Ninjala 2: The Uncharted Planet é revelado para Switch 2

Ninjala 2: The Uncharted Planet é revelado para Switch 2

11 minutos 10/06/2026
Sequência exclusiva do Switch 2 troca o foco PvP por ação em mundo desobstruído, coop para quatro jogadores, chefes colossais e uma façanha interplanetária em duas partes

Tem jogo que nasce estranho.

Tem jogo que nasce estiloso.

E tem Ninjala, que nasceu com aquela virilidade maravilhosa de:

“e se ninjas usassem chiclete, armas gigantes, visual tingido, parkour e pugna de párvulo superpoderosa em redondel?”

Era basicamente Splatoon encontrou Naruto no recreio da escola, os dois mascaram chiclete demais, descobriram tendência urbana japonesa e decidiram resolver tudo na pancada colorida.

Agora, a GungHo Online Entertainment America revelou Ninjala 2: The Uncharted Planet, sequência exclusiva do Nintendo Switch 2, com lançamento previsto para o 2º trimestre de 2027.

E a secção mais curiosa?

O jogo não vai simplesmente repetir a fórmula do primeiro.

Ele está mudando bastante.

Sai aquele foco principal em PvP depressa, entra uma proposta de ação em mundo aberto, com exploração livre, missões, masmorras, chefes colossais, geração de itens, culinária e coop para até quatro jogadores.

Ou seja: Ninjala cresceu.

O chiclete virou façanha.

O ninja foi para o espaço.

E eu estou cá olhando para isso com rostro de:

“meu Deus, uma vez que chegamos cá e por que eu gostei?”

Assista ao trailer clicando aqui.

O primeiro Ninjala já era uma mistura muito própria

O Ninjala original foi um daqueles jogos que pareciam feitos para o Switch.

Tingido.

Rápido.

Online.

Referto de estilo.

Com personagens fofos, armas malucas, visual meio anime urbano e uma teoria medial tão boba quanto genial: crianças ninjas usando Ninja-Gum para lutar.

Sim.

Chiclete ninja.

A humanidade avançou muito para chegarmos nesse noção.

E eu saudação.

O jogo original acumulou mais de 11 milhões de downloads pelo mundo, o que mostra que ele encontrou um público muito leal.

Mesmo com comparações inevitáveis com Splatoon, Ninjala tinha sua própria identidade.

Splatoon era tinta, território, squid kids e guerra cromática.

Ninjala era chiclete, parkour, armas de transformação e pancadaria ninja em redondel.

Era menos “vamos pintar o planta” e mais “vou te ajustar com um martelo tingido do tamanho da minha autoestima”.

E isso tinha charme.

Mas agora a sequência parece querer transpor da redondel e terebrar as portas de um mundo maior.

De PvP para mundo desobstruído: uma mudança ousada

A grande viradela de Ninjala 2: The Uncharted Planet é a mudança de foco.

O jogo preserva o combate rápido com Ninja-Gum, mas transforma a experiência em uma façanha de mundo desobstruído, permitindo explorar vastas paisagens naturais, enfrentar missões em qualquer ordem, ocupar masmorras e encarar chefes gigantes.

Isso é muito ousado.

Porque mudar de PvP competitivo para PvE em mundo desobstruído não é só trocar cenário.

É mudar o coração do jogo.

É uma vez que se Rocket League 2 virasse RPG de estrada.

Ou se Fall Guys 2 fosse um drama medieval sobre sucessão de trono.

Pode dar inexacto?

Pode.

Mas também pode ser exatamente a evolução que a franquia precisava.

Ninjala sempre teve uma estética muito poderoso, mas um universo que parecia pedir mais espaço.

A teoria de ateneu ninja, personagens recorrentes, poderes estranhos e uma mitologia própria ficava meio apertada dentro de partidas online.

Agora, com um planeta inteiro para explorar, talvez a GungHo consiga transformar esse mundo em um tanto mais memorável.

Um planeta incógnito, uma ateneu perdida e muita confusão cósmica

A história começa na Ateneu WNA, quando um estranho misterioso manipula o protagonista a quebrar o Selo Proibido.

Evidente.

Porque em anime, escola normal já é perigosa.

