras uma vez que oportunidade de transformar jogos parados em produtos vendáveis novamente. As empresas manteriam direitos, preço e controle de marca.

E está tudo muito.

Preservação sustentável precisa encontrar protótipo econômico.

Servidor custa.

Engenharia custa.

Testes custam.

Licenciamento custa.

Até o estagiário responsável por conferir se Sneak King roda em 4K precisa receber salário.

O problema não é cobrar.

O problema seria cobrar demais, retirar compras antigas ou vender cada jogo pelo preço de lançamento de 2007.

Um título de Xbox 360 pode voltar por R$ 40, R$ 60 ou entrar no Game Pass.

Parece razoável.

Agora, caso alguém coloque Gears of War 2 por R$ 299 porque recebeu “novos filtros anisotrópicos”, a comemoração termina.

A nostalgia é poderoso.

Não precisa ser assaltada na saída.

Não chamem quatro jogos de revolução e tirem férias

O início com títulos do primeiro Xbox mostra que a tecnologia existe.

Mas quatro jogos continuam sendo quatro jogos.

O programa completo estaria previsto para outubro de 2026, enquanto o catálogo de Xbox 360 seria liberado gradualmente entre 2027 e 2028.

A Microsoft precisa manter frequência.

Não adianta anunciar “preservação histórica”, liberar seis jogos e depois deixar o objecto parado durante dezoito meses.

Nós conhecemos essa romance.

Uma empresa promete atualizar catálogo.

Chegam duas levas.

Depois silêncio.

O responsável muda de função.

A página continua dizendo “mais novidades em breve” até o Sol engolir a Terreno.

O Xbox possui milhares de jogos distribuídos por suas gerações.

Ninguém espera tudo imediatamente.

Mas precisamos ver compromisso.

Atualizações regulares.

Transparência sobre limitações.

Lista de publicadoras participantes.

Cronograma.

Explicação sobre licenças existentes.

Informações sobre conquistas, nuvem, saves e melhorias.

Preservação não pode depender de fé.

Já temos religião demais envolvendo consoles.

Até quando critica, o PC gamer vai comprar

O PC gamer possui uma propriedade fascinante.

Passa vinte anos reclamando que determinado jogo nunca foi lançado no computador.

Quando finalmente chega, pergunta:

— Tem suporte a ultrawide?

— Roda a 144 Hz?

— Posso trocar FOV?

— Possui mod?

— Compila shader?

— Usa conta Microsoft?

— Por que abriu o aplicativo Xbox?

Eu conheço meu povo.

Sou um deles.

Se Lost Odyssey chegar ao PC funcionando a 60 quadros, alguém imediatamente criará uma postagem dizendo que a sombra da árvore está limitada a 30.

Outro produzirá um mod.

Um terceiro rodará em Linux.

Um quarto descobrirá que o jogo aceita textura em 8K.

No término, todos jogarão.

Essa é outra vantagem.

Levar o catálogo ao computador permite que a comunidade ajude a manter essas obras vivas.

Mods de correção.

Guias.

Traduções.

Ajustes de solução.

Comunidades de speedrun.

Documentação.

O PC não é somente outra plataforma de venda.

É um enorme laboratório mantido por pessoas que não conseguem olhar para um registro .ini sem sentir vontade de alterá-lo.

Desta vez, Microsoft, continue andando nessa direção

Não vou fingir que uma boa iniciativa apaga decisões ruins.

Trazer jogos de Xbox 360 para PC não reabre estúdios.

Não reduz preço de console.

Não resolve todos os problemas do aplicativo Xbox.

Não devolve franquias abandonadas.

Uma empresa pode fazer um tanto óptimo numa terça e um tanto indecifrável na quarta.

A Microsoft domina essa técnica.

Mas notícia boa precisa ser tratada uma vez que notícia boa.

O Xbox sempre defendeu retrocompatibilidade melhor que grande secção da concorrência.

Transformou jogos antigos em secção relevante das novas máquinas.

Criou FPS Boost.

Aplicou Auto HDR.

Aumentou solução.

Respeitou muitas licenças digitais.

Agora pode levar esse trabalho ao PC, aos portáteis e ao próximo console.

Isso é preservação.

Também é negócio.

Pode ser as duas coisas.

Não preciso confiar que uma corporação virou instituição beneficente para reconhecer que os interesses dela e os meus estão alinhados neste caso.

A Microsoft quer vender jogos antigos novamente.

Eu quero comprar e jogar jogos antigos de maneira solene.

Apertem as mãos.

Só não coloquem assinatura mensal obrigatória no meio.

O Xbox 360 merece voltar sem precisar de luz vermelha

Minha primeira presente do Xbox 360 envolve aquela interface antiga, o som de inicialização e a sensação de que o videogame online nos consoles finalmente havia se tornado secção mediano da experiência.

Minha segunda presente envolve três luzes vermelhas.

Todo relacionamento possui altos e baixos.

Mesmo com problemas de hardware, o console construiu uma livraria extraordinária.

Muitos jogos continuam bons.

Alguns envelheceram melhor que produções recentes cheias de mapas, temporadas e personagens explicando onde fica a próxima escada.

Levar esse ror ao PC significa permitir que uma novidade geração descubra experiências que ficaram presas ao hardware.

Também permite que veteranos retornem sem procurar cabo componente numa gaveta.

Se a Microsoft fizer recta, o Project Helix poderá nascer com uma vantagem que nenhum trailer de efeitos especiais consegue produzir:

história.

Não uma campanha publicitária sobre legado.

O legado real.

Disponível para instalar.

Pode aplaudir, mas mantenha um olho na lista de jogos

A informação ainda é um rumor fundamentado em documentação vazada.

A Microsoft não anunciou oficialmente o catálogo de Xbox 360 para PC, nem confirmou quais empresas já aceitaram participar.

Portanto, não venda seu console macróbio.

Não coloque a coleção no Marketplace.

Não diga para sua esposa que finalmente poderá retirar “aquela caixa velha” da sala.

Ela aproveitará a autorização antes do explicação.

Mas o cenário é promissor.

A tecnologia do Xbox original no PC já está funcionando.

O Project Helix foi oficialmente projetado para unir jogos de console e computador.

O documento indica expansão para a livraria do Xbox 360.

As publicadoras poderão escolher títulos, definir preços e deliberar a ingressão no Game Pass.

É uma estratégia harmónico.

Rara ocorrência.

Eu bato na Microsoft quando ela erra.

Bato poderoso.

Com texto longo, sarcasmo, verificação com geladeira e alguma referência desnecessária ao Windows Vista.

Mas desta vez ela merece ovação.

Trazer jogos do Xbox 360 para o PC seria uma das melhores decisões da atual temporada da marca.

Agora falta confirmar.

Executar.

Convencer as publicadoras.

Liberar os jogos certos.

Respeitar quem já possui licença.

Manter preços razoáveis.

Não deixar o programa depois de seis meses.

É bastante coisa.

Mas a direção está correta.

Microsoft, não se assuste com o gabo.

Não é insídia.

Continue.

Coloque Lost Odyssey no PC.

Traga Gears 2 e Gears 3.

Liberte Fable II.

Encontre os contratos de Project Gotham Racing 4 dentro daquele armário.

Faça tudo funcionar a 4K e 60 quadros.

Quando terminar, prometo passar pelo menos uma semana inteira sem confrontar o Series X com uma geladeira.

Talvez cinco dias.

Não vamos exagerar.

Fonte

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