Início » MIO: Memories in Orbit Review – A primeira surpresa de 2026

Desde seu pregão, MIO: Memories in Orbit despertou atenção pelo seu visual, mas também pelo envolvimento da Focus Entertainment, conhecida por publicações de franquias porquê Warhammer 40K, A Plague Tale, entre outras. Sob os cuidados do estúdio francesismo Douze Dixièmes (formado por exclusivamente 15 pessoas), espargido pelo belo trabalho artístico em Shady Part of Me (2020), MIO é mais uma jornada que segue todo o concepção do estúdio: entregar visuais extremamente artísticos e marcantes.
Com lançamento marcado para o dia 20 de janeiro de 2026 nas plataformas PS5, Xbox Series (e Game Pass), PC e Switch 1 e 2, MIO traz muitas semelhanças com Hollow Knight (sua grande manancial de inspiração). Porém, o mais novo título da Douze Dixièmes possui uma particularidade própria e cortês.
O Combo Infinito teve a oportunidade de jogar o título antemão, e eu história agora para você se MIO: Memories in Orbit é tudo isso mesmo.

No jogo, você controla MIO, uma prestímano robô que desperta dentro de uma embarcação totalmente desativada. Sua jornada será ativar essa Boceta gigantesca, enfrentando desafios e inimigos mortais. Basicamente, esse é o núcleo narrativo do game. Porém, o que está por trás desse contexto é uma história complexa e de difícil compreensão, alguma coisa bastante similar ao que Hollow Knight fez em sua narrativa.
Um pormenor interessante ligado à narrativa é que, sempre que você desbloqueia uma novidade habilidade, entra em uma veras onde mais informações sobre a história são complementadas. O jogo dispõe de poucas cinemáticas, e tudo é interpretativo. Através de documentos coletados nos cenários, a história se expande; mesmo assim, não há uma compreensão clara dos eventos e do contexto em que estamos inseridos.
Em meio à sua dificuldade narrativa, MIO possui um elenco de NPCs carismáticos, e segmento desse carisma vem de seu design. Em resumo, MIO: Memories in Orbit possui uma forma de racontar sua história bastante semelhante à de Hollow Knight. Porém, a temática não conseguiu me tiranizar da forma porquê eu gostaria.


Mas alguma coisa que me cativou bastante desde a primeira vez que vi MIO foi seu visual. Desta vez, a Douze Dixièmes se superou ao trazer uma arte tão apaixonante que lembra uma pintura feita com lápis de cor. Combinando uma figura borrada com tons coloridos, cada cenário em MIO é espetacular e cativante. Não há porquê não se impressionar com a grandiosidade e o esmero dos quatro cantos dessa Boceta abandonada que você estará explorando.
Falando em cenários, há uma grande variedade de locações que vão desde florestas até locais gélidos, preenchidos por inimigos que poderiam, no entanto, ter uma maior variedade. Mesmo assim, o jogo se preocupou em introduzir, a cada novo lugar, um inimigo que melhor representa a flora da região, embora alguns inimigos vistos no início do jogo também estejam presentes em áreas inéditas.
Para dar vida e ainda mais valor a essa belíssima direção de arte que MIO possui, temos uma trilha sonora pontual e marcante, que orna de forma perfeita com a temática dos cenários. A cada invenção de uma novidade dimensão ou de um lugar secreto, há uma trilha específica; ou, quando você chega a um lugar mais sombrio, o tom sonoro também muda.
Outrossim, o design de áudio tem uma valia fundamental dentro do jogo. Os sons das habilidades, dos ataques, dos movimentos dos inimigos e da protagonista (tudo o que se espera que transmita áudio) é muito muito desenvolvido, trazendo essa vibe de alguma coisa tecnológico e futurista, porém em colapso.
Toda a minha experiência aconteceu na versão de PC, e não presenciei nenhuma queda de FPS ou bugs. A decisão visual ajudou bastante na forma porquê o jogo performou.


MIO é um metroidvania que se assemelha bastante a Hollow Knight. Ouso expressar que é um óptimo e digno sucessor místico. As semelhanças da protagonista com a personagem Hornet, de Silksong, e mecânicas porquê proteger a moeda do jogo estão presentes, o que não é um demérito.
Por outro lado, MIO é mais atingível e nem se compara aos cenários e chefes dificílimos da franquia Hollow Knight. Mesmo assim, o início da jornada é difícil, porquê todo metroidvania. Conforme você avança e desbloqueia habilidades, aquele sentimento de satisfação e descobrimento desabrocha, e MIO cumpre muito esse objetivo.
O planta de MIO é um invitação ao ignoto, reservando segredos e a coleta de itens e arquivos de texto. Embora eu tenha sentido falta de mais recompensas ao deslindar um lugar secreto ou acessar áreas que antes não podiam ser exploradas, a satisfação de conhecê-las é competente.


Ao longo dessa jornada, há embates contra chefes desafiadores, que não se comparam aos de Hollow Knight, mas que certamente irão irritar um pouco. Embora essas batalhas sejam carentes de alguma coisa homérico e marcante, há um problema crítico, oriente também presente na maioria dos metroidvanias, que é a carência de checkpoints próximos ao lugar das batalhas.
Sendo um dogma do gênero, que para mim é mais uma decisão errônea de game design do que alguma coisa que justifique sua núcleo, essa escolha acaba tornando as batalhas contra chefes frustrantes, somando-se à frustração de morrer inúmeras vezes.
Na minha opinião, colocar o jogador mais próximo do patrão e tornar as tentativas mais práticas não retira a dificuldade do gênero. Pelo contrário, tornaria esses momentos menos cansativos e desmotivantes. Há bons exemplos de metroidvanias que fazem isso, porquê Blasphemous e Prince of Persia: The Lost Crown, por exemplo.
Outra salvaguarda está na decisão de mecânicas porquê o uso da esquiva. A esquiva presente no jogo atua mais porquê um parry do que porquê uma esquiva propriamente dita. O problema é que o move set dos inimigos e dos chefes exige uma esquiva que o personagem simplesmente não possui.
Com claras influências de Hollow Knight, MIO: Memories in Orbit consegue ser genuíno em sua história, visual e combate. Embora apresente decisões de game design e mecânicas que não me agradaram, a experiência porquê metroidvania, de modo universal, é competente.
Supra de tudo, a escolha criativa que o game carrega é sua grande força motriz, tornando essa obra alguma coisa visualmente fantástico e a primeira grande surpresa de 2026. Por termo, se você está esperando pela DLC de Silksong, MIO pode ser um óptimo preenchimento de vazio até o seu lançamento.
Veredito:
MIO: Memories of Orbit é primeira surpresa de 2026. Embora as semelhanças com Hollow Knight sejam claras, MIO tem muito mais a oferecer do que exclusivamente uma inspiração. Seu visual e trilha sonora somadas ao combate são um primor de sua experencias, mesmo com vícios de game design do gênero metroidvania que na minha opinião não deveriam mais viver.
– João Antônio
von 10
2026-01-19T13:26:08-0300

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