Escola ninja com selo proibido é basicamente pedir para ser teleportada para outra dimensão antes do recreio.

E é exatamente isso que acontece.

Toda a Ateneu acaba sendo transportada através das estrelas para um planeta incógnito, enquanto a sinistra Prime Tetrad do Tropa Xenos é libertada.

Agora o protagonista precisa trabalhar com seus aliados para encontrar o caminho de volta para a Terreno, ao mesmo tempo em que descobre um fado letargo dentro de si.

Isso é MUITO anime.

Mas muito anime mesmo.

Tem escola.

Tem selo proibido.

Tem vilão misterioso.

Tem planeta estranho.

Tem fado escondido.

Tem grupo de amigos.

Tem prenúncio chamada Prime Tetrad.

Faltou só alguém gritar “eu nunca vou desistir!” olhando para o pôr do sol de outro planeta.

E honestamente?

Eu espero que grite.

Porque Ninjala nunca foi sobre sutileza.

Ele é sobre virilidade, cor, excesso e párvulo ninja fazendo coisa impossível com pose de mercantil de brinquedo dos anos 2000.

O mundo desobstruído pode combinar muito com o Switch 2

A escolha de fazer Ninjala 2 restrito do Switch 2 também labareda atenção.

O primeiro jogo era muito ligado ao Switch original, mas agora a sequência parece querer aproveitar o hardware novo para entregar um tanto mais cobiçoso.

Mundo desobstruído.

Coop.

Chefes grandes.

Exploração.

Masmorras.

Sistemas de geração.

Tudo isso exige mais do console.

E, se funcionar muito, pode virar um daqueles jogos que mostram que o Switch 2 não quer unicamente receber continuações bonitas, mas também experiências que antes talvez fossem difíceis no protótipo idoso.

Ou por outra, Ninjala tem uma identidade que combina demais com a Nintendo.

É tingido.

É conseguível.

É familiar.

É estiloso.

Tem potencial para multiplayer sítio e online.

E tem aquela rostro de jogo que párvulo joga pelo visual, jovem joga pela ação e adulto joga “só para testar” até perceber que está farmando material para receita de comida ninja no planeta incógnito.

Não julgo.

Acontece.

Coop para quatro jogadores pode ser o grande diferencial

Um dos pontos mais promissores é a possibilidade de jogar sozinho ou em coop sítio e online para até quatro jogadores.

Isso pode mudar tudo.

Ninjala sempre teve espírito multiplayer, portanto transformar isso em façanha cooperativa faz bastante sentido.

Imagine explorar um planeta estranho com amigos, cada um usando armas e estilos diferentes, enfrentando masmorras e chefes colossais.

É quase um “Monster Hunter fofinho com chiclete ninja”?

Talvez.

É uma verificação completamente absurda?

Também.

Mas a virilidade está ali.

Se os chefes exigirem coordenação, se as armas tiverem funções diferentes e se as missões forem variadas, o coop pode ser o coração do jogo.

Porque mundo desobstruído sozinho pode ser lítico.

Mas mundo desobstruído com amigos, quando muito feito, vira bagunça maravilhosa.

Aquele tipo de experiência em que uma pessoa tenta seguir o objetivo, outra fica coletando item inútil, outra testa golpe no vazio e a quarta está perdida desde o tutorial.

Grupo perfeito.

Ninja-Gum continua sendo a espírito da pancadaria

Mesmo com toda essa mudança para mundo desobstruído, o jogo vai manter o Combate Ninja-Gum, que é a assinatura da franquia.

Isso é fundamental.

Porque Ninjala sem Ninja-Gum seria uma vez que Pokémon sem monstrinho, Sonic sem velocidade ou Kingdom Hearts sem alguém explicando lore por 12 minutos com palavras inventadas.

O Ninja-Gum dá identidade ao jogo.

É ele que permite armas diferentes, movimentos rápidos, ataques exagerados e aquela sensação de luta elástica, colorida e caótica.

Em um mundo desobstruído, essa mecânica pode lucrar novas funções.

Pode ajudar na travessia.

Pode servir para perceber lugares altos.

Pode gerar atalhos.

Pode virar utensílio de puzzle.

