Início » Orbitals terá dubladores brasileiros de One Piece, Solo Leveling e Jujutsu Kaisen

Tem jogo que anuncia gameplay.
Tem jogo que anuncia data.
Tem jogo que mostra trailer bonito, música empolgante e aquela promessa clássica de “uma jornada rememorável”.
E tem jogo que fala:
“Oi, teremos dublagem brasileira com gente de One Piece, Solo Leveling, Jujutsu Kaisen, Kaiju No. 8 e Dan Da Dan.”
Pronto.
A Magali já levantou da cadeira.
Orbitals, novidade façanha cooperativa intergaláctica da desenvolvedora japonesa Shapefarm com publicação da Kepler Interactive, ganhou detalhes sobre seu elenco internacional de dublagem, incluindo as vozes brasileiras que darão vida aos personagens do game.
E cá a coisa fica muito interessante.
O jogo chega exclusivamente ao Nintendo Switch 2 em 3 de setembro de 2026, apostando numa estética inspirada em animes retrô, façanha espacial, cooperação para dois jogadores e uma história sobre coragem, amizade, improviso e provavelmente muitas decisões tomadas por personagens jovens demais para carregar tanta responsabilidade nas costas.
Ou seja, anime dos bons.
Aqueles em que duas pessoas olham para uma tempestade cósmica sobrenatural, uma estação em colapso e um universo incógnito e dizem:
“Vamos lá.”
Eu, no lugar deles, primeiro perguntaria se tem banheiro, comida e seguro espacial.
Mas protagonista de anime retrô não funciona assim.
Eles partem.
Eles tropeçam.
Eles gritam.
Eles aprendem.
Eles salvam o mundo.
E, agora, vão fazer tudo isso falando em português brasileiro.
Assista o trailer clicando aqui.
Orbitals coloca os jogadores no controle de Maki e Omura, dois exploradores inseparáveis que vivem no Assentamento, uma estação espacial em ruínas presa dentro de uma tempestade cósmica sobrenatural.
Sim, essa frase já parece exórdio de anime exibido sábado de manhã.
E eu digo isso com carinho.
Maki e Omura precisam deixar a segurança relativa do lar, cruzar o incógnito e procurar ajuda antes que a estação entre em colapso.
A jornada será construída para dois jogadores, com foco em cooperação, solução de problemas, exploração e trabalho em equipe.
Não é exclusivamente “duas pessoas na tela porque multiplayer vende”.
A proposta parece realmente remoinhar em torno da relação entre os protagonistas.
Maki e Omura cresceram juntos uma vez que se fossem irmãos gêmeos, e essa dinâmica deve ser fundamental tanto para a história quanto para a jogabilidade.
Isso é muito lícito porque jogos cooperativos ficam melhores quando a parceria faz sentido dentro da narrativa.
A gente não quer exclusivamente dividir controle.
Quer sentir que os personagens precisam um do outro.
E, convenhamos, se eu estiver presa numa tempestade cósmica, quero alguém comigo.
De preferência alguém sossegado, inteligente e capaz de ler mapas.
Porque eu estaria no esquina perguntando se a nave tem modo fácil.
O grande destaque do proclamação é a presença de dublagem em português brasiliano.
Orbitals terá localização em vários idiomas, incluindo inglês, nipónico, chinês simplificado, gaulês, espanhol, espanhol latino-americano, teuto e português brasiliano.
Mas a dublagem pátrio labareda atenção pelo elenco escolhido.
A Shapefarm e a Kepler Interactive reuniram vozes conhecidas de fãs de anime, alguma coisa que combina perfeitamente com a proposta do jogo.
Enfim, se Orbitals quer parecer uma façanha espacial inspirada em anime clássico, zero melhor do que trazer dubladores que já fazem segmento do imaginário de quem acompanha animação japonesa no Brasil.
É aquele pormenor que muda a experiência.
