Nos games a Venezuela já foi invadida em Call of Duty Ghosts

Nos games a Venezuela já foi invadida em Call of Duty Ghosts

3 minutos 03/01/2026

⚠️ Antes de qualquer coisa, vamos alinhar o retrovisor: isso não é uma notícia real, não é indumentária histórico, não é breaking news. É videogame, ficção científica militar temperada com paranoia geopolítica — aquele tempero clássico que a série Call of Duty adora jogar por cima de tudo uma vez que se fosse ketchup em pizza fria.

Dito isso… sim, nos videogames a Venezuela já foi invadida. E não foi ontem. Foi em 2013, num porvir hipotético meio maluco chamado Call of Duty: Ghosts.

🎮 “Nos videogames, a Venezuela também foi invadida em Call of Duty: Ghosts

A indústria de games tem esse dom maravilhoso de olhar pro mundo real, exagerar tudo em 300%, misturar com teoria da conspiração, satélite caindo do firmamento e pronto: nasce uma campanha de Call of Duty.

Em Call of Duty: Ghosts, a teoria era simples, porém deliciosamente absurda:
👉 E se os Estados Unidos deixassem de ser o xerife do mundo… e virassem o meta?

🌎 O mundo segundo Ghosts (ou: geopolítica escrita com energético)

No universo de Ghosts, acontece um evento catastrófico chamado ODIN Strike — basicamente uma arma orbital que transforma o mapa-múndi num tabuleiro de War jogado por alguém muito estressado.

Com os EUA enfraquecidos, surge uma novidade superpotência chamada A Federação (The Federation), formada por países da América do Sul, com a Venezuela uma vez que um dos centros estratégicos dessa associação.

E cá começa o delírio coletivo mais fascinante da franquia.

🪖 A Federação: o “Eixo do Mal versão Sul-Americana”

A Federação em Ghosts é retratada uma vez que:

  • Militarmente organizada

  • Tecnologicamente avançada

  • Possuinte de petróleo, indústria pesada e exércitos muito equipados

  • Com estética de vilão genérico que claramente saiu de um brainstorming tipo:

    “E se a América do Sul fosse o chefão final?”

A Venezuela, no jogo, aparece uma vez que território ocupado, estratégico e militarizado, com missões que passam por cidades, instalações e zonas urbanas — tudo naquele clima clássico de Call of Duty:

prédios destruídos, helicóptero explodindo e soldado gritando no rádio.

Zero sutil. Zero quebradiço.
RumbleTech aprova.

🎯 Missões na Venezuela: tiros, bandeiras e zero nuance

Durante a campanha, o jogador participa de operações contra forças da Federação em solo sul-americano, incluindo territórios venezuelanos. A narrativa pinta o país uma vez que segmento do conjunto inimigo que agora invade os Estados Unidos, invertendo completamente o papel tradicional da franquia.

Ou seja:

  • Antes: EUA invadem todo mundo

  • Agora: “Surpresa, é a sua vez”

É quase um “E se o Call of Duty tivesse consciência por 5 minutos?”, mas sem ir longe demais pra não assustar o público.

🧠 A visão RumbleTech™ da coisa toda

Vamos ser honestos:

  • ❌ Não é um tratado político

  • ❌ Não é estudo geopolítica séria

  • ❌ Não tenta entender a América do Sul de verdade

É fantasia militar estilo Hollywood, escrita com:

A Venezuela em Ghosts não é um país.
É um cenário. Um símbolo. Um planta com inimigos spawnando infinitamente.

E tudo muito.
É videogame. Não documentário do History Channel.

🎮 Por que isso importa hoje?

Porque Call of Duty: Ghosts mostra uma vez que games também refletem ansiedades políticas da era em que são feitos. Em 2013, a teoria de uma América enfraquecida parecia absurda. Hoje… muito… digamos que o roteiro envelheceu de forma interessante.

Não uma vez que profecia.
Mas uma vez que termômetro cultural.

🏁 Desfecho do Master Racer

Nos videogames, tudo pode intercorrer:

Call of Duty: Ghosts não invadiu a Venezuela de verdade.
Mas invadiu a imaginação de uma indústria que sempre gostou de divertir com o “e se…”.

E se você levar isso uma vez que ficção — funciona.
Se levar uma vez que veras — aí já é bug de tradução.

🎮 Mensagem do Master Racer:

Videogame é espelho distorcido do mundo. Olhe, analise… mas nunca confunda revérbero com indumentária.

Motor desligado.
RumbleTech volta pro pit stop. 🏎️

Fonte

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