Pode influenciar combate contra chefes.

E isso me anima.

Porque, quando um jogo adapta sua mecânica principal para exploração, ele ganha personalidade.

Não adianta só fazer planta grande.

O planta precisa conversar com o jeito de jogar.

Se Ninjala 2 conseguir fazer o Ninja-Gum ser tão importante para explorar quanto para lutar, aí podemos ter um tanto muito próprio.

Geração de itens e culinária? Agora sim virou RPGzinho caótico

A sequência também terá sistema de geração de itens e sistema de culinária usando materiais coletados.

E eu senhor uma vez que todo mundo desobstruído moderno eventualmente chega à culinária.

Não importa se você é guerreiro, caçador, quinteiro, samurai, robô, pirata espacial ou párvulo ninja de chiclete.

Em qualquer momento, você vai sondar substância e cozinhar.

A vida é isso.

Botar panela no apocalipse.

Cá, esses sistemas podem dar uma classe interessante à exploração.

Coletar materiais, preparar comidas, gerar itens e usar recursos para fortalecer o personagem pode tornar o planeta mais vivo e recompensador.

Só espero que não vire inventário lotado de 400 vegetalidade com nomes parecidos.

Porque ninguém merece passar mais tempo organizando mochila do que batendo em monstro.

Mas, se for simples, jocoso e muito integrado ao ritmo, pode funcionar muito muito.

Mormente em coop, onde sempre vai ter aquele colega que quer lutar e outro que quer coletar todos os cogumelos do planeta.

Eu sou a dos cogumelos.

Assumo.

Personagens antigos voltam, mas teremos novos rostos

Ninjala 2 trará novos protagonistas, com o jogador assumindo o papel de um jovem estudante ninja da Ateneu WNA.

Mas também teremos o retorno de personagens queridos do primeiro jogo, uma vez que Lucy, Berecca, Van e outros nomes conhecidos dos fãs.

Isso é importante porque ajuda a gerar perpetuidade.

A sequência quer mudar muito a estrutura, mas não parece estar abandonando o que veio antes.

Ela está levando esse elenco para um novo tipo de façanha.

E isso pode funcionar muito muito se o roteiro conseguir lastrar nostalgia e novidade.

Enfim, Ninjala tem um anime, tem lore, tem personagens com visual poderoso e um universo que já vinha tentando se expandir além do jogo original.

Agora, com The Uncharted Planet, parece que a GungHo está tratando a franquia uma vez que um tanto maior.

Não só um jogo online.

Mas uma saga.

Literalmente, já que o novo título será o primeiro capítulo de uma história em duas partes.

Uma história em duas partes é ambiciosa, mas dá temor também

A GungHo revelou que Ninjala 2: The Uncharted Planet será o primeiro capítulo de uma narrativa em duas partes, com uma prosseguimento planejada para data ulterior.

E cá eu tenho sentimentos.

Por um lado, adoro quando um jogo chega com avidez narrativa.

Isso mostra que o estúdio quer erigir um tanto grande, com primórdio, desenvolvimento e prosseguimento.

Por outro lado, sempre dá aquele medinho.

Porque “primeira secção” pode valer história muito planejada.

Mas também pode valer final desobstruído demais, perguntas demais e a gente esperando anos para entender tudo.

Eu espero muito que The Uncharted Planet tenha uma boa peroração própria, mesmo deixando espaço para o próximo capítulo.

Aquele estabilidade gostoso: fecha uma façanha, mas abre portas para outra.

Porque zero mais frustrante do que terminar um jogo e sentir que você jogou só o prólogo premium.

Anime gratuito pode ajudar novos fãs a entenderem tudo

Outro pormenor interessante é que o proclamação veio escoltado da oportunidade de ver gratuitamente ao anime de Ninjala por tempo restringido, começando em 12 de junho, com episódios lançados em sequência.

Isso é uma boa estratégia.

Porque, se Ninjala 2 quer descrever uma história maior, faz sentido ajudar novos jogadores a entenderem o universo.

Muita gente pode olhar para a sequência e pensar:

“espera, tem anime? Tem lore? Tem ateneu? Tem personagens antigos? Eu só lembrava do chiclete ninja.”