Jogar em português não é exclusivamente entender melhor os diálogos.
É ouvir personagens com ritmo, emoção, humor e personalidade adaptados para o nosso linguagem.
É sentir que aquele universo também conversa diretamente com o público brasiliano.
E, no caso de um jogo com estética tão ligada a anime, isso pode fazer muita diferença.
Porque anime dublado no Brasil tem história.
Tem memória afetiva.
Tem tarde na televisão.
Tem fita.
Tem DVD.
Tem streaming.
Tem fã reconhecendo voz em três segundos e dizendo:
“Eu conheço esse dublador de qualquer lugar.”
E agora Orbitals entra nessa tradição.
A protagonista Maki será dublada por Marianna Alexandre, conhecida por dar voz a Kikoru Shinomiya em Kaiju No. 8.
Maki é descrita uma vez que uma mecânica cabeça-dura e a pessoa mais jovem do Assentamento.
Ou seja, já temos uma personagem que provavelmente vai olhar para uma nave quebrada, uma situação impossível e um projecto completamente contra-senso e expor:
“Dá para consertar.”
Esse tipo de personagem é importante em aventuras espaciais.
Sempre existe alguém que entende de máquinas, painéis, motores, cabos, parafusos e tecnologias que ninguém deveria mexer sem luvas.
Maki parece ocupar esse papel, mas com aquele tempero de personalidade possante.
Ela deve ser impulsiva, determinada e talvez ligeiramente incapaz de comportar quando precisa de ajuda.
Também conhecida uma vez que “protagonista de anime”.
Marianna Alexandre combina muito muito com essa força, principalmente para quem conhece seu trabalho em personagens jovens, intensas e cheias de atitude.
Maki precisa parecer corajosa, mas não invencível.
Teimosa, mas carismática.
Pequena diante do universo, mas grande o bastante para tentar salvá-lo mesmo assim.
É a receita perfeita para a Magali se apegar e depois tolerar quando vier uma cena triste com música formosa.
Já estou vendo intercorrer.
Omura será dublado por Mattheus Caliano, publicado por Son Kihoon em Solo Leveling.
O personagem é um cartógrafo tranquilo, muitas vezes perdido nos próprios pensamentos.
Ele e Maki cresceram juntos no Assentamento uma vez que se fossem gêmeos.
Essa descrição já cria uma dinâmica deliciosa.
De um lado, Maki parece ser mais cabeça-dura, prática e mecânica.
Do outro, Omura surge uma vez que alguém mais introspectivo, observador e ligado a mapas, caminhos e possibilidades.
É o tipo de dupla que funciona muito muito.
Uma pessoa abre a porta com uma chave inglesa.
A outra pergunta se furar aquela porta não vai ativar um mecanismo antigo.
A primeira responde:
“Só tem um jeito de desvendar.”
A segunda suspira.
O anime começa.
Omura pode ser aquele personagem que entende o espaço ao volta, lê rotas, observa padrões e percebe detalhes que os outros deixam passar.
Mas também pode ser alguém inseguro, justamente por pensar demais.
Em aventuras cooperativas, esse contraste costuma render momentos ótimos.
Maki talvez empurre a história para frente.
Omura talvez ajude a impedir que todo mundo vá parar dentro de um buraco gravitacional exclusivamente porque alguém achou a luz formosa.
Estabilidade é tudo.
O personagem Togen será interpretado por Leonardo Santhos, publicado por dublar Mahito em Jujutsu Kaisen.
E cá a Magali já arregalou os olhos.
Porque Mahito é aquele tipo de personagem que deixa qualquer fã de Jujutsu Kaisen emocionalmente desconfortável só de lembrar.
Portanto ouvir Leonardo Santhos em Orbitals uma vez que um líder sossegado e reservado cria uma expectativa interessante.
Togen é descrito uma vez que líder do Assentamento.
Remansado.
Reservado.
Provavelmente aquela figura que sabe mais do que fala.
