Onimusha: Way of the Sword – Jogamos nova demonstração repleta de…

Onimusha: Way of the Sword – Jogamos nova demonstração repleta de…

5 minutos 10/06/2026

Jogamos novamente Onimusha: Way of the Sword

A Capcom continua surpreendendo a indústria com o desenvolvimento do Onimusha: Way of the Sword, um título que vem chamando a atenção pela sua altíssima qualidade técnica e fidelidade artística. Durante o Summer Game Fest em Los Angeles, o Combo Infinito teve a oportunidade de vivenciar três experiências distintas com o projeto. O cronograma incluiu o aproximação a uma apresentação técnica com os desenvolvedores, uma sessão de jogabilidade prática e uma entrevista exclusiva com os produtores que será publicada em breve.

É importante ressaltar que existem três versões diferentes de demonstrações rodando simultaneamente no momento. A primeira delas é a demo oportunidade ao público, que os jogadores no Brasil e no mundo á estão aproveitando livremente nos consoles e PC. Uma mostra a portas fechada para a prelo e a versão jogável que testei trazendo conteúdos completamente inéditos e distintos da build pública. Durante o tela hands-off, um membro da equipe da Capcom jogava em tempo real para exibir novas habilidades, armas transformáveis e tipos inéditos de inimigos e subchefes.

Luz, sombra e o sistema de névoa corruptiva

A apresentação fechada chamou a atenção por adotar uma abordagem visual única, focando fortemente no contraste entre luz e sombra. No cenário exibido, o protagonista precisava proceder por territórios tomados por uma névoa de devassidão sombria. Para sobreviver nesse envolvente hostil, o guerreiro utilizou um item místico semelhante a uma pulseira, que garante isenção temporária contra os efeitos nocivos do ar. Com efeito, mesmo equipado com o secundário protetor, o personagem continuava recebendo danos graduais porquê se estivesse sob o efeito de um veneno permanente.

Essa mecânica exige que o jogador aja com extrema velocidade para enfrentar os monstros locais e destruir o núcleo da névoa corruptiva. Os oponentes dessa extensão demonstraram um nível de força e resistência muito superior àqueles vistos na build pública do Brasil. Ao final dessa seção, os desenvolvedores exibiram o confronto contra um encarregado inédito. Apesar de o jogador da Capcom ter cometido alguns deslizes por cansaço e quase ter sido derrotado posteriormente receber dois golpes massivos, a guerra serviu para evidenciar o arsenal de habilidades inéditas do protagonista.

Os mistérios filosóficos da narrativa

A mostra prática que jogamos apresentou uma estrutura focada em uma das missões principais da campanha. O objetivo médio consistia em explorar os cenários para coletar três estátuas específicas necessárias para reunir os oito senhores do enredo. Diversas criaturas inéditas patrulhavam os periferia para interromper o progresso, exigindo combates intensos para limpar as rotas de exploração. Em seguida recolher os artefatos, o jogo introduz uma cena pré-batalha fantástica, carregada de elementos filosóficos e uma atmosfera que remete diretamente ao terror psicológico nipónico.

A narrativa exibe o encontro com um ser infernal de aura negativa que tenta se passar por um benfeitor místico. Na cena, uma entidade místico procura a libertação de seu sofrimento, mas descobre que para isso precisa realizar um sacrifício bizarro de uma segmento de si mesma.

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O monstro oferece uma falsa sensação de conforto ao protagonista, propondo trinchar o braço do guerreiro caso ele queira se livrar da gauntlet mística. Porém, a própria manopla reage de forma imediata para alertar o herói contra a emboscada psicológica do demônio, dando início ao confronto direto na estádio.

O poder do parry e o design bizarro do encarregado

A guerra de encarregado se provou uma das experiências mais divertidas e desafiadoras de toda a nossa cobertura. O sistema de combate deixa evidente que Onimusha será um jogo fortemente fundamentado na mecânica de parry. O contendor desfere ataques pesados capazes de arrancar grandes porções de vida ou quebrar instantaneamente a barra de postura e estamina do herói. Visualmente, a pessoa apresenta um design grotesco repleto de múltiplos olhos espalhados por uma pele estranha, permanecendo conectada a estruturas demoníacas nos cenários. O comportamento do monstro traz traços zombeteiros e ferozes que lembram lendas clássicas porquê o Sun Wukong, combinando prontidão com violência bruta.

Durante a luta, o encarregado arremessa projéteis de mesocarpo e executa saltos colossais que causam danos massivos caso o jogador não desvie a tempo. Uma vez que conseguimos derrotar o inimigo rapidamente na primeira tentativa, os promotores liberaram mais quinze minutos para enfrentarmos o encarregado novamente. Na segunda rodada, pudemos observar as transformações de tempo da pessoa, que ganha novos padrões de movimento, ataques rasantes e habilidades de telecinese para disparar árvores e pedaços de casas. O combate exige foco totalidade no timing dos movimentos. Ou por outra, ajustar uma esquiva perfeita concede a vantagem de desferir contra-ataques que quebram drasticamente a postura do monstro, provando que o game sabe unificar todas as mecânicas aprendidas ao longo da missão em um grande repto.

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Veredito

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Onimusha reconquista o seu espaço de recta na indústria ao entregar uma jogabilidade visceral, precisa e extremamente recompensadora. A clara evolução técnica foca no domínio do timing, transformando o Perry e a esquiva perfeita nos pilares fundamentais para a sobrevivência contra chefes memoráveis. Com uma atmosfera pesada que une o terror folclórico nipónico a discussões filosóficas profundas, a Capcom demonstra totalidade capacidade de revitalizar a marca com modernidade e reverência às suas origens. A enorme variedade de inimigos e as mecânicas de cenários corruptivos indicam que teremos um dos melhores e mais desafiadores títulos de ação dos últimos anos.

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