Pois é, querido leitor.

O chiclete tinha contexto.

E agora esse contexto vai para o espaço.

Disponibilizar o anime pode preparar o público, reacender fãs antigos e ajudar quem nunca acompanhou a franquia a entrar no clima.

Ou por outra, Ninjala sempre teve muita rostro de anime mesmo.

Portanto zero mais oriundo do que usar o anime uma vez que aquecimento para o jogo.

Demo na Anime Expo mostra que eles querem medir a reação cedo

Quem estiver na Anime Expo 2026, em Los Angeles, poderá testar o jogo antes de todo mundo no estande da GungHo.

A demo terá dois cursos jogáveis: um Curso de Exploração Planetária, mostrando o combate, e um Curso de Retrato, permitindo uma façanha turística.

E eu adorei essa ramificação.

Porque ela mostra duas prioridades do jogo.

Ação e exploração.

Combate e contemplação.

Maltratar em inimigo e tirar fotinho formosa.

Muito videogame moderno, sim, e eu aceito.

O modo de retrato, aliás, pode combinar demais com Ninjala 2.

Se o mundo for bonito, tingido e referto de natureza estranho, muita gente vai querer simplesmente marchar por aí tirando print.

E isso é ótimo.

Jogos de mundo desobstruído também vivem desses momentos bobos de contemplação.

Às vezes você não quer salvar ninguém.

Às vezes você quer subir numa pedra, olhar o firmamento estranho e fazer pose com sua arma de chiclete.

Normal.

Magali está curiosa, mas com um pezinho no soalho

Eu estou empolgada?

Sim.

Muito.

Mas também estou cautelosa.

Porque mudar uma franquia de PvP para mundo desobstruído é um salto gigante.

Pode dar uma novidade vida para Ninjala.

Mas também pode diluir o que tornava o original tão rápido e direto.

Tudo vai depender de realização.

O mundo desobstruído precisa ser interessante.

As missões precisam ter variedade.

O combate precisa continuar fluido.

O coop precisa funcionar muito.

As masmorras precisam ter desafios legais.

Os chefes precisam ser memoráveis.

E o sistema de crafting/culinária precisa ajudar, não atrapalhar.

Se tudo isso encaixar, Ninjala 2: The Uncharted Planet pode ser uma surpresa enorme no Switch 2.

Daquelas sequências que chegam dizendo:

“vocês achavam que a franquia era só isso? Olha cá o que ela pode virar.”

E eu adoro quando isso acontece.

Magali comenta

Ninjala 2: The Uncharted Planet é uma revelação muito mais interessante do que eu esperava.

A sequência exclusiva do Switch 2 chega no 2º trimestre de 2027 e aposta em uma mudança enorme: transformar o PvP veloz do primeiro Ninjala em uma façanha de ação em mundo desobstruído, com exploração livre, Ninja-Gum, missões, masmorras, chefes colossais, crafting, culinária e coop para até quatro jogadores.

A história também parece abraçar totalmente o lado anime da franquia, com a Ateneu WNA sendo transportada para um planeta incógnito, o Selo Proibido sendo quebrado, o Tropa Xenos entrando em cena e o protagonista descobrindo um fado escondido dentro de si.

É exagerado?

Sim.

É tingido?

Muito.

É meio contraditório?

Com certeza.

Mas também parece jocoso.

E, sinceramente, Ninjala sempre funcionou melhor quando abraçou o próprio contraditório.

Ainda precisamos ver gameplay mais longo, estrutura do mundo desobstruído, desempenho no Switch 2 e uma vez que será o ritmo solo e cooperativo.

Mas a proposta é promissora.

Se a GungHo ajustar a mão, Ninjala 2 pode deixar de ser “aquele jogo online do chiclete ninja” e virar uma façanha maior, mais ambiciosa e com personalidade própria.

Agora me desculpem…

vou ali preparar meu chiclete ninja, escolher minha arma colorida e treinar pose dramática de estudante shinobi perdido em planeta estranho.

Porque quando uma ateneu inteira é jogada no espaço por motivo de um selo proibido, só existe uma resposta verosímil:

mastigar, lutar e fingir que isso estava no projecto. 😭🥷🪐

Fonte

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