Todo anime espacial precisa de alguém assim.
A pessoa que observa pela janela.
Cruza os braços.
Diz uma frase misteriosa.
E deixa todo mundo ao volta pensando:
“Ele explicou alguma coisa ou só deixou a situação mais dramática?”
Líderes reservados são perigosos narrativamente.
Eles podem ser sábios.
Podem estar escondendo culpa.
Podem ter tomado uma decisão difícil no pretérito.
Podem carregar uma verdade sobre a tempestade cósmica.
Ou podem exclusivamente ser pessoas introvertidas tentando sobreviver a dois adolescentes muito determinados.
Também é verosímil.
Togen parece ser uma peça importante para entender o Assentamento e sua situação desesperadora.
E, com uma voz possante por trás, pode lucrar bastante presença mesmo em poucas cenas.
Kinakoko será dublada por Aline Ghezzi, a voz da Vovó Turbo em Dan Da Dan.
E, sinceramente, essa escalação já me fez sorrir.
Kinakoko é descrita uma vez que uma mecânica barulhenta e direta, gentil do jeito dela.
Essa frase é maravilhosa.
“Gentil do jeito dela” significa que a personagem provavelmente vai ajudar você enquanto reclama, grita, aponta erros e labareda todo mundo de irresponsável.
Ou seja: perfeita.
Todo grupo precisa de alguém assim.
Aquela pessoa que parece brava o tempo inteiro, mas está ali segurando a estrutura emocional e mecânica da comunidade.
Ela reclama porque se importa.
Ela grita porque alguém mexeu no motor incorrecto.
Ela prenúncio jogar uma chave inglesa em alguém porque, no fundo, nutriz todo mundo.
Kinakoko parece trazer humor, força e um tipo de carinho meio torto para o elenco.
E Aline Ghezzi tem experiência com personagens de personalidade possante, presença cômica e timing marcante.
A Vovó Turbo de Dan Da Dan já mostrou que uma boa voz pode transformar uma personagem absurda em alguma coisa rememorável.
Em Orbitals, Kinakoko pode executar esse papel de roubar cenas sem pedir licença.
Eu pedestal.
O elenco brasiliano também terá Francisco Jr., publicado por interpretar Sir Crocodile em One Piece.
Ele dará voz a Jaga, um mercador carismático encontrado por Maki e Omura durante a jornada.
Pronto.
Temos mercador espacial.
Com voz de Crocodile.
Eu já não confio completamente.
Zero contra o Jaga.
Mas comerciantes carismáticos em aventuras costumam ter três camadas de intenção, duas rotas secretas e pelo menos uma frase uma vez que:
“Tudo tem um preço.”
Se ele eclodir sorrindo demais, desconfiem.
Se oferecer ajuda generosa, desconfiem mais.
Se tiver uma loja com itens raros, aí comprem primeiro e desconfiem depois.
Prioridades.
Francisco Jr. tem uma voz poderosa e muito reconhecível, capaz de entregar presença, ironia, prenúncio ou charme com muita facilidade.
Jaga pode ser um personagem jocoso, misterioso ou até emocionalmente importante.
Com esse tipo de escalação, dá para imaginar que ele não será exclusivamente “o NPC da lojinha”.
Ele deve ter personalidade.
E provavelmente um pretérito.
Todo mercador viajante em ficção científica tem um pretérito.
A nota fiscal é opcional.
Além da dublagem brasileira, Orbitals contará com vozes japonesas de nomes uma vez que Risa Kageyama, Ryota Ōsaka, Masaaki Mizunaka, Mayumi Oda, Tatsuya Kobayashi e outros.
Isso reforça a proposta internacional do jogo.
Orbitals parece nascer uma vez que um projeto que entende muito muito a força da voz na construção de um universo de anime.
Não basta ter visual retrô.
Não basta usar cores, naves, personagens jovens e drama espacial.
A versão precisa carregar aquele tom de façanha.
A fala empolgada antes da missão.
A pausa dramática diante do risco.
A piada no momento incorrecto.
O grito de amizade durante o orgasmo.
A voz é metade da memória afetiva de um anime.
Às vezes lembramos de uma cena inteira só pelo jeito uma vez que um personagem falou uma frase.
Ao investir em elencos completos em vários idiomas, Orbitals mostra que quer tratar cada versão com desvelo.
E isso é supimpa para o público brasiliano.
Orbitals não tenta esconder sua inspiração em anime retrô.
Pelo contrário.
Ele abraça isso.
O visual, a premissa e até a forma de apresentar o mundo parecem olhar para aquela ficção científica japonesa mais calorosa, colorida e enxurro de façanha.
Não é um espaço indiferente, cinza e distante.
É um universo de personagens expressivos, estações em risco, laços fortes e jornadas feitas com mais coragem do que experiência.
Esse tipo de ambientação lembra uma estação em que animes de façanha espacial misturavam tecnologia, emoção e um pouco de maluquice.
A nave podia estar quebrando.
O planta podia estar incompleto.
O vilão podia surgir do zero.
Mas alguém sempre encontrava tempo para uma piada, uma promessa ou uma cena de amizade sincera.
Orbitals parece querer esse sentimento.
E isso é muito bem-vindo.
A indústria tem muitos jogos sérios, sombrios e realistas.
Também precisamos de aventuras que parecem ter saído de uma fita de anime esquecida numa locadora intergaláctica.
Com dublagem brasileira, melhor ainda.
A Shapefarm também apresentou uma exórdio animada para Orbitals, criada para substanciar essa sensação de anime clássico.
A equipe trabalhou com o Studio Massket em cutscenes desenhadas à mão, buscando um clima nostálgico e caloroso para definir o universo do jogo.
Isso é importante porque abre uma porta emocional logo de rosto.
Brecha de anime é quase um ritual.
Ela apresenta personagens.
Mostra o tom da façanha.
Sugere drama.
Entrega poses.
Faz alguém passar em direção ao horizonte.
Coloca um objeto misterioso brilhando.
E deixa a gente pensando:
“Eu ainda nem joguei, mas já me importo.”
Orbitals pode se beneficiar muito disso.
Uma boa exórdio cria identidade antes mesmo do gameplay encetar.
Se a música gruda, acabou.
A pessoa já está emocionalmente comprometida.
Eu mesma sou fácil.
Mostrou dupla de protagonistas olhando para as estrelas, estação espacial em risco e elenco de pedestal com rostos carismáticos?
Pronto.
Estou dentro.
Orbitals será lançado exclusivamente para Nintendo Switch 2 em 3 de setembro de 2026.
O jogo já está em pré-venda na Nintendo eShop e também terá edição física no lançamento.
Além da versão padrão, haverá uma Do dedo Deluxe Edition, com livro de arte do dedo, trajes, skins exclusivas e outros conteúdos extras.
A exclusividade no Switch 2 labareda atenção porque Orbitals parece combinar bastante com a proposta híbrida do console.
É o tipo de jogo que pode funcionar muito tanto na televisão quanto no modo portátil, principalmente por ser uma façanha cooperativa focada em dois jogadores.
Simples, ainda será preciso ver uma vez que o multiplayer funcionará na prática, quais recursos serão exigidos e uma vez que a experiência se comporta em diferentes formatos.
Mas a teoria de jogar uma façanha espacial de anime retrô no sofá, com alguém do lado, tem muito apelo.
É quase um invitação para amizade.
Ou para pendência.
Jogos cooperativos são assim.
Começam com “vamos trabalhar juntos”.
Terminam com alguém dizendo:
“Eu falei para você restringir o botão da esquerda.”
E a outra pessoa respondendo:
“Mas você não especificou qual esquerda.”
Relacionamentos são testados no espaço.
A presença da Kepler Interactive também aumenta a curiosidade.
A publisher vem se destacando com projetos criativos e variados, incluindo jogos que chamaram atenção pela direção artística e identidade possante.
Orbitals parece se encaixar muito nesse catálogo.
Não parece um resultado genérico.
Parece um jogo com personalidade muito definida.
A Kepler e a Shapefarm estão vendendo mais do que uma façanha cooperativa.
Estão vendendo um universo novo.
Personagens próprios.
Uma estética reconhecível.
Uma exórdio animada.
Elencos localizados.
E uma promessa de façanha intergaláctica com psique de anime.
É uma aposta interessante porque o Switch 2 ainda está formando sua livraria própria.
Jogos exclusivos com identidade possante podem ajudar a definir a primeira período do console.
E Orbitals pode ocupar aquele espaço de título carismático, bonito, cooperativo e dissemelhante dos grandes blockbusters.
Às vezes, o jogo que conquista não é o maior.
É o que tem mais coração.
E dublagem boa ajuda muito nisso.
A presença de português brasiliano com dublagem completa merece destaque.
Durante muitos anos, o público brasiliano precisou se habituar a jogar em inglês, espanhol ou exclusivamente com legendas.
A situação melhorou bastante, mas ainda não é garantida.
Por isso, quando um jogo novo investe em localização brasileira e ainda graduação um elenco reconhecível, vale comemorar.
Não é exclusivamente uma questão de conforto.
É aproximação.
É representação de mercado.
É saudação ao público.
É permitir que mais pessoas acompanhem a história sem barreira de linguagem.
Também ajuda a aproximar o game de jogadores mais jovens, famílias e fãs de anime que já têm possante relação com a dublagem pátrio.
O Brasil tem uma tradição enorme nesse campo.
Muita gente conheceu personagens icônicos por meio de vozes brasileiras.
Essas vozes carregam memória.
Carregam emoção.
Carregam identificação.
Quando um jogo entende isso, ele não está exclusivamente traduzindo falas.
Está criando uma ponte cultural.
Orbitals parece ter entendido direitinho.
Outro ponto importante é que o elenco pátrio não serve exclusivamente dentro do jogo.
Ele também ajuda na informação.
Falar que Orbitals terá vozes conhecidas de One Piece, Solo Leveling, Jujutsu Kaisen, Dan Da Dan e Kaiju No. 8 imediatamente labareda atenção de quem acompanha anime.
É uma forma inteligente de conectar o game ao público visível.
Enfim, Orbitals tem estética de anime.
Logo, faz sentido conversar com fãs de anime.
E o Brasil tem uma comunidade enorme, barulhenta, apaixonada e capaz de reconhecer uma voz antes mesmo de o personagem terminar a primeira frase.
Isso pode fazer diferença no lançamento.
Principalmente por ser uma novidade propriedade intelectual.
Orbitals não é sequência de franquia famosa.
Não vem com trinta anos de bagagem.
Precisa invadir as pessoas.
Ter um elenco de dublagem publicado ajuda a reduzir essa intervalo.
O jogador olha e pensa:
“Não conheço esse universo, mas conheço essas vozes.”
Já é um início.
Depois Maki e Omura precisam fazer o resto.
Sem pressão, crianças espaciais.
A descrição dos protagonistas sugere uma relação muito possante entre Maki e Omura.
Eles cresceram juntos no Assentamento, uma vez que gêmeos, e agora precisam enfrentar uma missão maior do que qualquer coisa que já viveram.
Isso cria um ponto emocional simples e eficiente.
Não estamos falando de dois desconhecidos jogados aleatoriamente numa façanha.
Eles já possuem história.
Já se conhecem.
Já provavelmente brigaram, se ajudaram, se irritaram e se protegeram inúmeras vezes.
Esse tipo de vínculo é ótimo para narrativa cooperativa.
Um personagem sabe quando o outro está mentindo.
Sabe quando está com pavor.
Sabe quando precisa de pedestal.
Sabe também exatamente qual frase usar para irritar no pior momento verosímil.
A intimidade traz humor e drama.
Se Orbitals souber explorar isso, Maki e Omura podem virar uma dupla muito querida.
E eu espero que virem.
Porque jogo cooperativo bom precisa de personagens que façam a gente se importar.
Senão vira exclusivamente duas pessoas empurrando caixas no espaço.
Zero contra caixas.
Mas emoções são melhores.
A premissa do Assentamento recluso numa tempestade cósmica sobrenatural também abre espaço para muitos mistérios.
O que causou essa tempestade?
Por que a estação está em colapso?
O que existe além dela?
Quem são as outras comunidades?
Jaga sabe mais do que aparenta?
Togen esconde alguma decisão do pretérito?
Kinakoko já tentou resolver o problema e falhou?
Maki e Omura estão conectados a alguma coisa maior?
Calma, Magali.
Respira.
Mas é impossível não produzir teorias.
Façanha espacial com estética de anime retrô quase sempre começa com uma missão simples e termina revelando que o universo inteiro está conectado por uma força antiga, uma memória perdida ou uma tecnologia que ninguém compreendeu recta.
E eu senhoril isso.
Orbitals pode ser uma façanha ligeiro, mas a teoria de uma tempestade sobrenatural já sugere alguma coisa maior acontecendo no fundo.
A perdão será desvendar se o jogo vai lastrar humor, cooperação e drama sem perder o tom hospitaleiro.
Porque nem toda história espacial precisa ser completamente sombria.
Às vezes, salvar o lar com um colega ao lado já é heróico o bastante.
Orbitals ganhou um proclamação muito possante para o público brasiliano.
A confirmação de dublagem em português brasiliano, com vozes conhecidas de animes uma vez que One Piece, Solo Leveling, Jujutsu Kaisen, Dan Da Dan e Kaiju No. 8, transforma o jogo em alguma coisa muito mais próximo de quem acompanha anime no Brasil.
O elenco pátrio inclui Marianna Alexandre uma vez que Maki, Mattheus Caliano uma vez que Omura, Leonardo Santhos uma vez que Togen, Aline Ghezzi uma vez que Kinakoko e Francisco Jr. uma vez que Jaga.
É um grupo referto de nomes reconhecíveis, capaz de dar personalidade ao universo de Orbitals.
E esse universo parece muito promissor.
Uma estação espacial em colapso.
Uma tempestade cósmica sobrenatural.
Dois protagonistas inseparáveis.
Façanha cooperativa para dois jogadores.
Estética de anime retrô.
Brecha animada.
Dublagem localizada.
Tudo isso cria um pacote com muito charme.
Orbitals chega exclusivamente ao Nintendo Switch 2 em 3 de setembro de 2026, com pré-venda já disponível e opções física, do dedo e Do dedo Deluxe.
Agora resta ver se a jogabilidade cooperativa terá a mesma força da apresentação.
Porque visual bonito e voz conhecida chamam atenção.
Mas quem precisa segurar o jogador até o final são os personagens, os desafios e a química entre Maki e Omura.
Por enquanto, estou muito animada.
Porquê fã de anime, eu adoro ver jogos tratando dublagem brasileira com carinho.
Porquê fã de aventuras espaciais, senhoril a teoria de uma dupla tentando salvar o próprio lar no meio de uma tempestade cósmica.
E uma vez que Magali, obviamente já estou pronta para me apegar a todos os personagens e tolerar se qualquer deles olhar para o horizonte com música triste ao fundo.
Agora me desculpem…
vou ali testemunhar à exórdio, reconhecer vozes e fingir que não fiquei involuntariamente interessada só porque tem dublador de anime famoso.
Não foi isso.
Foi estudo técnica.
Com emoção.
E talvez um pouquinho de nostalgia espacial. 🚀✨🎙️

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